Subo no palanque com a ajuda de uma mulher de cabelo preto preso em um rabo de cavalo. Sua roupa é igual das meninas do bordel da Nora, que parece feito de fita isolante, mas as meninas falaram que se chama vestuário Fetichista. As luzes do salão apagam, ficando somente uma em cima de mim.
Leiloeiro: — Aqui está a Rosa, ela é canadense, tem 18 anos e nunca foi tocada por homem nenhum. Aprendeu todos os ensinamentos da prática BDSM, sem penetração. Portanto, é uma perfeita escrava sexual. Vamos começar o lance com 50 mil dólares.
Comprador: — Cinquenta mil. — um fala levantando a plaquinha de número 9. Mas não dura nem dois segundos, e outro já dá o lance de 60 mil dólares, e logo vai subindo cada vez mais.
Fico impressionada com a riqueza deles, já que podem pagar tudo isso por uma simples mulher virgem, só para realizar seus prazeres asquerosos. Mantenho a minha pose ereta, como a Nora tinha orientado, e quando dou por mim, o valor já chegou a 250 mil dólares.
Leiloeiro: — Vamos lá, sei que vocês querem essa virgem para vocês. Vejam como ela é bela. — ele pega na minha mão e faz eu ficar de costas para eles. — Vejam que ela tem uma bündinha bem empinadinha e uma cintura fininha. — além de me sentir um objeto por estar sendo vendida assim, as palavras do leiloeiro acabam com qualquer pedacinho de humanidade que existia dentro de mim.
Comprador: — Um milhão de dólares. — ele me vira de frente, e posso ver todos murmurando, mas não vi quem foi o meu comprador de fato.
Leiloeiro: — Alguém mais? Dole uma, Dole duas...
Kirill: — Dois milhões de dólares. — outra voz ecoa pelo salão, e esse pareceu mais como um rugido. Dessa vez, o leiloeiro consegue contar até três e decreta: "vendida".
A mesma mulher que me trouxe até aqui pega na minha mão e me leva até um quartinho, onde ela me entrega um macacão preto, do mesmo estilo que ela está usando, porém, ele é completamente fechado, deixando apenas as marcas das minhas curvas.
Depois de trocada, ela pega na minha mão e me leva até o salão. Me coloca de frente a um homem que no momento está de costas para nós, mas logo se vira ao perceber que estamos aqui. Seus olhos percorrem o meu corpo. Não posso ver seu rosto, somente sua boca e seus olhos castanhos.
Kirill: — Levanta a cabeça. — faço o que ele ordena e sinto suas mãos no meu pescoço. — A partir de agora, será a minha cädelinha, e o que eu mandar você fazer, você faz, entendeu?
— Sim, senhor. — ele sorri com a minha resposta e coloca uma corrente prendendo no colar que ele colocou em mim.
Ele me puxa por essa corrente, e eu vou caminhando atrás dele, sem olhar para os lados, tentando manter o foco na minha nova vida e tentando não me importar com os olhares curiosos que nos observam assim que pisamos na calçada.
Entramos em seu carro preto de luxo. Ele se senta ao meu lado e manda o seu motorista, cujo nome é Kelvin, ir para sua casa. Pelo canto dos olhos, vejo ele afrouxando a sua gravata, porém, ele não diz nada o caminho todo. Permaneço calada, assim como a Nora tinha mandado, falar somente quando ele me perguntar algo, fora isso, o silêncio é a minha melhor companheira.
Uma hora depois, o carro para em frente a uma mansão branca. Essa, os portões são em grades, onde dá para ver a casa toda. O veículo entra e para bem na porta de entrada. Ele desce me puxando pela corrente e vai me puxando por cima dos seus ombros.
Kirill: — Essa será sua casa temporária, ficará aqui o tempo que eu quiser que você me sirva. Vamos até o meu escritório, você tem que assinar um contrato comigo.
— Sim, senhor. — ele para de me puxar e vira de frente para mim.
Kirill: — Quero que me chame de mestre, então, dirá para mim, sim, mestre.
