Helena,
Ele olha para mim como se quisesse me matar, mas eu não tenho culpa, estou usando o chip. Qual castigo ele vai me dar por estar grávida dele?
— Bom, não pode praticar seu sadismo com ela grávida, a não ser que você queira que ela perca o bebê. Sei que você é cruel, mas sei que...
— Deixa que eu resolvo isso, agora saia da minha casa.
A mulher pega a maleta dela e sai do quarto. Ele se aproxima de mim, e eu me encolho na cama com medo. Ele pega meu braço, começa a apalpar e sente o chip. Pega o seu celular, disca um número e coloca no ouvido.
— Nora. — meu Deus, é agora que ele vai me devolver. — faz a manutenção das porräs dos seus Chips, a minha escrava está grávida... Não, ela ficará aqui comigo, mas não posso tocar nela, vou aí depois para conversarmos.
Ele desliga o telefone e me olha com raiva. Continuo na mesma posição, e ele se levanta da cama, indo em direção à porta, mas antes de sair ele fala.
— Não vou poder tocar em você, porque sexø convencional não me dá präzer. Porém, a sua obrigação matinal vai continuar, não vou prejudicar o bebê fødendo a sua boca. — e fecha a porta.
Olho para cima, agradecendo a Deus por isso, pelo menos, minhas partes íntimas ficaram livres desse escroto nojento. Coloco os pés no chão, e me levanto para fazer a minha higiene matinal, e depois sigo para a sala de jantar, onde ele ainda está sentado, olhando para o nada. Me sento, e ele olha para mim.
— Poderá continuar fazendo o mesmo de sempre, pode andar pela casa à vontade, só não pode usar o telefone e nem sair de casa. Não precisa me esperar para almoçar, e nem para jantar, não vou ter hora para chegar. Se tiver vontade de comer alguma coisa, peça para a cozinheira, ela já está ciente de tudo, e fará sua alimentação.
Ele limpa o canto da boca e sai. Sorrio com alívio, agora sim, vou ter paz na minha vida. Além de só ter que chupar ele de manhã, não terei mais que ficar esperando por ele até chegar em casa para me machucar.
Quando chega a noite, depois de jantar, vou para o quarto e me deito para dormir, mas sou despertada pelo barulho da porta do lado batendo. Vou devagar até a porta e vejo pela fresta que a luz do quarto está acesa.
Fico um pouco mais de tempo e começo a ouvir os barulhos das chicotadas e dos gritos da mulher que está lá dentro. E quanto mais ela grita, mais ouço as chibatadas. Me lembro do que ele fazia comigo e, por estar grávida, me livrei, mas ele não vai parar com as suas maldades, apenas vai trocar de mulher.
Ela pede para ele parar, e ele cessa as chibatadas. Mas aí ela dá outro grito, e posso apostar que ele enfiou seu pënis dentro dela. Fecho a porta e volto para cama. Dentro do quarto não consigo mais ouvir o que está acontecendo lá dentro, nem mesmo os gritos dela.
Mas não consigo dormir, fico o tempo todo tentando imaginar quem está lá dentro com ele. Algumas horas depois, a porta do quarto se abre, e eu fecho os meus olhos, fingindo estar dormindo.
Ele passa direto para o banheiro e ouço o barulho do chuveiro. Será que a menina ainda está lá? Me levanto, vou andando nas pontas dos pés, abro a porta do quarto e a vejo amarrada. Ela parece estar desmaiada, já que o seu corpo está mole, sendo sustentado pela corrente em seus braços.
A bundä dela está tão vermelha que parece estar na carne viva, e imagino que é desse jeito que ele deixa a minha bundä quando resolve me castigar. Fecho a porta com cuidado e volto para o quarto. Me deito na cama e fecho os meus olhos..
Ouço os passos dele seguindo até a cama e sinto ela se afundar do meu lado. Ele se deita e puxa meu corpo com força, para me colar ao corpo dele. Sinto nojo, ânsia, vontade de vomitar, mas seguro meus sentidos, pois não quero que ele tente nada comigo.
De manhã, sinto algo passando pelos meus lábios, abro os olhos e tento puxar as minhas mãos, mas elas estão amarradas. Estou de barriga para cima, e ele com cada joelho de um lado da minha cabeça.
