Nunca dormi tão tranquilamente como foi esta noite, vou despertando e ainda sinto o corpo de Liebe contra o meu, sem pensar muito a abraço cheirando seu pescoço e escuto ela gemer baixo.
Toda aquela exc!tação voltou com tudo quando abri os meus olhos a vejo de bruços na cama, a camiseta havia subido para sua cintura deixando a sua calcinha amostra.
Levo as minhas mãos nas suas coxas e mesmo sonolenta ela se arrepia com o meu toque, puxo o seu cabelo para cima deixando o seu pescoço e nuca amostra para minha boca.
Deixo vários beijos ali no local deixando o meu corpo sobre o dela enquanto as minhas mãos vão subindo a camiseta, sei que ela já está acordada pelos movimentos do seu corpo.
— Held — o meu nome na sua boca saiu mais como um g€mido e chego apertar a cama para não a atacar de uma vez.
— Se não quiser, preciso que fale agora — falo no seu ouvido soltando o peso do meu corpo sobre o dela e sentir aquela bünda me fez arrepiar inteiro.
— Eu não sei — ela estava receosa, mas seu corpo respondia aos meus toques.
— Sei que faz tempo que não ficamos juntos, mas o que acha de zerarmos o passado? — a viro na cama deixando de frente para mim, as suas mãos vão para o meu rosto e decido considerar o seu silêncio como uma permissão.
A beijo de forma calma enquanto as minhas mãos vão subindo a camiseta até a tirar por completo, sem nem perder tempo já desço até os seus s€ios, não quero correr o risco de ela desistir e não ter a provado nem que seja um pouco.
Continuo descendo os beijos até chegar à sua intimid@de, as suas pernas se fecham e preciso controlar a minha vontade de abrir elas na marra. Puxo delicadamente a sua calcinha para baixo aproveitando que ela fechou as pernas e quando vou subindo, vou as mantendo abertas.
Liebe começa a g€mer baixo assim que sente a minha boca, o seu gosto é superior a Andere, então me perco ali a chup@ndo e mordendo enquanto ela se curva para trás, assim que a pen€tro com os meus dedos ela não se aguenta e acaba goz@ndo.
Não perco nada que escorre ali e somente quando acaba que volto a subir os beijos até chegar a sua boca, enquanto a minha mão já foi puxando o meu membro para da calça.
— Posso? — ela confirma com a cabeça e enquanto vou pen€trando vejo ela fechar os olhos, o seu rosto deixava claro o pr@zer que sentia e quando percebi ela estava mordendo a boca a beijo mantendo os meus movimentos calmos e fundos.
Mas meu controle acaba assim que sinto as suas mãos na minha nuca, na verdade, suas unhas, assim que aumento a intensidade ela começa a g€mer mais e para abafar a beijo sem parar os meus movimentos.
Ela me apertava tanto que não consegui me controlar e acabei goz@ndo junto e foi só agora que não lembrei da cam!sinha, nunca esqueci com a Andere, mas naquele momento ali estava tão entregue que não lembrei de mais nada apenas em ser carinhoso com ela.
Solto o me corpo ao seu lado enquanto tento acalmar a minha respiração, o seu rosto avermelhado pelo org@smo recente não vai sair da minha mente tão cedo. A puxo para o meu peito enquanto faço carinho nos seus cabelos.
— Liebe… eu… ou melhor, você…
— Held, o quer saber?
— Você toma remédio?
— Agora se preocupou? — ela me pergunta erguendo a sua cabeça e percebo o sorriso no seu rosto, o que ela está aprontando? — Não tenho doença Held, mas tomo comprimido.
— Se não fazíamos nada…
— Não sei, apenas me foi dada a ordem de tomar e como não queria…
— Entendi — a abraço de volta me lembrando das marcas no seu corpo.
Ficamos mais um pouco ali, mas logo ela se levanta para tomar um banho, me troco e já desço para preparar o seu café, quero pelo menos amenizar um pouco pelo que ela passou.
Não encontro o meu pai pelo caminho e isso facilita, pois, não quero dar explicações de algo que ainda não sei, tenho certeza que ele vai me pressionar para me posicionar e largar Andere, mas ainda não sei se é isso mesmo que quero, mas também não quero que Liebe saia da minha vida.
Quando entro no quarto ela ainda estava no banheiro e assim que a porta se abre o seu perfume chega primeiro que a sua presença. O seu sorriso ao olhar para a bandeja me lembrou de quanto éramos crianças.
— O que vamos fazer hoje? — pergunto beijando seu pescoço enquanto puxo o seu corpo contra o meu.
— Eu queria ler, ontem trouxe livros ótimos.
Não era a resposta que estava esperando, mas se ela quer isso, então vou providenciar. Enquanto estávamos comendo, olho para fora e agradeço pelo sol que brilhava, pois, proponho passarmos o dia no jardim.
Ao descermos ela já vai correndo para fora e logo se acomoda na sombra de uma árvore, não vou negar ali com ela a minha mente estava em conflito, pois consegui me ver casado com Liebe e ser feliz com ela, pelo menos com essa nova versão.
Mas Andere sempre foi uma opção ou era, já que a sua doçura aparece apenas quando ela quer alguma coisa. Já com Liebe ela está sendo a mesma, não é possível que ela esteja fingindo tudo.
Enquanto faço carinho nos seus cabelos passo o olhar e encontro o meu pai nos acompanhando pela janela, preciso colocar os meus pensamentos em ordem o quanto antes, pois logo ele vai querer uma resposta.
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Atualizado até capítulo 110
Comments
Suely Rodrigues
🤚🤚🤚
2024-11-15
0
Júpiter
quem é a favor do pai, favor levante a mão ✋🏽
2024-04-10
3
Souza França
🐶🐕
2024-02-26
0