Helena,
Sou despertada pela manhã com um barulho de cinto se estralando, e assim que abro os olhos, vejo ele em pé do meu lado com o seu päu apontando para mim.
Kirill: — Te falei que era para você me acordar como, escrava?
— Te chupando mestre, desculpa se eu dormir demais. — me sento na cama, e coloco a mão na base do seu päu, e começo a pünheta-lo.
Ele coloca o cinto no meu pescoço, e puxa, deixando bem apertado, mas não ao ponto de me sufocar. Passo a língua na cabeça do seu päu, e vou tentando enfiar até onde dá, pois o cinto está me atrapalhando. Ele puxa o cinto e isso me sufoca. Eu tiro o päu dele da minha boca na mesma hora.
Kirill: — Vou te enforcar se você não enfiar tudo na sua boca, até seu queixo bater no meu saco.
Quase ficando sem ar, volto a colocar a minha boca, abrindo ela toda, dando passagem para o seu päu passar pela minha garganta. Ele afrouxa o cinto, mais ainda sim não consigo respirar, já que estou instalada com ele dentro de mim.
Puxo a minha cabeça para fora, e um monte de baba vem junto. Olho para ele, que está sorrindo igual um demônio. Volto a colocar minha boca, e começo a fazer um vai e vem, uma garganta profunda, na verdade. Com alguns minutos assim, ele segura minha cabeça até o talo, e começa a gözar. São vários jatos descendo diretamente para o meu estômago.
Kirill: — Delícia. Agora vai para o seu quarto e veste a roupa que separei para você. Está em cima da cama. Tome um banho, fique bem cheirosa, que você vai sair comigo.
— Sim, mestre. — Me levanto e sigo para o quarto, e a roupa que ele estendeu na cama é um vestido preto, estilo social. Vou ao banheiro, tomo meu banho, ficando do jeito que ele mandou, bem cheirosa. Saio do banheiro, e ele já está me esperando no quarto.
Antes que eu vista a minha roupa, ele pega duas coisas em cima da mesinha da cabeceira: Um grampeador de seios, e um vibrador com alças do lado, para ficar preso dentro de mim. Depois ele me ajuda a colocar o vestido, não permitindo que eu coloque calcinha e nem sutiã. Ele pentea o meu cabelo para o lado, e manda deixa-lo solto, pois assim que eu fico mais bonita. Ele pega na minha mão, como se fossemos um casal, e descemos juntos para tomar o café da manhã.
Ele se senta na cadeira da ponta e me coloca para sentar ao lado. Ele olha para cima da mesa e franze a testa. Olha para o meu lado e olha para o dele, estranhando que no meu não tenha copo, xícara e nem um prato. Ele ergue a cabeça e chama a empregada que está com as costas na parede.
Kirill: — Quantas pessoas tem nessa mesa? — ela olha para mim e não responde à pergunta do meu mestre. Ele se levanta furioso, batendo com as mãos na mesa, assustando nós duas. — É muda, karalho?
Empregada: — Não, senhor, tem duas pessoas, mas eu pensava que só o senhor ia tomar café agora pela manhã e...
Kirill: — E o que você vai fazer agora? Sabe, ou tenho que te mandar embora e procurar uma que saiba trabalhar?
Em um pulo, ela sai às pressas para a cozinha. Ele volta a se sentar e ajeita seu terno, sem dizer mais nenhuma palavra. Não tenho certeza, mas ele tem algumas atitudes que me deixam feliz e depois me assustam, me dando uma sensação de que ele é bipolar.
Depois da empregada colocar as coisas na mesa, tomamos café juntos, porém, tudo que eu comi foi o que ele colocou no meu prato, não deixando que eu pegasse mais nada além do que ele me serviu. Ele se levanta e me puxa pela mão para acompanhá-lo. Entramos em seu carro, e ele manda o Kevin nos levar à empresa.
Quando eu me sento no banco, sinto o vibrador entrando mais em mim, me causando uma sensação de desconforto. Ele sorri e passa a mão na minha perna, subindo até tocar no vibrador e tenta empurrar mais. Tento me controlar, mostrando que não está me afetando, e só aí ele tira a mão de mim.
O carro para em um prédio enorme, quase torço meu pescoço para olhar o final dele. Ele desce pela porta dele e abre a minha. Seguimos para dentro, eu abaixo a minha cabeça para não olhar para ninguém, mas vou seguindo lado a lado do meu mestre. Entramos no elevador, e ele fica atrás de mim. Sutilmente, ele levanta a barra do meu vestido e fica alisando a minha bunda, às vezes colocando o dedo dentro do meu ânus.
E é aí que eu me dou conta de que ele me trouxe para cá para transar em seu escritório. Até cheguei a pensar que eu seria uma boneca sexual que o serviria só em sua casa, mas agora percebo que será em qualquer lugar.
As portas se abrem, e ele abaixa o meu vestido. Passa na minha frente, me chamando com a mão para acompanhá-lo até uma porta que tem o nome CEO em uma plaquinha de ouro.
Kirill: — Senta, vou resolver algumas coisas aqui, e depois vamos para outro lugar. — Me esqueço do vibrador e me sento de uma vez, e parece que ele foi parar em meu útero. Cruzo as minhas pernas e tento empurrá-lo para fora, fazendo força para que ele saia pelo menos um pouco.
Ele vai deslizando, e eu fico meio sentada de lado, pois encontrei a posição mais confortável. Um homem entra na sala, só bato o olho e abaixo a minha cabeça para que o meu mestre não perceba que eu olhei para ele.
Paolo: — É ela? — o cara pergunta, e eu finjo que não é comigo, apesar de só ter eu de mulher aqui dentro.
Kirill: — Sim, é ela. Eu disse que seria minha, tá aí. — Meu mestre fala, e franzo a sobrancelha. Ele falou de mim para outra pessoa antes de me comprar?
Paolo: — Você foi corajoso em trazer ela aqui. Vai levar ela lá no...
Kirill: — Vou, Paolo, eu preciso que você descubra sobre essa pessoa aqui, me mande tudo por email. Vou precisar ficar alguns dias em casa também, e você ocupará o meu lugar. Rose... — olho para ele, que se aproxima mais de mim. — Vou em uma reunião agora, e você vai ficar aqui. Não é para sair para nada.
— Sim, mestre. — respondo balançando a cabeça. Ele pega no braço do amigo e sai, me deixando sozinha na sala. Dez minutos depois, o amigo dele retorna na sala e se abaixa diante de mim.
Paolo: — Ele está na reunião, está ocupado agora. Venha, vou te ajudar a fugir daqui. — ele pega na minha mão e eu puxo, me afastando dele. — Eu conheço ele melhor que qualquer pessoa e sei o que ele pode fazer com você, vamos embora agora, antes que ele te machuque.
— Eu não vou, eu não vou deixar o meu mestre. — Nunca mais na minha vida irei fugir, e mesmo que ele esteja falando a verdade, vou embora para onde?
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 96
Comments
Gisele de Paula
Teve uma colega que disse que ele tinha que ficar muito doente não ele tem que ficar saudável bem saudável que graça ele doente e ela cuidando não tem que estar bem. Pra poder ver sentir o que é bom tenha certeza que vai sofrer igual um condenado. Ela vai dar a volta por cima o bom de romance Drake e a hora que o jogo virar pois sempre virar.
2024-07-11
147
Flora Maria Inacio
e agora Rose? vc falou com um homem... só espero que seu "mestre "não saiba
2025-02-27
0
Nélida Cardoso
ele mandou o amigo testar ela que loucura 😱😱😱😱😭😭😭😭😡😡😡😡
2025-03-25
0