...Ruan...
Luíza sempre foi muito próxima a mim, mas eu nunca havia olhado para ela com outros olhos, até porque sempre fomos ensinados a tratar nossos primos como irmãos.
E quando Luíza começou a me tratar de outro modo eu estranhei muito e tentei lutar contra a todo custo, mas quem disse que ela se deu por vencida. Ela insistiu até que eu acabei cedendo e nos beijamos.
Eu fiquei muito confuso, e passei dias a evitando, até o dia em que meus pais a levaram para viajar para a casa de praia conosco e ela acabou entrando em meu quarto e nós dois acabamos tr*nsando.
Me senti muito sujo e culpado por isso, afinal Luíza é minha prima e era só uma menina, tinha quinze anos e eu já era um homem, tinha vinte.
Pensei em contar para os nossos pais, mas ela implorou para eu não fazer isso e eu acabei me calando.
Passamos dois anos ficando sem ninguém saber, até o dia em que a Bella descobriu e nós decidimos terminar antes que outra pessoa descobrisse e desse uma confusão maior.
Isso foi muito difícil para mim, pois desde o exato momento em que ela me beijou algo mudou em mim e eu me apaixonei por ela e depois disso não consegui gostar de mais ninguém.
Fiquei com muitas outras, e tive um relacionamento sério que durou por dois anos, mas acabou em nada.
Luíza também namorou um moleque, por dois anos, foi um martírio para mim ter que vê-la em todas as reuniões de família com ele ao lado.
Passei a noite me segurando naquela boate para não partir para cima daquele otário, não estava mais aguentando vê-lo com as mãos em cima dela.
Tive que tirá-la de lá e trazê-la para o meu apartamento e mostrar para ela que ela é minha e de mais ninguém. Tive que mostrar que ela e seu corpo pertencem a mim.
Não de uma forma abusiva e possessiva, não sou assim. Quando digo que ela é minha é uma forma de dizer que eu a amo de verdade e que nós devemos ficar juntos, pois só seremos felizes um com o outro, pois eu também a amo e não consigo mais ficar longe dela e nem vou conseguir ser feliz com nenhuma outra que não seja minha Lulu.
Observo a linda morena dormindo de bruços em minha cama, os cabelos longos espalhados pelo travesseiro. Luíza é uma mulher muito bonita, chama atenção por onde passa e eu não posso deixar outro tomar o meu lugar. Mesmo que para isso eu precise brigar com metade da minha família, eu não me importo, o que importa é ficar com minha morena.
— Amor? — a chamo e dou um beijo em sua bochecha.
— Hum?
— Acorda princesa.
— Estou com sono ainda.
— Cansada?
— Sim, fomos dormir muito tarde, que horas são?
— 12:30.
— Sério?
— Sim amor, eu fiz café.
— Vou tomar um banho.
— Tem uma roupa da Duda pra você, pedi pra ela trazer.
— Ela veio aqui?
— Sim, somos vizinhos, ela mora aqui ao lado.
— Ah!
— Ela disse que sua mãe ligou, e ela disse que você estava dormindo, acho melhor ligar para eles.
— Eu vou ligar.
— Aproveita e diz que vai passar o resto do dia aqui.
— É! Eu vou dizer assim: "Oi mamãe, não vou pra casa agora, vou tr*nsar mais um pouco com meu primo advogado gostoso". — ele sorri.
— Sou seu primo, mas também sou seu namorado e outra, eu sou adotado, nem seu sangue de verdade eu tenho.
— Sabe que na nossa família não há distinção, você e suas irmãs são da família e pronto.
— Eu sei, nossa família é incrível.
— Sim, muito.
— Eu sou muito grato aos meus pais por terem acolhido as minhas irmãs e a mim.
— Eu sei meu bem, ainda bem que eles escolheram vocês. Seus pais são incríveis, eu amo muito os dois.
— Eu também amo seus pais Lulu.
— Para de me chamar de Lulu! Esse era meu apelido de criança.
— Eu gosto de te chamar assim.
— Ha, ha! Muito engraçado. — sorrio para ela.
Só que meus pensamentos voltam para um lugar onde eu não queria, mas precisamente para a o pequeno quarto com um banheiro, sujo, na periferia da cidade.
Eu visualizo, uma mulher muito magra, jogada em um sofá sujo, drogada, enquanto três crianças sujas, magras e famintas ficam sentadas no chão perto dela, sendo que uma delas é apenas um bebê, sendo cuidada por outras duas crianças.
Os pesadelos com essa época ainda me assombram, passei tanta fome e fui tão maltratado, mas sempre tentei cuidar das minhas irmãs.
Duda também sofre com pesadelos, isso foi algo que marcou nossas vidas, por sorte Manu era só um bebê e não lembra de nada, os únicos pais de quem ela se lembra são Beatriz e Michel, os anjos que apareceram em nossas vidas.
