Helena,
Ele se aproxima de mim e eu começo a ficar com medo das suas feições. Mas quando ele chega, fala no meu ouvido.
Kirill: – Vamos embora agora, você se comportou como uma püta e será punida por isso. – Meu corpo todo estremece ao sentir sua mão pegando no meu braço com força.
Ele sai me arrastando pelo salão até chegarmos no estacionamento, onde o homem está sendo segurado por dois seguranças do meu mestre. Nos aproximamos do carro dele e ele me debruça sobre o capô do veículo.
Kirill: – Achou a minha acompanhante bonita? – ele pergunta olhando para o cara que balança a cabeça em negação.
Desconhecido: – Para com isso, cara, me solta, eu só falei oi para ela e nada mais.
Kirill: – Então, por sua ousadia de se aproximar dela e ela deixar você tocá-la, minha escrava será punida na sua frente. – Encolho meu corpo de medo ao sentir suas mãos subindo o meu vestido. – Ela é tão gostosa, que você nem pode imaginar.
Sinto a mão dele passando na minha bundä, alisando e dando alguns apertos. Até ele dá o primeiro tapa bem forte de mão aberta. Retraio o meu corpo pela dor, mas não emito som nenhum. Em alguns segundos, sinto a dor dos fios de um chicote batendo na minha bundä.
Solto um leve gemido e ele dá mais uma alisada com as mãos antes de começar a me bater sem parar. Minhas pernas perdem o equilíbrio e ele me segura pelo vestido para que eu não caia. As pancadas vêm uma seguida da outra, não contei, mas tenho certeza que passou de dez chibatadas.
Kirill: – Ela é uma püta que arrematei em um leilão, paguei caro para tê-la, e homem nenhum pode tocá-la a não ser eu.
Viro o meu rosto e olho para o homem que está com os olhos arregalados pela cena que está vendo. Ele puxa meu cabelo para trás, forçando meu corpo a ficar todo curvado em cima do carro.
Kirill: – Isso é uma lição que estou lhe dando, te dei uma ordem e você desobedeceu, permitiu que ele te tocasse, deixou ele te alcançar, e agora está sendo punida.
Fecho os meus olhos e recebo um tapa na cara, com ele gritando comigo para que eu olhe em seus olhos quando ele estiver falando. Ele solta meus cabelos e eu volto a me debruçar com a cara no capô do carro. De repente, sinto seu membro me invadindo de uma vez, e por eu não estar lubrificada, doeu mais que a minha primeira vez.
Kirill: – Veja, seu filho da püta, veja como eu sou o dono dela e a fødo do jeito que ela gosta. – ele dá um tapa forte nas minhas nádegas, e eu puxo meu corpo para frente, o que não adianta muito, já que estou presa entre o carro e o corpo dele, que me penetra cada vez mais rápido.
Seguro o choro, mas as lágrimas rolam pelo meu rosto caindo na lataria. O homem nem nos olha mais, fica olhando para o lado, de olhos fechados. Até que sinto ele botando toda a pressão, se afundando completamente dentro de mim, e sinto seu pênis pulsando.
Kirill: – Porrä, que gøzada do karalho. Ah, você perdeu a melhor parte, seu imbecil. Fechou os olhos na melhor hora. – ele puxa meu corpo para cima e me leva para ficar de frente para o cara. – Tem algo para dizer para minha escrava?
Devagar, ele vira o rosto e me olha com pena. Esse olhar eu não vejo há muito tempo, via nos olhos do meu pai quando eu caía e me machucava. Sinto a sinceridade dele, por se sentir culpado por tudo que aconteceu comigo na sua frente.
Desconhecido: – Me desculpa, eu não queria que você passasse por isso.
Kirill: – Diga que ele é culpado, Rose, diga que o odeia por ter feito você passar por tudo isso só porque te tocou. – ele aperta o meu cabelo em suas mãos, e eu repito o que o meu mestre mandou, o culpando de tudo. – Nunca mais toque em uma mulher, mesmo que ela pareça estar sozinha. E se caso você abrir a boca para falar para alguém o que viu aqui, será ela que irá pagar por tudo. Já fez ela sofrer demais, não acha?
Desconhecido: – Você é um maníaco, um estuprador e tem que ir preso, seu miserável.
Kirill: – Não sou, sou um mestre sadomasoquista, e além de ter pago caro pela minha escrava sëxual, ainda temos um contrato onde ela me dá permissão de fazer tudo com ela. Agora joguem esse verme na rua, pois estamos indo embora.
Ele me leva até o carro e abre a porta para que eu entre, e bate a porta com tudo. Minha bunda está toda dolorida pelas chibatadas que levei. Meu corpo todo está trêmulo, como se ainda estivesse sendo massacrado por ele. Esse cara é tão doente quanto a Nora, e vou sofrer o mesmo tanto, ou pior, nas mãos dele.
Ele senta ao meu lado e manda o motorista nos levar para casa. Ele começa a afrouxar a sua gravata até tirá-la por completo.
Kirill: – Se vira de costas para mim e coloca as mãos para trás. – me viro, fazendo o que ele manda. – Eu detesto quando alguém me contraria, mas adoro quando me desobedecem só para que eu possa punir sem peso na consciência.
Consciência? Ele tem isso? Ele amarra as minhas mãos, me deixando desconfortável, mas ele me pega e me senta em seu colo e abre as minhas pernas.
Kirill: – Não é para gøzar, se o fizer, irá ter uma surpresa desagradável quando chegarmos em casa. – ele leva sua mão até a minha intimidade e começa a acariciar. Mesmo não querendo sentir nada, pelo que aconteceu alguns minutos atrás, meu corpo traidor começa a sentir o prazer em seus dedos.
Tento obedecê-lo, me segurando o máximo que posso para não gøzar. Tento manter a minha mente quando ele estava me batendo, mas ele vai acelerando cada vez mais os dedos. Olho para fora para ver se já chegamos em sua casa, mas parece que ainda está longe disso acontecer. Ele acelera mais, e eu cerro os meus dentes, e sem conseguir segurar mais, acabo gøzando em seus dedos.
Kirill: – Mandei você não gøzar, espero que esteja preparada para sua punição.
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Atualizado até capítulo 96
Comments
Simone Ferreira
Desgraçado,maldito, verdadeiro capiroto esse infeliz,senti cada chicotadas desse infeliz deu em Rose 😡😡😡😡
2024-07-11
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Maria Aparecida Alvino
eu sei que é só uma história mas quem pediu pra autora fazer essa história deve-ser uma ordinária nojenta
2025-01-07
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Ivanilde T. Serra
Se não quer pra ninguém olhar ou falar com ela, então não deveria sair em público com ela.
2025-01-03
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