CAPÍTULO 11

Jaqueline estava indecisa se deveria aceitar o convite de ir à festa de despedida do seu chefe, o baile seria de máscara. Se não fosse seria uma desfeita para ele que fazia questão que todos os funcionários estivessem presentes, afinal de contas não era sempre que havia festa com bebida e comida de graça à vontade. O medo de Jaqueline era sair do controle, porque ela como ninguém se conhecia bem e sabia que as consequências seriam trágicas por ela ser uma mulher cheia de energia.

Que gostava de mergulhar a cabeça nas suas aventuras, e com ela era assim, oito ou oitenta. Não entrava numa festa por qualquer coisa. E da última vez que ela participou foi a mais de quatro anos atrás que resultou na gravidez de sua filha quando se envolveu com um desconhecido que também estava de máscara e ela perdeu o controle se envolvendo com ele. Seu maior erro foi beber demais naquela noite.

E bebendo demais fazia besteira, alguma coisa mudava dentro dela que nem ela mesma sabia o porquê isso acontecia, era como se fosse ser possuída por um espírito desconhecido que fazia ela se transformar em outra pessoa, ou melhor, dizendo. Um vulcão dentro dela explodia.

Então quando se transformava em outra mulher esquecia o mundo lá fora, esquecia que tinha um nome a zelar e filha de uma família conservadora que embora amasse a filha, mas que não gostavam do comportamento estranho da filha quando bebia, ela agia de forma fria e às vezes agressiva e quando estava sóbria esquecia tudo o que aconteceu. E por essas razões tinha séria crise de choro e passava semanas com remorsos, então seus pais não deixavam ela sair sozinha porque sabiam que ela pagava mico quando bebia, ela sofria de dupla personalidade, e quando perguntavam como ela se chamava ela respondia que se chamava Renata.

Gostava de usar a sua sensualidade, chamava atenção pela personalidade e ousadia.

Ela conseguia arrancar aplausos de todos quando ela participava de qualquer festa, e gostava de ser o centro das atenções. Era vaidosa, adorava ver homens babando por ela, nunca se submetia aos caprichos de homem algum. Eram eles os escravos, diz a lenda que chamavam ela de Jezabel a malvada de outras reencarnação do antigo testamento. Que gostava de fazer os homens de escravos para saciar seus desejos outros que era reencarnação de Cleópatra, era fria não tinha sentimentos e não permitia que o homem cantasse de galo para cima dela, ela tinha domínio e um charme e indiscutível que todos se apaixonavam, mas quando ela voltava ao seu espírito normal era completamente diferente, era amiga meiga e carinhosa com as pessoas, e tinha vergonha de fazer o que fazia, talvez precisava procurar um psiquiatra! E participar de um grupo de alcoólatra anônimo para se curar do alcoolismo quando na verdade ela bebia socialmente, e o primeiro gole ela se manifestava de forma diferente. E agora ela estava numa encruzilhada, estava entre a emoção e a razão, e tudo podia acontecer, se não fosse ir perderia o emprego, se iria cometer esse deslize esse também estaria correndo o risco?

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Comments

Lenita Borges

Lenita Borges

tô achando muito repetitivo essa coisa de descrever ela todo capitulo. Fica monotomo repetir sempre a mesma história. Tá faltando maos diálogo.

2024-07-30

1

Marcia Gomes

Marcia Gomes

uau então eles vão se encontrar 😍

2024-05-09

2

Mo

Mo

vai com a filha e não bebe.

2024-05-03

0

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