Tem sido incrível namorar meu doutor bonitão sem ter que me esconder. Na verdade, nunca foi escondido, meu pai sempre soube.
Ruan é um homem incrível romântico por natureza, mas entre quatro paredes esse homem dá um show.
Passamos dois dias sem nos ver, já que ele teve que ir a um congresso de advocacia em outra cidade e teve que levar a loira, já que é a estagiária dele. Fiquei p*ta, pois não pude ir, já que tinha um seminário importante para apresentar na sexta que foi quando viajaram, meu pai foi junto, menos mal, já que é o chefe, devem se comportar perto dele.
Eles viajaram sexta à tarde, passaram a noite e o dia inteiro de sábado e dormiram lá outra vez e estão chegando hoje, que é domingo.
Estou aqui em seu apartamento esperando-o chegar.
Montei uma mesinha com frios para nós dois e comprei o vinho que ele gosta.
Comprei uma lingerie nova, toda de renda, vermelha e com cinta liga, ele ama essa cor em mim e ama lingeries com cinta liga.
Estou usando apenas a lingerie e meus saltos louboutin, deixei os cabelos soltos e passei um batom bem vermelho.
Meu celular vibra, é uma mensagem dele.
"Acabamos de chegar no aeroporto."
"Indo para casa, posso ir te ver mais tarde?"
"Estou com saudade."
"Amo você, minha gostosa."
"Luíza?"
"Onde está? Porquê não responde?"
"Estou ficando preocupado 😔"
Ignoro as mensagens dele, quero fazer uma surpresa, espero que ele não decida ir me procurar em casa, senão vai estragar minha surpresa.
Aguardo um tempo e ouço o barulho da chave, logo meu homem passa pela porta muito cabisbaixo, tanto que nem botou minha presença.
— Saudades é? — ele olha para mim e seu rosto se ilumina.
— Isso é coisa que se faça sua safada? Eu pensando que tinha acontecido algo. — sorrio, eu amo quando ele me xinga.
Nós dois gostamos de um sexo bem devasso e com muitos palavrões, para mim o que os dois estiverem confortáveis em fazer e dizer entre quatro paredes é válido.
Ruan me xinga de tudo que é nome na hora do sexo e eu adoro, mas fora dela me respeita, me trata com o maior carinho e com todo o amor do mundo.
Bem do jeito Alencar de ser.
Eu topo tudo, só não divido meu homem com ninguém, sexo à três ou grupal para mim não rola. Deus me livre de ver meu homem tocando em outra.
— Me respeita seu cachorro! — ele sorri.
— Se eu sou cachorro e você é minha mulher, isso faz de você o quê? — sorrio. — Você já está usando até uma coleirinha. — na lingerie tem uma.
— Você não presta Ruan!
— Eu?! Quem está aqui no meu apartamento quase sem roupa e de coleirinha é você.
— Gostou?
— Se eu gostei? P*ta que pariu Luíza! Você ainda me mata qualquer dia desses. Vem cá vem? — ele me chama.
Ruan deixa as coisas dele em um canto e senta no sofá e pede para eu sentar em seu colo.
Caminho até ele e monto em seu colo, e ele me puxa pela a correntinha da coleira da lingerie e me beija.
— A loira deu muito em cima de você? — pergunto.
— Eu não gosto de loiras. — ele faz uma careta. — Gosto de uma morena muito safada, que é minha p*tinha na cama. — sorrio.
Eu disse!
Ele me xinga e eu adoro.
— Eu sou mesmo. — digo.
— Você é um perigo mulher. — ele aperta minha b*nda e eu rebolo em seu colo.
— Vai ficar só olhando ou vai me c*mer?
— Deixa eu te olhar mais, você tá gostosa demais assim, p*ta que pariu.
— Tudo pra você, seu cachorro, agora me c*me vai! — ele puxa minha coleira e me beija de novo.
— Ainda não, eu vou beber um vinho e quero que se toque pra mim.
Levanto do colo dele e me sento na poltrona do lado oposto ao sofá que ele está sentado.
Ruan serve-se de uma taça de vinho e se senta.
Tiro a calcinha e levo meu dedo indicador até a boca e o chupo olhando para ele, desço até minha intimidade e começo a me tocar e Ruan me olha fascinado.
Ele tira os sapatos e começar a tirar o terno, sem tirar os olhos da minha mão e dos movimentos que faço com ela.
Enfio dois dedos dentro de mim e faço movimentos de vai e vem e gemo descaradamente.
— Acho que vou ter que g*zar nos meus dedos, já que não tem nenhum p*u aqui pra me f*der!
