Helena,
Pela manhã, acordo primeiro que ele, faço a minha higiene, e o espero para que ele me der as ordens. Porém, ele pareceu não gostar muito, já que me fez chupar seu päu até eu amolecer novamente. Depois de comer a minha boca, ele manda eu ir para o outro quarto me trocar, que ele irá trabalhar.
Depois que ele sai, passo os olhos em todas as roupas. Ele mandou eu usar um vestido preto, mas não falou qual. Mas como todos esses foram escolhidos por ele, acho que qualquer um serve.
Toco nos panos e são tão lisinhos, e tenho certeza que são de seda pura. Deixo elas lá, ainda tenho tempo para escolher o que eu quiser depois. Desço para tomar café e me deparo com a mesa vazia.
Na Nora, as meninas colocavam tudo em cima da mesa e a gente se servia. Será que aqui a minha punição será ficar sem comer?
Empregada: — A sua refeição está lá na cozinha, nessa mesa só se senta o patrão. — olho para trás e vejo uma empregada toda uniformizada de preto e branco. — Puta aqui não tem privilégios.
Apenas aceno com a cabeça e vou até a cozinha, onde tem um saco de pão, uma margarina e uma garrafa de café. Não gosto de café, então me sento e como o pão com margarina puro. Ao terminar, bebo um copo com água e já lavo o meu corpo e a faca que usei para cortar o pão.
Com a permissão do mestre, começo a caminhar pela casa, vasculhando cada cômodo, vendo o que tem de interessante aqui. São várias portas, mas algumas se mantêm trancadas. Olho a porta do jardim e saio por ela, dando de cara com um cenário lindo.
O verde é dominante junto com algumas flores de várias cores e estilos. Desde girassóis até orquídeas. Vou caminhando, contemplando o jardim. Passo bem longe da piscina, pois como não sei nadar, é melhor eu ficar distante.
Continuo caminhando até me deparar com um lindo canteiro de rosas vermelhas. Ele deve ter arrancado daqui para me dar uma. Me abaixo sentindo o perfume e sorrio para elas.
Jardineira: — O patrão não gosta que fiquem aqui, se retirem. — olho para trás e vejo uma mulher de macacão, ela deve ser a jardineira da casa.
Me levanto me desculpando e continuo a exploração. As horas vão se passando e, quando chega a hora do almoço, acontece a mesma coisa que no café da manhã, porém, as comidas ainda estão na panela para que eu me sirva.
Como e depois lavo as coisas que sujei. Vou para o quarto e espero até dar a hora de me trocar. Fico ouvindo música no som que ele deixou aqui no quarto, baixinho, para as donas encrenqueiras não virem me perturbar.
Até que dá a hora e começo a separar a minha roupa, escolho um dos vestidos pretos que não revela muito, exceto na parte da coxa, onde possui uma fenda não muito exagerada. Deixo ele separado em cima da cama e vou ao banheiro tomar meu banho.
Uso tudo que tem aqui e sinto o meu corpo todo refrescante e perfumado. Gostei disso, só não posso me acostumar com essa riqueza toda. Saio enrolada na toalha e vou fazer a minha maquiagem. Faço uma mais leve, nada exagerado para ele não achar que estou chamando a atenção de outros homens. Sua ameaça de não deixar nenhum homem se aproximar de mim não sai da minha cabeça.
Termino a maquiagem e o penteado. Coloco apenas o sutiã, lembrando que ele mandou eu não colocar apenas a calcinha. Visto o vestido e fico esperando dar a hora. Às 18:30 a porta se abre e ele me olha de baixo para cima, como se eu tivesse agradado ele.
Kirill: — Está perfeita, vou me arrumar, me espera aqui. — balanço a cabeça concordando, e ele sai.
Às 18:50 ele volta com uma caixa de veludo em sua mão. Passo os olhos pelo seu corpo, ele está todo elegante com um smoking preto. Seu cabelo levemente penteado. Ele me leva até o espelho e tira um colar de ouro, com uma pedrinha roxa pendurada.
Kirill: — Não vou te chamar de Rosa, porque não combina nada com você. Seu nome aqui na minha casa será Rose.
