Capítulo 03

LILITH NARRANDO

Como sempre, Baile bombandø, gatinhos dando bobeira e eu soltinha na pista, dei uma sentada gostosa mais cedo no meu peguete de sempre, Dom, ele é vapor de confiança, gostoso demais , mas não quero e nem vou assumir nada.

Ganhei um punhal maravilhoso do meu irmão e já quero estrear na cara de alguém, Tomara que o próximo que eu for acertar contas seja bem Filho da püta que é para eu usar com gosto.

Bailão de aniversário, David está trazendo o MC Davi, para cantar e alegrar o nosso baile, deixei os moleque das boca já na atividade, quero meta e não aceito menos, se não tem competência para vender as paradas se joga na BR e mete o pé, aqui não é lugar para fracote.

já tá tudo no esquema certinho coloquei um shortinho, um top, uma bota estilo coturno, deixei meu cabelo solto, porque eu gosto de jogar o cabelo na cara das inimigas.

Você sabe que é brincadeira né, até porque nenhuma das minhas inimigas estão vivas para dizer que sentiu o perfume das minhas madeixas.

Descemos para Quadra, o proibidão rolando, muita raba balançando, as nossas paradas sendo usada por todos os lados é disso que eu gosto.

Os vapor já fizeram aquela famosa cerca entre nós, rajadão de Füzil para cima, me sinto a própria Rainha das profundezas.

Subimos para o camarote muitos aliados, Também vi muitas marmitas de acompanhante, tem dono de Morro que não tem vergonha na cara mesmo, deixa a mulher em casa e vem para o Morro dos outros trazendo püta.

O bailão Rolando, bebi, dancei, Me emocionei com o meu irmão pedindo a Thay em casamento, ao contrário de mim o meu gêmeo é romântico e Sempre foi apaixonado por essa mulher.

Para mim, corpinhos masculinos não passam de brinquedo, objeto sexual para me satisfazer.

Até que eu estava dançando e senti alguém passando a mão na minha bunda, certo que eu gosto da coisa, mas não permito que ninguém me toque assim.

Quando virei para olhar era um sub dono de morro e o f************ é casado trouxe uma marmita e ainda estava passando a mão na minha bunda, na mesma hora saquei a minha pistola do cano da bota eu botei na cara dele.

— Qualé, Meu irmão, tá Chapadão Caralhø.

Meu pai e o David já correram para o meu lado perguntando o que aconteceu, esse aí se fudeu de verde e amarelo e nem sabe ainda.

— Passando a mão onde não deve, e sem receber convite.

Não terminei de fechar a boca, David pulou em cima dele socando a cara do tarado, O baile estava em completo silêncio, todo mundo fazia a mesma expressão "uuh" para cada soco que David dava na cara dele.

Meu pai odeia esse tipo de coisa, minha avó paterna quase foi vítima de um abuso, o meu pai chegou bem na hora e isso deixou ele um pouco traumatizado.

Infelizmente não podemos matär um irmão da família do comando, sem julgamento, os únicos que podem fazer isso são os Fernandes, o meu pai e mais os outros Aliados tiraram o David de cima do Otário lá que nem sei o nome, é tão insignificante que nunca fiz questão de saber.

David mandou os vapor prender ele para entregar ao Dk para julgamento, nosso chefe do Comando Geral CV.

Mandei o Mc Davi voltar a cantar, o DJ tocar que o baile não tinha acabado, não vou deixar que um Füdido estrague a minha noite, ainda não encontrei o meu próximo brinquedinho.

As meninas do Morro do Estado falando que sou doida, Eu sou loucona mesmo, essa é a minha identidade.

Tomara que no julgamento eles me deixem ser executora, preciso estrear o meu punhal novo e essa é a ocasião perfeita, para espairecer meus pensamentos e deixar de ser cachorra raivosa, é assim que a minha avó me chama.

Tomei uma dose de whisky no bar, encostei minhas mãos na grade e fiquei procurando se tinha alguém que me interessasse no meio da galera, vi um moreno alto dei aquela conferida se não estava acompanhado, odeio bancar a talarica, mesmo sem ser amiga da mona, mais respeito os machos comprometidos.

O gatinho estava com um grupo de amigos, desci do camarote rodeada de vapor segurança, já dei as ideia que é para ficar um pouco afastado e me deixar ir a caça.

Muita mulher dá em cima de mim, não tenho nada contra, mas prefiro o brinquedo que não tenho.

Me escorei no balcão do bar da pista, dei aquela conferida no gato e minha nossa ou na cama do meu barraco, lógico que eu não levo homem para dentro de casa meu pai iria surtar cada vez que eu aparecesse com um diferente.

O gatinho tomou coragem, chegou junto e soltou uma cantada bem tiozão, adoro essa inocência.

— Tá Calor né.

— Acho que você está com muita roupa, o clima tá fresquinho.

Sentir todo meu corpo esquentar sob o olhar do Playboy deus grego, tratei logo de me apresentar, vai que ele só come quem conhece.

— Satisfação, Lilit

— Prazer Lilith, Jeferson.

Começamos a conversar, e arrastei o Gatinho pro meu colchão, parabéns para mim, grande foi o Mastro que ganhei de presente.

*********

Só para matar a saudade de vocês ❤️‍🔥

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Comments

Carla Gemima Gama

Carla Gemima Gama

vc disse um pouco mas louca ela é doidinha

2024-12-28

0

Celia Chagas

Celia Chagas

É ela é bem diferente da mãe, um pouco mais louca 😁😁😁

2024-11-23

1

Edileusa Dias

Edileusa Dias

Essa aí não doidinha não ela é doidona kkkkkkk

2024-12-28

1

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