— Abre a boca. — abro, e ele coloca o seu pënis para dentro e vai descendo o corpo, como se estivesse se sentando na minha cara.
Seu pënis vai escorregando para dentro, até alcançar a minha garganta. Ele puxa o corpo para trás e volta a afundar, puxa e afunda, várias e várias vezes até gøzar. Mas dessa vez, ele não gøzou na minha garganta, e sim na minha boca, me fazendo sentir todo o gosto do seu gozø.
— Vai me pagar desse jeito, pelo menos até a criança nascer. Vou te mostrar uma coisa. — ele se estica e solta as minhas mãos, manda eu me sentar e pega o seu celular. — Gostou do que viu ontem?
Ele mostra a filmagem, na hora que eu entro no quarto e vejo a menina no quarto Igry. Abaixo a minha cabeça para que ele não brigue comigo.
— Vou te mostrar o que aconteceu lá dentro. — ele volta a cena para a hora que eles entraram no quarto e muda a imagem para dentro. Do jeito que eu imaginei que ele tinha feito, foi o que ele fez.
Ele prendeu ela pelas mãos e chicoteou toda sua bundä. Ela se remexe toda, jogando seu corpo para frente. Dá para ver a dor que ela está sentindo. Depois, ele segura em seu quadril e a føde por trás. Só não sei onde ele enfiou, já que as câmeras filmam por cima. E no final, ele da uma rosa para ela, como ela não consegue segurar, ele coloca presa entre sua mão e o bracelete.
— Era para você estar no lugar dela, mas você foi engravidar. Então, espero que não seja ciumenta, querida, mas eu não posso ficar sem os meus präzeres.
Graças a Deus eu engravidei, pois só de ver essa cena, já me deixa com dor só de olhar.
— Mas, hoje a noite será diferente. Hoje a noite vou te colocar dentro do quarto, já que você quis ser curiosa, vou deixar você vendo tudo. Agora vou trabalhar, a noite a gente se vê de novo. — ele me dá um selinho e sai, me deixando enjoada pelo seu beijo.
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Atualizado até capítulo 96
Comments
Silvana Schuwanz bernardo
será que esse demônio vai se apaixonar por ela durante o período da gravidez?
meu medo é que depois que ela der a luz e ele suma com essa criança ,só pra ter ela como escrava de novo, do jeito que é ruim não tô duvidando de mais nada
2024-07-15
162
Flavia Lima
Vamos conversa um pouco autora, bem você está dizendo praticamente que este livro só tem o ponto de vista de Helena, de tudo que se acontece com ela, desde a sua burrice ( amor ao pai, ao ponto de sair de casa e entrar no bendito beco e sua vida drasticamente mudar de ruim a pior). Mas onde vai ficar o outro lado do contexto do seu livro, pois a vida tem dois lados. Veremos o ponto de vista de Helena e todo desempenho seu dando apenas o desenvolviemto do seu personagem único, os outros personagens que surgirem durante um capítulo e outro serão apenas nomes, sem vida, acho que será necessário rever esses personagens sem vida, e sim fazer um desenvolvimento de cada um que surgi pois pode lhe rende capítulos extras, e ganhará mas atenção nossa do lado de cá... Vi alguns capítulos seus que Helena sofre demais, então pra não se perder no caminho, desejo que você nos dê o outro lado do livro agora no meio deste, nos prenda na curiosidade agora, e não numa suposição de segundo livro a ser lançada em um futuro em outra plataforma.
Nesses 16 capítulos já lançado nesta plataforma acredtido que você já conquistou muitos de nós do lado de cá, apesar de todo sofrimento passado pela personagem principal, acredito que tem muitos querendo saber de outros se desenvolvendo e dando mas vida ao seu livro....
Imagine um livro todo seja curto ou longo apenas contado e vivido por um personagem...
2024-07-15
12
Gedena Airam
☝️🤡HOW MINHA DELICINHA....
FLORZINHA...
VOCÊ JÁ OUVIU FALAR QUE ALEGRIA DE POBRE DURA POUCO ⁉️🤣😁🤏
😭😭😭😭😭😭😭🤧
2025-04-02
1