— O c*ralho que vai!
Ruan se aproxima de mim e se ajoelha entre minhas pernas e começa a me chupar.
— G*me pro seu macho vai p*tinha. — ele me invade com a língua e puxa minha coleira.
Homem safado do c*ralho!
— Come sua p*tinha vai.
— Você é uma p*tinha mesmo Luíza, gostosa! — ele dá um tapa na minha intimidade e eu dou um pulo no lugar.
Ele coloca uma perna minha em cada braço da poltrona me deixando totalmente aberta para ele.
— P*rra! Gostosa demais. Agora vou f*der essa b*ceta.
— F*de vai! Me f*de com força.
Ruan se coloca entre minhas pernas e me penetra de uma vez me fazendo gemer.
— Tava querendo não é?
— Tava.
— G*me no p*u do teu macho vai! G*me p*tinha. — sorrio. — A quem você pertence?
— A você doutor, só a você!
— É?
— É! Sou toda sua!
— É minha sim! — ele puxa a correntinha da coleira e me beija.
Ruan para de se movimentar e me ajuda a levantar e senta-se na poltrona me fazendo sentar de costas para ele.
— Senta no meu p*u vai! Senta bem gostoso. — assim eu faço.
Ruan desce a mão para meu ponto sensível e faz movimentos circulares, enquanto sento bem gostoso no meu homem.
— Isso... Senta assim! Gostosa.
— Eu vou g*zar.
— G*za bem gostoso no p*u do seu macho vai sua p*tinha.
— Sim!
Ruan acelera os movimentos em meu ponto sensível e eu esguicho forte em cima dele e ele sorri.
— É uma p*tinha mesmo, g*za como uma!
Ele continua me tocando e logo outro esguicho vem, Ruan sorri, ele ama quando isso acontece, ele gosta demais.
Ruan me tira de cima dele e já sei que é a hora do meu leitinho.
Abro a boca e Ruan se masturba até se derramar todo em minha boca, engulo tudo e deixo seu membro bem limpinho, do jeitinho que nós gostamos.
— Você ainda vai ser minha morte Luíza. — sorrio.
— Gostou da surpresa?
— Adorei meu amor, você é incrível, nunca vou me casar de estar com você.
— Nem eu amor.
— Te amo minha Lulu.
— Também te amo Ruanzinho.
E como eu falei, seus xingamentos são só na hora do sexo, esse homem é o mais incrível que já passou em minha vida, não há ninguém no mundo que me faça sentir o que esse homem faz.
Ruan é o grande amor da minha vida e eu não trocaria nada disso do que temos jamais.
— Eu te trouxe um presente minha princesa. — ele diz indo até a mala.
Ele me entrega o pequeno embrulho e eu abro, dentro tem uma caixinha de veludo.
— É lindo. — digo olhando para o par de brincos de esmeralda.
— Lembrei dos seus olhos quando vi.
— Obrigada amor, eu amei.
— Seu pai trouxe um pra sua mãe também. — sorrio.
— Quero que nosso relacionamento seja igual ao dos nossos pais. — digo, pois tanto os meus pais, quanto os pais do Ruan são casados faz muito anos.
— Vai ser meu amor. Vamos casar, ter logo uns quadrigêmeos de uma vez, uns três cachorros, uma casa grande com jardim do jeito que você sempre quis.
— A casa, o jardim e os cachorros, ok, mas quadrigêmeos não! — ele gargalha alto.
— Nós vamos dar uns filhos muito lindos! Não vai me dar filhos?
— Quando eu tiver, tipo uns trinta.
— Isso tudo?
— Claro! Primeiro quero aproveitar bastante com você, depois pensamos nos filhos.
— Como quiser minha princesa, você quem manda!
— Ainda bem que você sabe. — digo e ele sorri.
— Eu sei sim, você está no controle de tudo meu amor, da minha vida e do meu coração.
— Te amo Ruan.
— Também te amo Luíza.
Nos beijamos e é como se nada mais existisse, como se nada mais importasse, somente nós dois e nosso amor.
Aqui é romance com uma grande pitada de safadeza.
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Atualizado até capítulo 27
Comments
Rose Gandarillas
cansar com N no meio das duas sílabas. Não é a primeira vez que vejo.
2025-03-12
0
Maria Do Socorro Bezerra
Penso igual. Se os dois gostam e aceitam, está tudo bem.
2025-02-16
1
Edna Dias
Luíza é uma safada e Ruan um pervertido na cama, aí a coisa pega 🔥🔥
2025-01-29
2