— Sim, mestre. — ele confirma com a cabeça e volta a me puxar. Ele me leva até uma área onde acredito ser o escritório dele. Ele manda eu me ajoelhar, pega um papel em cima da mesa, e me entrega com uma caneta.
Kirill: — Assine seu nome completo, pois só assim vou fazer tudo que eu quiser com você, sem nenhuma objeção. — assino como ele ordenou, e entrego para ele todo o direito sobre o meu corpo.
Ele sorrindo, coloca o documento na gaveta, e me levanta para sairmos do escritório. Subimos uma escada que dá de cara com um corredor extenso. Caminhamos por ele, onde tem várias portas de cada lado, mas entramos na última, que fica bem de frente com o corredor.
Kirill: — Este é o meu quarto, iremos dormir todos os dias juntos, pois quero poder comer você sempre que eu quiser, seja de dia, seja à noite ou de madrugada. Espero que sempre esteja disposta, ou haverá punições.
Punições, esse foi o meu pior pesadelo na casa da madame Nora. Ele abre a porta ao lado e mostra um quarto todo enfeitado na cor rosa, explicando que aqui eu usarei para me vestir antes de entrar no quarto dele, ou no quarto Igry (Jogos em russo).
Kirill: — E aqui, onde iremos passar a maior parte do tempo quando eu estiver em casa. Aqui também será o seu local de punição. Não vou mentir para você. Eu adoro punir as mulheres que entram na minha casa. E mesmo que você não me desobedeça, eu vou arrumar um jeito para te castigar. Como você já foi treinada na casa da Nora, eu vou ditar só uma regra minha. Não fale ou interaja com nenhum outro homem. Nem aqui na minha casa e nem quando sairmos para nossas festas. Eu não divido o que é meu, e se você deixar eles te alcançar, será punida na frente deles. Entendeu?
— Sim, mestre, farei assim como o senhor está me ordenando.
Kirill: — Ótimo, agora venha comigo. — ele me puxa pela corrente e entramos no quarto. Ele se vira para mim, retira a corrente da coleira e caminha até a cama, se sentando nela. — Quero que você tire essa roupa, se abaixe e venha engatinhando até mim, mostrando que é uma cadelinha, e eu sou o seu dono.
Sem olhar para ele, abro o zíper do macacão e vou descolando ele do meu corpo. O material parece ser feito de borracha, então dá uma certa colagem na pele. Fico apenas com a lingerie.
Kirill: — Tira o sutiã, quero ver seus peitøs arrastando no chão. — Retiro, e quando vou tirar a calcinha, ele manda eu parar e me abaixar. Vou engatinhando até ele. — Abaixa mais, eu disse que quero ver seus peitøs raspando o chão.
Me apoio nos cotovelos e vou me arrastando assim até chegar nele.
Kirill: — Muito bem, minha cädelinha, agora vou me enfiar todinho dentro de você. Mas antes, quero experimentar a sua garganta, vai lá, me mostre o que você aprendeu naquele puteiro de merda.
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Atualizado até capítulo 96
Comments
Renata Boaro
eu já estou aqui com um ódio uma dor no coração como ela vai ser humilhada por esse homem tem que ter muito psicológo para ler essa história.
2024-07-09
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Gedena Airam
☝️🤡 PELA PRIMEIRA VEZ NÃO FIQUE NEM MOLHADINHA...
A MINHA ZORRA ALÉM DE TER FICADO RESSECADA ENFIOU A LÍNGUA 👅 PRA DENTRO E FECHOU A BOCA ‼️🤐
NINGUÉM NÃO ENTRAR E NEM SAÍ ‼️
AGORA VÁ LÁ MINHA DELICINHA ROSINHA...
MOSTRA PRA ELE QUANTOS DENTES TÊM NA SUA BOCA ‼️ 😁
2025-03-24
1
Francisca Maria Silva
misericórdia é muita humilhação, mais como ela agente sabe que existe muita mulher submissa, exemplo as que sofrem violência doméstica e mesmo assim o medo não as deixa ir embora e são obrigadas a se submeter a essas torturas/Shame/
2024-11-10
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