Leyne levou quarenta minutos para terminar a tarefa que lhe foi designado. Os saquinhos ele jogou no lixo, e a caixa organizadora dos temperos ele deixou em cima da mesa.
Ao olhar ao redor, Tez não estava presente, então na tentativa de encontra- lo, Leyne foi caminhando pelos cômodos. Em uma das paredes da sala, haviam alguns porta retratos com fotos. Leyne ficou observando. Em todos ele conseguiu reconhecer o dono na casa. Porém um dos porta retratos lhe chamou a atenção. Nele, Tez estava abraçando uma mulher e os dois sorriam. Era a única foto onde Tez aparecia sorrindo.
Leyne: {Deve ser a mulher dele. Sorrindo até que esse cara é agradável}
Tez: Perdeu alguma coisa?
Com um pulo, Leyne deu dois passos para trás.
Leyne: Eu.. Eu.. Estava procurando você.
Tez: Porque está gaguejando? Está com medo de quê?.
Leyne: Eu não estou com medo. Só não esperava você aparecer assim, tão silencioso.
Tez: Ok. Já deve ter terminado a tarefa que eu dei certo?
Leyne: Sim, já terminei. Posso ir ao jardim agora?
Tez: Pode sim. Tudo que você precisa está no quartinho ao lado.
Leyne: Obrigada por dizer, estou indo.
...
Leyne: Eu nunca plantei nada na minha vida, e essa primeira vez vai ser para consertar o que eu estraguei... Irônico.
Todas as plantas amassadas murchas e mortas foram retiradas e amontoadas em um balde grande. Logo em seguida, Leyne pegou as sementes, cavou um buraco e plantou elas.
Leyne: Ufa! Terminei! Mas não tem sementes para esse lado da terra. Acho que vou deixar assim mesmo.
De longe, Leyne viu Tez observando.
Leyne: Então você estava conferindo se seu ia mesmo fazer o trabalho? Porque já não me disse que não tinham mais sementes?
O homem se aproximou. Sua expressão seria deixou Leyne assustado.
Leyne: {O que ele está fazendo? Porque vem na minha direção sem fazer nenhum barulho... Olhando diretamente nos meus olhos}
Sem desviar o seu olhar, Leyne foi dando passos para trás, até que perdeu o equilíbrio. Tez, o segurou antes de cair.
Tez: Você está muito assustado. Será mesmo que não veio aqui colher informações minhas?
Um dos braços de Tez seguraram Leyne pela cintura, enquanto a sua mão livre, segurou o pescoço dele.
Leyne: Não... Não estou espionando você! Eu nunca soube nada de você na minha vida, eu juro! Por favor, não me mata.
Tez: Se você estiver mentindo, com certeza eu vou te matar. Eu nunca tomo decisões antecipadas, por isso, você vai ficar aqui mais uns dias.
Leyne: Mais uns dias!? Não posso! Eles vão me encontrar.
Tez: Você não se deu conta ainda se onde se meteu não é!?
Tez sorriu maliciosamente.
Tez: Não vou antecipar nada, para não perde a graça.
A Campainha tocou.
Leyne: Você está esperando alguém?
Tez: Não.
Leyne: Então... Deve ser eles! Por favor, me deixa ir embora, você vai se complicar.
Tez segurou a mão de Leyne e foi puxando ele até a o seu escritório. Ali, ele abriu o armário e pegou a mesma faca que estava limpando quando Leyne apareceu.
Leyne: Isso não vai ser o suficiente contra eles.
Tez: Isso é o suficiente para mim. Fique aqui.
O dono da casa, deixou o invasor em seu escritório, e seguiu para a porta de entrada de sua casa.
...
Quando Tez abriu a porta, notou de imediato que os visitantes não estavam brincando. Dois estavam na porta, Um, no caminho até a calçada e outros Dois no carro estacionado.
Tez: { Então... 5 homens!? Não estão dispostos a conversar. O que está no banco do motorista, provavelmente deve ter uma arma de mão, o do lado uma doze, o que está entre o carro e os das portas, uma submetralhadora de uma mão. Esses que estão na porta, uma arma pequena, fácil de esconder na roupa.}
Tez: Pois não?
1°Homem: Por um acaso não viu um homem por aqui, ele tem o cabelo castanho claro, um metrô e setenta e cinco, mais ou menos está bem magro e sujo, é um fugitivo da polícia. Ele é muito perigoso.
Tez: Um fugitivo da polícia rondando por aqui é? Que interessante.
