Helena,
Paolo: — Você é louca, tem que sair daqui agora... — a porta se abre, fazendo ele se calar, e meu mestre entra. Abaixo a minha cabeça, o pânico toma conta de mim.
Ele se aproxima mais, e com os dedos levanta o meu queixo, me fazendo olhar em seus olhos. Ele dá um sorriso de lado e me empurra com tudo até a parede, fazendo eu bater a minha cabeça na parede. Ele segura em meu pescoço e começa a apertar com força.
Kirill: — Sua vägabunda, tô vendo que você realmente quer ser tratada como uma püta. — ele fala entre os dentes, fazendo meu corpo estremecer.
Paolo: — Kirill, para com isso, não a machuque. — Sem largar do meu pescoço, ele olha para o amigo dele e depois volta a olhar para mim. O cara se aproxima, e ele o afasta com uma mão. — Solta ela, cara. Não faz isso.
Kirill: — Ela sabe da minha regra. — começo a ficar sem ar e sinto a minha mente escurecendo. Até que ele me solta e eu caio no chão, tossindo sem parar. — Ela sabe que não deve deixar nenhum homem se aproximar dela.
Paolo: — Fui eu que vim falar com ela, ela não me deu conversa. — começo a chorar, e ele manda o amigo sair da sala aos berros. Ele sai, e o meu mestre se abaixa novamente. Ele levanta o meu rosto para olhar para ele apertando meu queixo com força.
Kirill: — Eu planejei um dia prazeroso para nós dois, mas sabe o que acontece quando você me desobedece, não sabe? — concordo com a cabeça, mesmo sabendo que vou pagar caro mais uma vez sem ter culpa nenhuma. — Se levanta e se debruça na minha mesa, com a bunda bem empinada.
Faço o que ele manda. Ele levanta a barra do meu vestido e começa a me dar vários tapas, bem estralados, para que o povo de fora ouça que ele está me batendo. Fecho meus olhos, tentando reprimir a dor, tentando colocar na minha mente que não está doendo.
Ele para de me bater e desce a calcinha com vibrador. Me levanta, mas me mantém de costas para ele. Sinto algo em meu pescoço, o que eu já sei que é a minha coleira. Ele me vira de frente para ele e coloca o vibrador que estava dentro de mim na minha boca, e amarra a calcinha na minha cara, deixando apenas os meus olhos para fora.
Meu mestre vai até a gaveta da sua mesa e pega uma corda. Ele manda eu colocar as mãos para trás e amarra elas, bem apertado. Por último, ele prende a corrente na minha coleira, e saímos do escritório dele desse jeito. Agradeço por pelo menos ele não ter tirado o meu vestido, e mandado eu andar pelada pela empresa como a madame Nora fazia.
Mas ainda assim, do jeito que estou, chama atenção de todos, pois os olhares dos curiosos caem em cima de mim. Ele me conduz assim até o seu carro e me senta no banco antes dele.
Kirill: – Agora tire o vestido, para onde estamos indo, roupas são desnecessárias. – olho para ele e tento puxar as minhas mãos, mas não consigo, como ele quer que eu tire o vestido com as mãos amarradas para trás? – Esqueci, deixa que eu te ajude.
Ele segura na parte do decote e vai rasgando o vestido de cima a baixo. Depois faz o mesmo na parte de trás e por último nas mangas. Tento tirar um pouco o vibrador da minha boca, sem que ele perceba, pois o toque na minha garganta está me incomodando bastante.
Mas ele parece que percebeu e leva uma das mãos, pressionando-o mais na minha boca. Fecho os olhos apertando com força e tento jogar a minha cabeça para trás.
Kirill: – Deixa essa porrä assim, se começar com frescura vou colocar meu päu na sua garganta e vai ser muito pior. – balanço a minha cabeça concordando, mas ele dá outro empurrão com força, e uma lágrima até cai dos meus olhos. – Chegamos.
Olho para fora, onde a fachada parece o prostíbulo da madame Nora. A tonalidade de vermelho com preto dá uma impressão de erotismo sádico. Ele desce primeiro e abre a porta para mim. Me vira de costas para ele e desamarra as minhas mãos.
Kirill: – Aqui você é a minha cadelinha, e terá que andar de quatro como se fosse uma. Se abaixe e fique de quatro. — Ele me puxa pela coleira até o porta-malas do carro e retira dois objetos de dentro. Um plug anal com rabo rosa e uma ball gag preto (mordaça com bola).
O plug, ele coloca no meu ânus, e a ball na minha boca. Ele começa a caminhar, entrando no salão, me puxando pela coleira como se eu fosse uma cadela mesmo. Assim que as portas se abrem, eu fico impressionada com o lugar.
As meninas já tinham me falado como era aqui, mas uma coisa é ouvir falar, outra é ver com os próprios olhos. As luzes são bem fracas, e a iluminação se dá mais pelas velas decorativas. A decoração tem uma tonalidade de metal, e todos os móveis são de madeira e alguns forrados com couro.
Vejo várias portas, e pelo que as meninas me contaram, em cada uma delas fica uma sala para diferentes atividades. Estou curiosa para saber o que tem por trás de cada uma, porém, tenho medo de descobrir. Ele para de andar e manda eu sentar. Como se eu fosse realmente fugir, ele prende a corrente em um poste, onde tem mais escravas sentadas esperando seus donos.
Ele começa a conversar com outro homem e, ao olhar para a escrava ao meu lado, percebo que seja o dono dela. Ele traz uma vasilha rosa, e coloca no chão, e manda ela e eu bebermos. Olho para a escrava, que obedece de imediato. Meu dono vendo que eu não posso beber por causa da mordaça, tira ela e ordena que eu beba.
Abaixo a minha cabeça e tento imitar ela, puxando a água com a minha língua para dentro da minha boca. Não é água, mas também não é suco, é transparente, mas é bem adocicada. Nossas línguas se batem diretamente, principalmente quando chega no fim, mas sabemos que não devemos deixar nenhuma gota sequer, ou seremos punidas.
Desconhecido: – Acho que já está na hora, vamos levar elas para a sala dos pets, ela já está preparada para nossas cadelinhas. – olho para a mulher, que fica de quatro, e abana o rabo para o seu mestre. O meu pega a minha coleira e me puxa, me levando até a sala do inferno...
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Atualizado até capítulo 96
Comments
Silvana Schuwanz bernardo
altora quantos capítulos vai ter essa história?
porque eu preciso preparar bem o meu piscicologico, pelo que tô vendo Helena vai sofrer muito ainda nessa história, e até mesmo se caso existir uma possível paixão avassaladora entre os dois e existir um feliz para sempre kkkkkk porque do jeito que eu tô com ranso dele e vontade de matar ele kkkkkk é muito sofrimento pra ela meu Deus 😔
2024-07-12
195
Gedena Airam
☝️🤡 ÔPAIO ‼️
ISSO TÁ PARECENDO UMA DAS COLÔNIAS DO UMBRAL ‼️🙄
2025-03-24
1
Valdirene Roberto
autora acho que vc está sendo muito cruel 🙈
2025-02-21
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