Capítulo 16.

...Isis....

O jantar com Rafael não poderia ser mais agradável.

Além da comida deliciosa, o assunto entre nós nunca morria, o que, para mim, deixava o momento ainda melhor.

O risoto estava uma delícia. Depois, ele fez questão de pedir uma sobremesa e acabamos comendo um delicioso manjar de coco.

— O jantar foi muito bom.— Rafael comenta enquanto saímos do restaurante.

Sorrio para ele, assentindo em um balançar de cabeça.

— Foi incrível. Obrigada pela noite maravilhosa, Rafa.

— Você é quem deixa tudo maravilhoso, Isis.— adicionou, me fazendo sentir as bochechas quentes.

Nos aproximamos de seu carro e ele destrava, entramos no automóvel.

— O que iremos fazer agora?— perguntou, me olhando de relance.

— Bom, você pode me levar para casa— Abro um sorriso de lado—, ou me levar para a sua casa.

Novamente Rafael me olha e sorri de lado, demonstrando ter gostado da ideia.

— Mas você irá dormir comigo?

— Se não tiver problema para você, por causa de Ayla.— lembro-me que amanhã seria dia dela ir para sua casa.

— De jeito nenhum! Ayla te amou, ela adoraria sua companhia mais uma vez.— respondeu animado.

— Então, sim, posso dormir com você.

— Mas e seus pais?

— Rafael, já sou adulta!— Deixo um riso divertido sair.— Sem contar que, dona Verônica deve estar concentrada em um Dorama e meu pai deve estar lendo algum livro.

— Menos mal. Seu pai gosta de ler o que?

— Romance. Mesmo não admitindo, seu Benício é o maior amante dos romances. Ele ama os livros da Carina Rissi.

— Seus pais parecem serem legais.— comentou, olhando a estrada.

— Sim, você vai adorar conhecê-los.

— E você irá adorar dona Maria. Depois, quero poder te levar para conhecer meu pai também, ele mora no interior, então é uma viagem um tanto longa.

Vejo que ele estava com uma mão solta, pousada em sua perna. Coloco a minha por cima o fazendo me olhar rapidamente.

— Teremos bastante tempo para isso.— Pisco para ele.

[...]

Deixo minha bolsa no sofá de Rafael. Me sento no local e retiro meus sapatos, que já machucavam meus pés. Não sou tão acostumada a usar salto.

— Quer tomar um banho?— Rafael ofereceu.

— Eu adoraria. Mas não ando com uma segunda roupa na bolsa.— brinco.

Rafael solta um riso silencioso, seguido de palavras maliciosos:

— E quem disse que você vai precisar de roupa?

Isso acaba me fazendo sorrir como uma boba.

Gosto desse jeito em Rafael.

Gosto da forma como age, como sabe conversar.

Gosto de Rafael por completo.

— Então, aceito o banho.

Me levanto do sofá e vou rumo ao quarto com ele. Rafael me dá uma toalha e ambos retiramos nossas roupas.

Fomos para o banheiro, onde ele ligou o chuveiro. Amarro meus cabelos para não molhar muito e me enfio debaixo da água quente junto dele, esticando um pouco a cabeça para não molhar os fios.

Rafael me abraça por trás e passa a deixar beijos molhados por meu pescoço, fazendo meu corpo todo se arrepiar com seu toque. Fecho meus olhos enquanto sinto meu coração disparado no peito, as famosas borboletas começavam a voar por meu estômago.

Esses sentimentos me deixavam pensativa. Será que Manuela tem razão? Eu poderia mesmo ter me apaixonado a primeira vista por Rafael? O meu professor?

Não tenho uma resposta concreta ainda, mas algo me diz que não irei demorar para descobrir.

Nosso banho não foi demorado. Foi cheio de carícias e pouca conversa, o momento estava tão bom que não queria sair de lá nunca mais.

Saímos do banheiro e voltamos para seu quarto, me sequei com a toalha e estava prestes a vestir a blusa que Rafael havia pegado para mim, quando suas mãos grossas grudam em minha cintura e ele me gira para ficar de frente para si.

— Acho que não vai precisar disso por enquanto, linda.— murmurou, encarando meus olhos.

Suas íris azuis estavam mais escuras, o que o deixava ainda mais charmoso.

— Ah não?— me faço de inocente. Passo meus braços por seus ombros nus e faço um biquinho.— O que vamos fazer?

