Helena,
O carro para e eu me arrependo por não ter segurado por alguns segundos. Ele me coloca de volta no banco e desce do carro, depois me ajuda a descer, já que minhas mãos estão presas.
Ele me guia na frente dele, empurrando o meu corpo pelas minhas mãos, até chegarmos no quarto igry. Ele abre a porta e me leva até o X, e só estando de frente para ele, que as minhas mãos são liberadas. Ele rasga o meu vestido e puxa meu sutiã com força, arrebentando o fecho, me deixando toda pelada.
Meu mestre me empurra contra o X, para ficar de costas para ele, e amarra minhas mãos para cima. Depois amarra minhas pernas em cada perna do X.
Kirill: – Sua bundä está deliciosa de se ver, toda vermelhinha. – sinto ele se abaixando e passando a língua na minha bundä, o que dá um certo ardor.
Ele se afasta de mim por alguns segundos e depois volta com um vibrador, passando ele pelas minhas costas. Me arrepio toda, até sentir seu dedo molhado entrando no meu ânüs. Contraio com medo e por sentir uma leve dor.
Kirill: – Não contraia essa porrä, deve aceitar sua punição até o fim sem reclamar. Tem que aguentar tudo porque você é a minha escrava, e já sabe que eu adoro lhe causar dor. Só gostaria de ouvir seus gritos e choros, pois com isso me daria mais tesão. – abaixo a minha cabeça e fecho os meus olhos, ao sentir a primeira pancada na minha bundä que ardeu demais.
Olho para trás e vejo ele com uma palmatória. Mordo os meus lábios para suportar a dor, mas doía muito, e ele continuava sem descanso. Eu já estava sentindo as minhas vistas escurecerem, e meu corpo amolece, só não caio no chão, porque estou amarrada pelas mãos.
Kirill: – É isso que acontecerá com você todas as vezes que me desobedecer. Te castiguei na frente daquele filho da putä para você entender que não pode falar, olhar e nem deixar homem nenhum te tocar. E estou te castigando agora para você nunca mais esquecer. Não haja como um putä quando estiver comigo, pois eu exijo que me respeite. Depois que voltar para aquele bordel de merdä, você dá a sua bøceta para quem você quiser.
Ele puxa o meu quadril para trás, e vai deslizando lentamente seu päu para dentro de mim, até sua virilha encostar na minha bundä e fazer ela arder, já que o seu corpo estava quente como se ele estivesse com febre.
Então, começo um vai e vem lento, porém forte, tentando enfiar mais do que mede o seu päu bem no fundo da minha intimidade. Leva uma de suas mão até o meu peito, e fica beliscando com a ponta dos seus dedos. Ele começa um vai e vem mais rápido, mais frenético, e eu estava vendo a hora do x cair comigo, de tão forte que era as suas estocadas.
Ele sai de dentro de mim, e abre bem a minha bundä, parecendo que vai rasgar elas do meu corpo. Solta uma das bandas, e passa a mão no meu ânüs. Volta a abrir as poupas e sinto a cabeça do seu päu tentando invadir. Contraio, impedindo a entrada que nem entrou, mais já estava doendo.
Sinto uma de suas mãos puxando o meu cabelo para trás, e sua língua passar pela minha orelha, enquanto ele vai tentando colocar sua torä para dentro de mim. E quando a cabeça passou, dei um gemido baixinho de dor. Ele começa um vai e vem só na entrada, já que com a minha contração, ele não consegue enfiar mais.
Kirill: – Faça força para fora, porque quero enfiar tudo dentro do seu cüzinho. – faço a força para fora, mais quando sinto ele entrar mais, eu travo de novo. – Desse jeito você está me machucando, e eu estou ficando irritado com você. faz força porrä. – respiro fundo e forço novamente para fora, já apertando os meus olhos.
Ele fica parado por um tempo, e quando eu penso que ele vai empurrar, ele tira o päu de dentro de mim. A sensação de alivio me invade, até sentir ele passando as mãos nas minhas costas. Ele empina novamente a minha bundä, e encaixa de novo na minha entrada.
Sem que eu possa resistir, ele puxa meu quadril para trás, fazendo sua torä entrar completamente dentro de mim. Pela primeira vez dou um gito alto, pois parece que ele está me partindo ao meio. A dor da perda da virgindade anal é mil vezes pior do que a vaginal.
Tento puxar o meu corpo para frente, para me livrar daquele pesadelo. Ouço sua respiração vindo como ruidos de prazer em meus ouvidos, uma dor infernal que lateja dentro de mim, que parece não passar nunca, e ele fica parado bem no fundo. Minhas lágrimas começaram a descer pelo meu rosto, e pela primeira vez estava chorando de verdade na frente dele.
Ele puxa o seu päu para fora devagar, e isso me dá uma sensação de alivio. Porém, ele não tirou tudo, deixou a cabeça na ponta e empurrou tudo de uma vez para dentro de mim. Nessa hora eu apaguei, perdendo todos os sentidos. Acordo e percebo que estou deitada na cama, com as mãos amarradas nas costas e com ele e cima de mim, com seu päu ainda dentro do meu ânüs.
Kirill: – Que bom que acordou, estava um saco comer seu cü com você desacordada. Agora que já passou a parte da invasão, vem a melhor parte.
Ele puxa tudo para fora, e começar a socar com força dentro do meu ânüs. Ainda ardia um pouco, mas não estava sentindo tanta dor como foi no começo. Ele se levantou e me puxou junto, ficando em pé. Ficou atrás de mim, se abaixou para me pegar no colo e enfiou tudo dentro de novo, fazendo uma penetração profunda e dolorosa.
Me coloca na cama de quatro, onde meu rosto foi direto para o colchão, já que minhas mãos ainda estavam amarradas. Sobe em cima da cama, com a planta dos pés ao meu lado e volta a meter com força. Ele anuncia que vai gøzar, e tenta entrar até os culhões dentro de mim, e sem aguentar a dor, acabo apagando novamente.
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Atualizado até capítulo 96
Comments
Gisele de Paula
Não vejo a hora dele se lascar quero ver ele implorando pra ela perdoar que ele sofra horror. Sim sabemos que tem gente que pratica e acha normal mas fazer isso com alguém que foi sequestrada e não pode se defender e cruel muito cruel. Olha autora espero que você tenha um jeito bem gostoso de fazer ele implorar pelo perdão dela. Tudo que ela está sofrendo seja mil vezes pior pra ele.
2024-07-11
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Denis
Gente, vocês não vêem que estes comentários é incentivo e prazer pra autora. Eu já li o mundo BDSM e é totalmente diferente.
2025-01-07
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Shirley Sanches
a autora pelo amor de Deus isso já tá demais que coisa mais horrível ele é um monstro não dá pra ler isso não
2025-02-10
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