— Amor, não precisa lembrar dessa época, está tudo bem agora. — Luíza diz e me abraça.
Eu acaricio seus cabelos e beijo seu pescoço. É muito bom tê-la aqui comigo, se eu pudesse ela estaria sempre, mas infelizmente temos que esconder o que temos.
Meu celular toca em cima da mesa de cabeceira, ela vai até lá e pega para mim.
— Seu pai. — ela diz.
— Oi pai. — digo atendendo o celular.
— Tudo bem filho?
— Sim, e com o senhor?
— Bem demais! Escuta, deixa eu te falar.
— Sim.
— Sua mãe e eu decidimos ficar até domingo e queria pedir para você ir alimentar os cachorros, molhar as plantas e também dar uma olhada nas suas irmãs.
— Pode deixar pai, aproveite, diz pra minha mãe que eu mandei um beijo.
— Tá bom filho, obrigado.
— Por nada pai, amo vocês.
— Também te amo, meu filho.
Luíza me olha e sorri, que sorriso, que mulher meu Deus!
— O que foi? — pergunto.
— Sei lá! Tenho medo de acordar e perceber que tudo isso é um sonho.
— Não é um sonho princesa, é bem real.
— Eu não quero mais ficar longe de você Ruan, já sofri demais.
— Eu também não quero ficar longe de você, se quiser vamos agora pra sua casa e eu converso com o tio Caio e resolvemos isso logo de uma vez.
— Vamos com calma, eu posso fugir para ficar com você de vez em quando.
— De vez em quando?
— Sim.
— Te quero todo dia.
— Casa comigo então! — ela diz e eu a encaro.
— Tá passando da hora mesmo! Tenho 26, daqui a quatro anos faço 30, tenho que casar mesmo e vai ser com você.
— Tem que ser comigo mesmo! Eu sempre soube que eu iria me casar com você.
— Será que seu pai deixa?
— Provavelmente ele vai querer matar nós dois.
— É verdade! O tio Caio é muito ciumento com vocês.
— É nada! É só pose, mas agora entre mim e você é complicado, porque na cabeça das pessoas da nossa família nós somos irmãos.
— Eu só sei de uma coisa Luíza!
— O quê?
— Você não vai mais ficar com ninguém!
— E nem você! Pode tratar de dizer pra aquela loira peituda que você tem dona.
— Tá com ciúmes?
— Morrendo...
— Hum... não precisa ter minha princesa.
— Pois trate de dizer que agora você tem dona!
— Eu sempre tive, sempre foi você.
Antes que ela possa dizer algo a companhia toca, nós olhamos um pro outro sem saber o que fazer.
— Vai abrir! Eu vou ficar aqui no quarto!
— Ok.
Visto a calça de moletom e vou abrir a porta, me deparo com Théo parado na porta.
— Preciso conversar cara. — ele diz entrando.
— Fala aí.
— Acho que eu fiz merda!
Se você fez, imagina eu!
— Eu fiquei com uma das nossas primas. — nego com a cabeça e me jogo no sofá.
— É sério? Qual delas? Foi com uma das minhas irmãs?
— Não!
— Cara! É quem eu estou pensando? — ele assente e vira a tela do celular mostrando uma foto dela para mim. — Você tá f*dido, mas vocês tr*nsaram?
— Não, foram só uns beijos, mas estou me sentindo culpado.
— Sei bem como é isso. — ele me olha confuso.
— Sabe?
— Eu imagino.
— O que eu faço?
— Se você gosta dela, vai em frente.
— É esse o conselho que você me dá?!
— É o que eu faria!
Literalmente.
— Você é um filho da mãe Ruan! — sorrio.
— Eu sou!
— Está acompanhado filho da mãe? — ele pergunta segurando a bolsa da Luíza.
— Estou.
— Eu vou indo então, não quero atrapalhar! Até mais, use camisinha. — ele diz e vai embora.
Eu volto para o quarto e não encontro Luíza, ouço o barulho do chuveiro, minha morena está tomando banho. Tiro a roupa e entro no box com ela.
Meu p*u já está duro, essa mulher vai ser minha morte.
— Não me esperou?
— Estava precisando de um banho.
— Certo.
— Quem era?
— Théo.
— O que ele queria?
— Conversar.
— Ah! Homens!
Desligo o chuveiro e a encosto na parede.
— Eu vou ter que te comer outra vez Luíza.
— Faça isso. — sua mão desce até o meu membro.
— Não consigo ficar longe de você amor.
— Então não fique. — ela se ajoelha na minha frente e abocanha meu membro.
— P*rra! Chupa gostoso vai.
— Vai me dar leitinho?
Essa Luíza é uma safada, e eu adoro isso nela, carinhosa e safada na medida certa.
— Vou, mas antes quero comer sua b*ceta.
Ela passa alguns minutos me chupando e que chupada, essa filha da mãe sabe usar essa boca.
