Saul Maximiliano saiu da sua sala, decidido a se livrar de Sarah Maia. Ele estava cansado das suas investidas, e das suas mentiras. Ele não queria mais nada com ela, nem com o seu passado.
Ele caminhou pelo corredor, e viu Sarah esperando por ele na recepção. Ela estava usando um vestido vermelho e provocante, que realçava as suas curvas. Anos atrás Saul era capaz de convidar ela para seu Apartamento, só de vê-la assim. Ela tinha os cabelos loiros soltos, e os olhos azuis maquiados. Ela sorriu ao vê-lo, e se levantou.
"Saul, meu amor, que bom que você veio. Eu estava morrendo de saudades." - ela disse, com uma voz melosa e falsa.
Saul olhou para ela com desprezo. Ele não sentia nenhuma saudade dela, nem nenhum amor. Ele só sentia repulsa, e vontade de fugir.
"O que você quer aqui? Já te proibi de vir no meu escritório. Vou ter que pedir para os seguranças te expulsarem?" - ele disse, sem perder a elegância, ou descontrole.
Sarah fingiu estar magoada, e fez uma cara de ofendida.
"Amor, não seja tão rude comigo. Eu vim aqui para te pedir perdão. Tudo o que eu fiz foi por amor. Eu vou mudar, eu juro. Juro mesmo." - ela disse, tentando simular um choro.
Saul não se comoveu com as suas lágrimas de crocodilo. Ele sabia que ela não ia mudar, nem se arrepender. Ela já havia feito isso antes, e sempre voltava a fazer as mesmas coisas. Ela já havia traído, mentido, chantageado, e difamado ele. Ela não merecia o seu perdão, nem a sua atenção.
"Guarde essas lágrimas para os seus fãs. Eu sei do que você é capaz, e não quero mais nada com você. Se não sair daqui, vai para as páginas dos jornais sendo expulsa por mim, do meu prédio." - ele disse, com uma voz firme e fria.
Sarah riu, e fez uma cara de sarcástica. Ela não se intimidou com a ameaça dele. Ela achava que tinha o poder sobre ele, e que ele não ia se atrever a fazer nada contra ela.
"Você mancharia a sua reputação, assim, amor. A mídia cairia matando em você. Você sabe que eles adoram um escândalo, e que eles estão loucos para te derrubar. Você quer mesmo entrar nessa briga comigo?" - ela disse, com uma risada maligna, que assustou até a Alda, que observava a cena.
Saul não se abalou com as palavras dela. Ele não tinha medo da mídia, nem dela. Ele sabia que ela não tinha nada contra ele, e que ele tinha tudo contra ela. Ele sabia que ele era o homem mais odiado do Brasil, mas também o mais respeitado. Ele sabia que ele sempre ganhava todos os processos, e que ela sempre perdia tudo.
"Quer pagar para ver? Todos sabem da minha personalidade, e do meu poder. Você quer uma guerra? Então vamos. Mas lembre-se: eu sempre ganho, e você sempre perde." - ele disse, com um olhar desafiador.
Ele pegou o telefone, e ligou para os seguranças. Ele pediu para que eles viessem buscar Sarah, e a tirassem dali à força. Ele não queria mais perder tempo com ela, nem com o seu drama.
Ela se assustou, e desistiu. Ela saiu, sem dizer nada. Saiu, sem olhar para trás.
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Atualizado até capítulo 69
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