Helena,
Quando se aproxima o horário do almoço, vou para o quarto me trocar. Me visto assim como me ordenou, o vestido azul com um salto azul. Com vergonha dos meus cabelos cortados, pego um paninho e coloco na cabeça, e faço uma leve maquiagem.
Chega 12:00, e ele não aparece, ele nunca se atrasa em nada. Olho pela janela, e nada do carro dele aparecer. Desço as escadas e fico no andar de baixo esperando por ele. Uma, duas, três horas e nada do meu mestre.
E se ele morreu? Será que Deus ouviu as minhas orações e o matou? Mas, como será o próximo mestre que me comprará? O telefone começa a tocar, e eu me levanto para atender.
— Rose, não vou para casa. Se vira aí com o que tiver na cozinha, se der, à noite eu volto. — Ele fala nervoso, muito nervoso mesmo, e espero realmente que ele não volte para casa desse jeito.
— Ok, mestre. — ele mal espera eu falar e desliga na minha cara. Será que essa noite terei uma noite tranquila?
Volto para o quarto e troco de roupas. Visto um vestido mais leve e coloco uma sapatilha. Vou até a cozinha e procuro por algo congelado, que eu possa fazer sem fazer muita sujeira. Me sirvo na mesa da cozinha mesmo e, depois que termino, vou para a sala de televisão e fico assistindo filmes aleatórios.
A noite chega, e só escuto o barulho da porta batendo com força. Me levanto e vejo ele entrando em um cômodo ao lado da escada, que é o seu escritório. Alguns minutos depois ele sai, e me vê olhando para ele. Abaixo a minha cabeça, e ele se aproxima.
— Sinto muito, mas hoje não poderei ficar aqui com você. Quero que durma no meu quarto e deixe a cama quente para quando eu voltar. — ele me dá um selinho e sai.
— Por mim, você não voltaria nunca mais mestre. — falo baixinho, depois que ele saiu de casa.
Me aproximo da porta do seu escritório, mas quando vou abrir, ela está trancada. Tudo que é sombrio dele deve estar guardado aqui dentro. Subo as escadas, voltando para o quarto. Mexo em algumas coisas dele aqui. Suas roupas são delicadas só de tocar, são macias e perfumadas.
Mesmo eu odiando-o com todas as minhas forças, não posso negar que ele é bonito e tem um jeito de homem poderoso. Claro que é, pois em vez de se casar com uma mulher, ele preferiu comprar só para ter seus momentos de sadismo.
Me deito na cama e fecho os meus olhos. Depois de muitos anos, muitos mesmo, essa será a primeira vez que terei uma boa noite de sono, sem ninguém para me machucar. Com a tranquilidade que a noite me oferece, eu durmo tranquilamente.
Sou despertada com a cama se afundando ao meu lado, e sinto o seu braço em cima de mim. Ele poderia não ter chegado agora, só amanhã de tarde, para eu não ter que acordá-lo chupando seu päu. Fecho os meus olhos novamente e volto a dormir.
Me desperto novamente, mas desta vez, ele está com uma das minhas pernas para cima enquanto enfia seu päu na minha intimidade. Não está sendo violento, está entrando e saindo devagar. Ele leva sua barba até o meu pescoço e raspa ela em mim, e quando percebe que eu acordei, acelera mais os movimentos.
Ele se vira, me deixando de bruços, e fica por cima de mim. Seus dedos encontram o bico do meu peito, e ele vai apertando, enquanto começa a socar bem forte. Uma de suas mãos sobe até o meu rosto e começa a me dar tapas de um lado da minha cara.
Ele dobra as minhas pernas, como se estivesse de joelhos na cama, mas ainda com o torso no colchão. Tira seu pênis da minha intimidade e enfia no meu orifício. Sinto a dor quando entra, não tão forte como na primeira vez, mas ainda sinto. E com algumas estocadas, ele gøza dentro de mim.
Como sempre faz, ele sai de dentro de mim, vai para o lado e pega uma rosa vermelha e antes de me entregar, ele dá um beijo nela.
— Agora vou cuidar de você. — parece que ele é no automático, sempre faz as coisas dele na brutalidade e depois amansa. Me pega no colo e me leva ao banheiro para me dar banho.
(...)
Um mês se passa, e eu continuo aqui servindo de objeto para ele. Às vezes aqui em sua casa, às vezes em seu trabalho e às vezes na mesma casa onde ele me levou uma vez, no salão dos BDSM.
Todos os dias acordo chupando ele, e quando eu me esqueço, acordo sendo abusada por ele. A troca de empregada foi boa, essas me respeitam, e com a ordem dele para que elas me sirvam, eu como sempre na mesa, na sala de jantar, mesmo que ele não esteja presente.
Acordo de manhã, e ele não está na cama, pela primeira vez não tive que acordar chupando ele, e nem ele me violentando. Me sento na cama, e ele entra no quarto.
— Se eu não estivesse tão atrasado, eu iria gøzar na sua garganta, mas não tenho tempo. — ele fala olhando no espelho, ajeitando a sua gravata. Me levanto da cama, e no segundo passo que eu dou, sinto uma tontura enorme e acabo apagando.
(...)
Acordo com uma mulher chamando pelo meu nome, e assim que eu abro os meus olhos, fico curiosa para saber quem é ela. Meu mestre está andando de um lado para o outro, preocupado.
— Consegue se levantar? — ela me pergunta e eu balanço a cabeça concordando. — Ótimo, então vai no banheiro e faz xixi nesse potinho.
— Ela não está, ela tem o chip. — ele fala parando e me olhando.
— Chip, e nenhum outro anticoncepcional é 100% seguro. Depende de muitas coisas. Vá, menina, vai no banheiro. — me levanto pegando o potinho da mão dela e vou até o banheiro.
Mijo nele, assim como ela me orientou, e saio levando o potinho para ela. Ela coloca o teste de gravidez dentro e manda esperar um pouco. Gravidez? Eu não posso estar grávida, uma criança não irá sobreviver às coisas que ele faz comigo.
— Positivo, senhor Kirill, ela está grávida...
Autora:
Que babado em, mas a resposta só sairá segunda. Até lá meninas, um beijo no coração de vocês. 🤭🌹
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Atualizado até capítulo 96
Comments
Celia Teotônio
autora poderia por favor colocar um pouco dos relatos através do ponto de vista do killi
gostaria de saber um pouco da história dele, porque ele é assim, pois tem um motivo!
porque ele quis tanto a Helena?
o livro está cada vez melhor, só falta isso!
2024-07-13
187
Flavia Oliveira
Bom ele matou outro mostre, não devia ser qualquer um né,devem ter vindo se vingar dele
2025-02-12
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Denis
PQP. Um filho desse monstro é tudo de ruim. Um filho não desejado. Tomara que não nasça.
2025-01-07
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