...Alessandro ...
Ficamos naquele canto do jardim tempo suficiente para que Lia se acalmasse.
Eu estava sentado com ela entre minhas pernas e a apoiando em meu peito há alguns minutos e já estava fazendo desenhos imaginários sobre meu braço que apertava a sua cintura.
É estranho para mim me sentir tão à vontade assim com ela. Nunca me senti assim com ninguém na minha vida, ainda não entendo o que está acontecendo comigo, mas, não quero me afastar dela. Quero mante-la junto ao meu corpo, sentir seu cheiro e abraça-la como se não houvesse mais nada no mundo.
Rey e Ney estavam ao nosso lado, deitados e esperando por nós. Eu olhei para eles e suspirei. Precisávamos voltar. Eu tinha um assunto pendente...
“Minha bela... precisamos voltar...”
Instantaneamente, ela ficou tensa e comecei a sentir que ela estava tremendo. Eu a olhei por um momento, mas a abracei com mais firmeza para acalmá-la.
“Calma, você não vai mais vê-los. Eu cuidei disso.”
Ela ergueu o olhar para mim, e vi uma lágrima caindo pela sua bochecha. Então, eu limpei com o polegar e ela suspirou, concordando.
“Desculpe por... atrapalhar o seu momento...”
“Do que está falando? Você me salvou de fazer um acordo com aquele merda. Teria sido pior se você não tivesse aparecido na hora certa. Pessoas desse tipo não são confiáveis, e graças a você, agora sei que tipo de pessoa ele é.”
Lia sorriu levemente, e por alguns segundos, eu também sorri sinceramente e beijei a testa dela.
“Vamos.”
“Sim...”
Eu me levantei primeiro e estendi a mão para ela. Ela segurou e se levantou, mas meu sorriso sumiu quando ela começou a perder o equilíbrio. Se eu não tivesse a segurado a tempo, ela teria caído.
“Você está bem?”
“Sim... só foi... um mal...”
Ela fechou os olhos e caiu sobre mim. Eu me ajoelhei no chão para segurá-la melhor.
“Ei, garota... ei...”
Movimentei levemente a cabeça dela, mas ela havia desmaiado.
Rex e Ney latiam e caminhavam de um lado para o outro. Me levantei carregando-a nos braços, e saí correndo com os cães me seguindo...
“Senhor... ssenhorita!” Fran pareceu aliviada por um segundo ao nos ver chegar, mas sua expressão ficou preocupada ao ver a Lia.
Caminhei quase marchando e saí da casa em uma fração de segundos.
Fran abriu a porta traseira do carro e eu deitei a Lia no assento de trás. Fechei a porta e estava prestes a entrar no carro, mas alguns guardas se aproximaram de mim.
“Senhor, os homens terminaram com os quatro”
Logo, minha vontade de torturar aqueles infelizes me fez parar. Olhei para a Lia e depois para Fran.
“Leve-a para o hospital, diga que ela desmaiou de repente, e me informe tudo o que acontecer.”
“Sim, senhor.” Responderam os guardas.
“Fran, vá com eles.”
“Entendido, senhor.”
Dei a volta e entrei na casa.
Junto com outros de meus homens, fomos para o porão, que era muito espaçoso.
Lá, vi aqueles quatro infelizes. Me aproximei de Luciano e o empurrei com o pé para ver seu rosto, que estava com uma mordaça na boca e vendas nos olhos.
“Você gosta disso, não é, seu bastardo?”
Ele tentou falar, mas não entendíamos claramente suas palavras.
“É melhor guardar tudo o que quer dizer. Farei você viver o pior inferno por todas as mulheres e meninas que você estupr*u.”
Sua respiração estava ofegante pelo medo, o que me fez sorrir.
Ele havia tocado na minha mulher quando ela era apenas uma criança e isso me dava vontade de faze-lo sangrar com minhas próprias mãos.
Caminhei lentamente de um lado para o outro, enquanto os quatro gritavam de dor e súplicas até perderem a voz. Parei na frente dele e me abaixei.
“Se quiser parar de sufocar, é melhor engolir suas próprias bolas”
Disse e empurrei-as ainda mais fundo em sua garganta com um pedaço de ferro, o mesmo objeto que usei para arrancar um olho de um dos outros três, só que antes estava ardendo em brasa.
Meu telefone começou a tocar e ao olhar para a tela vi que era Fran. Atendi enquanto me levantava.
“Como ela está?”
“Bem, foi apenas um desmaio por não ter comido e pela pressão que sentiu ao ver...ele.”
Olhei para ele novamente e pisei no que restava de seu pênis, fazendo-o gritar novamente, mas sem forças ao mesmo tempo.
“Minha mulher está no hospital por sua maldita culpa... Você entende isso?”
Ele chorava e tentava pedir clemência, mas isso só aumentava mais meu ódio.
“Quando ela vai acordar?” Perguntei a Fran.
“Na verdade, ela já acordou”
Abri a porta do porão e chamei meus guardas que estavam por perto.
“Sério?”
“Sim, na verdade... ela está perguntando por você, senhor”
Sorri sem poder evitar. Virei para meus homens e fiz um gesto passando o polegar pela garganta.
“Acabem com eles”
“Sim, senhor”
Saí do porão fechando a porta atrás de mim, ainda ouvindo os gritos abafados de longe.
“Diga a ela que estou indo imediatamente.”
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 69
Comments
bonequinha 🌸
eita que deliciaaaaaaaaa
se todos esses vermes noje tos tivessem o mesmo fim
meu sonho
2023-11-18
190
Maria Sena
Autora querida, que história maravilhosa, a primeira de mafioso que li que desde o início ele foi carinhoso com a mulher. Você é 1000, nunca deixe de escrever, seu talento é incrível. PARABÉNS 👏👏👏👏👏
2024-11-10
0
morena
minha mulher 😍😍😍
2024-12-03
0