Luíza sempre foi pra frente, nunca teve vergonha de nada. Tanto que em nossa primeira vez, ela tirou toda a roupa, puxou meu calção pra baixo e caiu de boca em mim.
Essa peste sempre foi um perigo.
Puxo ela pelo cabelo a fazendo levantar e viro-a de costas, a encosto no box e a penetro de uma vez, ela geme e joga o corpo para trás.
Seguro firme em seus cabelos enquanto meto com força, puxo sua perna esquerda para cima e seguro firme e continuo minhas investidas em sua b*ceta.
— Ruan... Eu vou...
Paro de penetra-la e me abaixo, colocando uma de suas pernas em meu ombro e começo a chupar sua b*ceta, enquanto a penetro com dois dedos, ela geme alto e sinto suas pernas fraquejarem e eu a seguro firme no lugar.
— G*za vai, g*za na boca do seu homem!
O prazer dela é tanto que a safada esguicha na minha cara, eu sorrio satisfeito. Luíza sempre foi muito sensível, sempre teve orgasmos muito intensos, em sua primeira vez eu a fiz g*zar duas vezes.
— Eu não consigo ficar em pé! — ela diz.
Eu a pego no colo e lhe sento na bancada da pia e volto a chupar sua b*ceta.
— Eu quero mais, g*za na minha cara de novo vai!
— Seu filho da mãe! Vai me matar desse jeito.
— Só se for de prazer, g*za safada vai.
Continuo chupando e movimento meus dedos rapidamente dentro dela, até que vem outro esguicho na minha cara e eu sorrio satisfeito.
— Agora meu leitinho. — ela diz tentando controlar a respiração.
— Consegue levantar? — pergunto.
— Sim.
Tiro-a de cima da bancada e ela se ajoelha na minha frente e começa a chupa meu p*u, logo encontro minha libertação dentro de sua boca, a safada engole tudo e ainda lambe os lábios, e eu nego com a cabeça.
A puxo para um beijo e nossos gostos se misturam em nossas bocas, isso é muito gostoso e excitante.
Tomamos um banho e quando saímos do banheiro já passa das 14:00 horas da tarde. Também ela levantou às 12:30, e eu ainda conversei um pouco com Théo, o tempo voou.
Visto apenas uma cueca boxer preta e ela uma camisa minha.
— Vai querer tomar café ou almoçar?
— Acho que almoçar. — ela diz.
— Vou pedir alguma coisa, eu até cozinharia, mas já está muito tarde.
— Claro! Você só pensa em me comer!
— E tem coisa melhor? Se eu pudesse inclusive te comeria agora, outra vez, mas eu preciso te alimentar com comida de verdade, se seu pai soubesse que além de te comer eu não te alimentei direito aí que ele me matava de verdade.
— Pode ter certeza que sim.
A campainha toca outra vez e ela olha para mim assustada, ela é ousada, mas morre de medo do tio Caio descobrir de nós dois.
Vou até ao quarto para me vestir e Luíza vem atrás de mim. Visto um calção de tecido fino e volto para a sala e ela fica no quarto.
— Trouxe comida. — Duda diz.
— Ah! Obrigada, eu ia pedir algo.
— A Manu tá doida pra vir aqui ver com quem você está, cadê a Luíza?
— Tá no quarto.
— Vocês dois são doidos!
— Eu sei!
— Mas se te faz feliz, eu te apoio irmão e te ajudo no que precisar.
— Obrigado e pode dizer pra pirralha que ela estava certa, só peça para ela ser discreta.
— Ok! Já estou indo e diz pra Luíza ligar pra mãe dela.
— Tá, obrigado.
— Por nada. — ela me dá um abraço e um beijo no rosto e vai embora.
— Pode sair Lulu!
— Não me chama de Lulu!
— Você sempre vai ser minha Lulu.
— Não sou mais criança Ruan.
— Não mesmo! Você já está pronta para fazer crianças.
— Não tão cedo, tenho vinte e um ainda, quero me formar, trabalhar e depois talvez eu tenha um filho.
— Nós! Nós teremos um filho! Por que serei eu o pai. — ela suspira.
— Aí Ruan... para de dizer essas coisas! Assim eu fico cada vez mais apaixonada por você.
— Essa é a ideia! Eu vou casar com você Luíza, nem que eu precise te roubar do seu pai. — ela sorri e tudo ao redor se ilumina e eu sinto uma coisa estranha no peito.
— Eu te amo, Ruan. — essas palavras fazem meu coração palpitar no peito.
— Eu também te amo, amor, amo muito.
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Atualizado até capítulo 27
Comments
Rosimeire Saraiva
Que lindo esse casal. E eles pensam que o Caio já não sabe iludidos esses dois.
2025-02-20
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Solaní Rosa
eles são lindos como casal tem uma quimica incrivel
2025-03-05
1
Zete Campos
tô amando esse casal lindo eles se ama muito.
2024-12-29
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