— Algo muito gostoso.— afirmou, sorrindo malicioso.— E também, que vai te fazer gemer gostoso.

Sem aviso prévio, Rafael me ergue do chão fazendo com que eu passe minhas pernas por sua cintura. Solto um riso bobo pelo pequeno grito que dou em surpresa pelo seu ato.

Ele gruda seus lábios nos meus iniciando um beijo lento e sexy, cheio de provocações. Devagar, Rafael nos deita na cama e gruda seu quadril no meu, fazendo com que eu sinta seu pênis semi-ereto em contato com minha virilha.

Seus beijos passam a descer por meu pescoço, onde ele mordisca e lambe, me fazendo soltar gemidos baixos e com que meu corpo se arrepie todo. Os beijos descem para meus seios, onde ele brinca por um tempo, mordiscando e chupando como se estivesse faminto. Ele continuou fazendo uma trilha por minha barriga até chegar em minha virilha, onde deu um último beijo. Tocando minha intimidade já cheia de tesão, o mesmo não deixa de comentar com a voz rouca:

— Caralho, Isis, já está molhadinha! Assim que eu gosto, linda.

— É assim que você me deixa, Rafa.— gemo manhosa, querendo sentir logo o contato que ele tanto me priva.

Rafael se abaixa um pouco mais e levanta minhas pernas, deitado no meio delas, sua língua toca minha buceta molhada me fazendo soltar um suspiro em prazer. Fecho os olhos apreciando sua bela língua que percorria toda minha intimidade, ele sabia como movê-la e fazia no lugar certo, me dando um prazer incrível. Com os lábios, chupou como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo, me fazendo gemer seu nome diversas vezes.

Ele voltou para cima e me beijou com vontade, fazendo questão de que eu sentisse meu próprio gosto. Eu já podia sentir o membro duro, o que me fez ficar com ainda mais vontade de tê-lo dentro de mim.

— Own...Rafa, eu preciso de você.— peço manhosa.

Rafael estica o braço e pega sua carteira, de onde retira uma camisinha. Ele rapidamente a veste e volta a me beijar.

— Que posição você quer, sua safada?— murmurou perto de meu ouvido.

Sorrio em felicidade pela oportunidade. Me ajoelho na cama e inclino meu corpo para frente, empinando a bunda.

— De quarto. Vem comer a sua putinha de quatro, vem.— peço com a voz manhosa.

Rafael sorri e se ajoelha na cama. Segurando em meu quadril, ele entra devagar em minha buceta quente e molhada, me fazendo revirar os olhos de prazer ao sentir seu membro dentro de mim.

Ele começa a bombar devagar e com cuidado, como se estivesse com medo de me machucar.

— Mais rápido, Rafa.— peço a ele, sentindo suas estocadas.— Faz o que quiser comigo, hoje eu sou sua putinha.

— É minha putinha é?— Sussurra em meu ouvido.— É pica que você quer né safada? Isso que você vai ter!

Sinto um forte tapa em minha bunda, me fazendo gritar em prazer. Rafael enrola meus cabelos, agora soltos, em sua mão e começa a me penetrar mais rápido e consequentemente mais forte. Nossos gemidos começaram a se misturar e se tornar um só, os corpos suavam com os movimentos e eu já estava me revirando de tanto prazer.

Passando um tempo, Rafael sai de dentro de mim e me chama para a beirada da cama. Me sento na beirada e ele fica de pé, abre minhas pernas com certa brutalidade e me penetra novamente, jogando minhas pernas para cima de seus ombros. Eu podia sentir seu pênis indo fundo com suas estocadas, e também, que pegava em meu ponto prazeroso. Não precisou de muito tempo para eu me desmanchar em prazer, com as pernas tremendo e gemendo em prazer. Porém, ele não parou, continuou bombando enquanto eu sentia minha intimidade pulsar, mas Rafa não durou muito tempo e logo gozou.

Ele retirou a camisinha e jogou fora. Ligou o ar condicionado e nos deitamos na cama debaixo da coberta.

Não precisávamos dizer nada um ao outro, estávamos satisfeitos e felizes.

Rafael me deu um beijo na testa e me abraçou. Ficamos conversando por um bom tempo até que caímos no sono.

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Comments

LMCF

LMCF

Gosto muito deles e da história deles. Continue Autora.

2024-05-07

3

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