Bruna

— Ei! Achei que você fosse um cavalheiro. — dou um pequeno tapa no ombro dele de brincadeira.

Max no entanto, não se sente ameaçado pelo meu tom de voz e continua rindo.

— Eu sou um cavalheiro. — ele fala com veemência e confiança. — Em alguns casos.

O comentário dele era pra ser divertido, mais tem o total oposto em mim.

Acho que estou com a mente muito poluída ou o clima do momento está contribuindo para eu pensar besteira.

Os olhos intensos de Max me focam e sinto que posso me afogar neles. Minha mente cria várias cenários inapropriados com apenas essa simples frase que ele falou. Cada cenário que eu crio é mais delicioso e quente que o anterior.

Acho que vou precisar de água. Muita água.

Sinto minhas bochechas começaram a esquentar. Se eu podesse abrir o chão e enfiar minha cabeça, eu faria isso sem pensar. Tento mudar o rumo das coisas.

Quando a música chega ao refrão novamente, eu me afasto de Max e começo a dançar tentando sensualizar para ele. Eu jogo minhas mãos para trás lentamente, trazendo um pouco de cabelo quando eu as trago de volta para frente. Acrescento um pouco de rebolado no meu quadril. Lanço um olhar sedutor na direção de Max. Acho que eu estava até obtendo sucesso. Isso até eu tropeçar nos meus saltos e cair no chão pateticamente com muita força.

Aiiiii! Que meleca!

Max corre para me ajudar. Sua preocupação muito evidente.

— Bruna! Você está bem?

— Eu acho que sim. Só cair com força sobre minha própria bunda.

Max me oferece a mão. Quando eu seguro a mão dele e ele tenta me ajudar a levantar, uma dor forte lateja na minha perna esquerda me fazendo gritar um pouco.

— Max, tá doendo muito. Acho que machuquei algo. — falo quase chorando de dor.

— Melhor te levar ao hospital.

Eu tento dizer a Max que não precisava. Que era só uma dorzinha e que ia passar logo. Eu simplesmente detesto ir a hospitais.

— Max, não precisa eu... — tento levantar sozinha. — Aiiii. — grito por causa da dor.

— Fique quieta Bruna. Nós vamos ver um médico.

Não tento argumentar mais. O tom que Max usou mostrou que não há espaço para debate.

Max passa uma das mãos pela minhas costas e a outra nas minhas pernas, me pegando no colo, estilo noiva. Ele desce comigo no colo e pede ajuda para um dos seguranças abrir a porta do carro para ele. Cerca de trinta minutos depois nós estamos no hospital.

O médico que mim atendeu era super simpático e carismático. Depois de mim examinar e constatar que eu só havia sofrido uma contusão no meu pé, ele receitou um remédio para dor e também uma pomada. Coisas que Max fez questão de comprar na farmácia que tem dentro do próprio hospital.

— Desculpa. Começamos a noite com um jantar agradável e terminamos no hospital.

Eu peço desculpas a Max enquanto ele dirige de volta para o apartamento.

— Não se desculpe. Foi até que divertido ir no hospital. Pelo menos eu ganhei o número da moça da farmácia.

Max brinca enquanto mostra um papel com um número escrito.

— Oh Meu Deus. — eu começo a rir. — Você está arrasando corações.

Brinco de volta fazendo Max rir também. Quando enfim chegamos ao apartamento, eu tento sair sozinha do carro, porém, Max me pega no colo de novo. Ele me leva até a frente do apartamento, me coloca sobre meus próprios pés somente para abrir a porta e novamente estou sendo carregada. Max vai até o meu quarto e me coloca sobre cama com cuidado.

— Eu vou passar um pouco da pomada para você. Mais antes você tem que tomar o remédio que o médico indicou.

Max sair. Depois de um tempinho ele volta com um copo de água e o remédio.

— Aqui. Pode tomar.

Ele me oferece as duas coisas. Pego o copo da mão dele e tomo obedientemente o remédio. Como era em comprimido, não foi um grande sacrifício. Max se senta no pé da cama e coloca minha perna esquerda em cima da coxa dele. Seguro um gemido ao sentir com meu pé o quanto a caxa dele é grande e firme.

Com cuidado, ele tira meu sapato e aplica a pomada, o que tira um pequeno pulinho de mim.

— O que foi? Te machuquei?

Max me olha com preocupação.

— Não, a pomada está gelada. — dou um sorrisinho de desculpa.

Max sorrir e volta a se concentrar na sua tarefa. Depois de aplicar bem a pomada e dar uma leve massagem na região que estou sentindo dor. Max levanta da cama e se despede.

— Vou deixar você descansar senhorita Bruna. Acho que teve muita agitação para uma noite.

Eu queira muito retribuir o sorriso dele. Falar algo engraçado. A questão é que, com tudo o que aconteceu eu estou morrendo de vergonha, e incrivelmente eu gostei da mão dele na minha pele. Não queria que ele parasse tão rápido.

— Boa noite Max. — murmuro baixinho.

Max sorrir levemente e sai do quarto fechando a porta.

— Grrr! — eu gruno abafando todo o meu rosto no travesseiro.

Eu quero morrer! Que vergonha.

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Comments

Júlia Caires

Júlia Caires

kkkkkkkkkk se isso foi sensualizar, nem quero ver o resto

2025-03-04

1

Wlineia Ferraz

Wlineia Ferraz

Era bom agir mais e falar menos kkk

2025-02-28

0

Telma Souza

Telma Souza

kkkk Que Bruna lerda viu. kkk

2025-02-22

0

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