Concordo com a cabeça, e ele beija o meu pescoço assim que termina de fechar o colar. Ele me vira de frente para ele e levanta uma das minhas pernas. Suas mãos sobem da minha coxa, indo até a minha intimidade, e ele sorri ao perceber que estou sem calcinha.
Kirill: — Vim louco para te castigar por você ter me desobedecido e colocado uma calcinha, mas vejo que você é uma garota bem obediente. — Ele olha no relógio e pega na minha mão para sairmos de casa.
Os olhares das empregadas sobre mim me deixam incomodada, já deixaram claro o quanto gostam de mim. Mas, como estou com o meu mestre, não olho para nenhuma, apenas para o chão, seguindo os seus passos.
Entramos no carro e ele senta ao meu lado, pega na minha mão e a leva até o seu bolso, onde sinto algo duro.
Kirill: — Isso é o que vou usar em você se você me desobedecer. Lembra da minha regra?
— Não falar nem deixar homem nenhum me alcançar.
Kirill: — Isso mesmo, caso eu presencie algo do tipo, vou te castigar como ainda não fiz. Então me obedeça, pois eu sou o seu mestre.
— Sim, mestre. — falo de cabeça baixa e ele puxa meu queixo para me dar um beijo, que parece querer desgrudar a minha boca do meu rosto.
O carro para em um salão todo iluminado, ele desce e manda eu esperar, que ele vai abrir a porta para mim. Obedeço e ele vem como um cavalheiro estendendo a mão. Caminhamos pelo tapete vermelho, onde vários fotógrafos tiram fotos.
Ele parece não se importar com nada, talvez goste de mostrar que anda com várias mulheres, ganhando a fama de mulherengo. Seguimos até um casal, que ele cumprimenta, mas não me apresenta. O homem fala comigo, mas só respondo quando a mulher fala.
Parece que o deixou contente, já que esboçou um sorriso de satisfação para mim. O casal nos guia até uma mesa e manda a gente ficar à vontade. Olho o tempo todo para o chão, não olho para ninguém para que ele não pense que estou olhando para algum homem.
Kirill: — Me espera aqui em pé, se eu voltar e você não estiver nesse lugar, sofrerá as consequências.
— Sim, mestre. — ele solta minha mão e sai. Levanto a minha cabeça para olhar para ele e vou acompanhando os seus passos. Vira e mexe ele me olha, para ter certeza de que estou lhe obedecendo.
Desconhecido: — É nova aqui? — ouço uma voz masculina do meu lado, mas eu não olho, nem respondo. — O gato comeu a sua língua, dama de preto?
Começo a suar frio e rezo para que o meu mestre não veja esse homem do meu lado e perceba que não estou a fim de conversa. Ele toca no meu braço e nessa hora eu olho para ele. Volto a olhar para frente e meu mestre está com os olhos cerrados para nós dois.
Puxo o meu braço, mas não posso sair daqui, ele mandou eu ficar aqui e se eu sair serei punida. Mas também não posso mandar ele ir embora, porque não tenho permissão para falar com outros homens. Vejo meu mestre falando com um garçom, que vem até nós, e fala para o cara ir até a garagem, que o carro dele está atrapalhando a saída de um cliente.
Assim que ele sai, meu mestre se aproxima de mim com uma cara demoníaca, virando uma taça de bebida em seus lábios.
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Atualizado até capítulo 96
Comments
Silvana Schuwanz bernardo
pão com margarina à seco, ninguém merece, e agora vai ser punida sem ter culpa, acho que ele fez de propósito em deixar ela sozinha, porque sabia que algum homem ia acabar chegando perto dela só pra punir ela 😔
é Helena sua vida não vai ser fácil aí 😔
altora coração a mil 💗💗💗💗💗
2024-07-10
172
Nélida Cardoso
ele queria punir ela agora ele vai fazer o mais queria com ela /Sweat//Sweat//Sweat//Sweat/
2025-03-25
0
Gedena Airam
☝️🤡 HOW mestrinho....
TU DEVES TER UM TESÃO DE SER CORNO,
SÓ PODE ‼️😡
2025-03-24
1