1°Homem: Sim, e procurado por homicídio.
O Dono da casa, sorriu sarcasticamente, enquanto puxou do bolso uma carteira.
Tez: Acredito que eu posso tranquilamente, lidar com um fugitivo.
Os homens bateram os olhos no distintivo que Tez apresentou.
1° Homem: É um Oficial!?
2°Homem: Vamos embora. Ele com certeza saberia o que fazer.
1°Homem: Certo. Desculpe o incomodo Senhor.
Tez: Que isso, vocês não querem entrar e tomar um café? Poderiam me dar mais detalhes desse fugitivo. Com certeza ele vai passar por aqui, mais cedo ou mais tarde. Só tem essa casa por aqui, perceberam?
O Segundo Homem exitou ao ouvir as palavras do dono da casa.
1° Homem: Não! Vamos embora agora!
Ao perceber a intenção de Tez, o Primeiro homem correu para o carro. O Segundo, Tez surpreendeu com a faca e o imobilizou. Os outros homens, correram e deram partida no carro.
Tez: Que pena, parece que os seus amigos te deixaram para trás. Agora você vai entrar, e tomar um café comigo. Não parece ótimo?
2° Homem: Por favor, eu só cumpro ordens! Só viemos atrás do cara! Não queremos problemas com os oficiais!
Tez: Qual é o seu nome?
2° Homem: Marcos, meu nome é Marcos.
Tez: Ok Marcos, vamos entrar.
Tez arrastou o visitante chamado Marcos até a cozinha. Chegando lá, ele amarrou o homem na cadeira. Em seguida, foi até seu escritório.
Tez: Leyne? Vem comigo.
Leyne assustado, apenas o seguiu
...
Na cozinha, Leyne ficou frente a frente à Marcos.
Tez: E aí? Vocês se conhecem?
Marcos: Senhor! É esse o homem que estão procurando!
Tez: Especificamente, quem está procurando?
Marcos: Bem... Eu... Não posso falar.
Tez fincou a faca no braço de Marcos.
O Homem gritou de dor.
Tez: É melhor responder as perguntas, não vai querer me deixar nervoso.
Marcos: ... É... O nosso grupo, o líder... Se chama Joel.
Tez: Joel? E o sobrenome?
Marcos: Não sei! Não... Não sei! O chamam de porco quando não chamam de Joel, não sei mais nada!
Tez: Porque querem esse homem?
Marcos: ... Eu sei pouco.
Tez: Então, me conte. Estou ansioso para o deixar ir embora. Não está ansioso para ir?
Tez puxou a faca da mão do homem.
Leyne: {Céus!! Esse homem é muito cruel. O que ele está planejando!? Estou perdido}
Marcos: Eu sei que esse homem tinha que ficar preso, por algum motivo não ficou, e é perigoso deixar ele andando por aí, por isso... Temos que pegar ele... Bem, tínhamos ordens de atirar se necessário.
Tez observou Leyne. A expressão assustada, o olhar cansado, e fundo. Estava abatido.
Tez: Tudo bem, fica aqui um pouquinho Marcos, eu já volto.
Novamente, Tez pegou o braço de Leyne e foi levando ele para o corredor dos quartos.
Tez: Você pode dormir aqui nesse quarto. O meu é bem do lado, então vou ouvir qualquer barulho.
Leyne: Você... Fez isso de propósito?
Tez: Sim. Na verdade, deixei quatro deles irem embora, por isso, você está seguro aqui, comigo!
Leyne assentiu com a cabeça, concordando com Tez e seguindo para a cama.
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Atualizado até capítulo 83
Comments
Leydiane Cristina Aprinio Gonçaves
nossa esse cara é Meio psicopata né mas estou gostando do livro muito bom
2024-08-06
1
Sigma, o jornalista☆🎙️
Meu comentário tem nada a vê com o que está acontecendo agora. Mas, eu acho que Tez é o passivy!
2024-08-02
1
Sigma, o jornalista☆🎙️
HAHAHHAHAHAHAHAHHAHhahahahahHHhAJJAHAJAJAHJDSJNSHSJSNANSJSNSHAKANAUJSUDNDYSNDUSNDHFBSUDHYSGDGDHCHUDHXUSUSUUDHSSHUSHDH TENHO CERTEZA QUE ELA VIROU CAMISETA DE SAUDADES! JAKKAKAKAKAKAKAJAHAHAHAHHAHA
2024-08-02
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