Hoje o dia amanheceu nublado, até mesmo escuro, mas o frio que subia e descia a minha espinha não era relacionado pelo tempo, já era sexta e Vetter não conseguiu chegar em mim a semana toda.
Apenas olhares pelos cantos na espreita de me pegar sozinha, mas eu também estava em alerta e acabava com essas oportunidades todas às vezes, só não contava que ele fosse ser tão imprudente.
Já decorei o horário de aulas dele, então ando tranquila pelos corredores, confiante que não vou o encontrar, mas meu pesadelo começa assim que ele vira o corredor sorrindo.
Vetter sabia que eu estaria ali, merda… ele vem andando calmo demais na minha direção e justamente esse corredor não tenho para onde correr, vou dando passos para trás para voltar para a biblioteca.
Lá pelo menos tem alguns funcionários, preciso apenas responder eles que a reitora será chamada e estarei a salvo, me viro para correr, pois, Vetter aumentou os seus passos, mas ao sentir a sua mão na minha boca e a outra me segurando na cintura sinto o meu chão ruir.
— Está fugindo de mim ratinha — não consigo responder, a minha respiração está acelerada e quando ele vai se esfregando contra o meu corpo uma vontade de chorar me invade — Vai pagar por isso e será agora.
Vetter me arrasta pelo corredor enquanto tento me soltar dele, em resposta ele me ergue não me permitindo mais tocar o chão. Preciso pensar rápido em alguma saída ou ele vai conseguir o que quer.
Sou jogada numa sala vazia, acaba trombando em algumas carteiras fazendo a minha cintura doer, por bater onde ainda estava machucado pela última surra de Luci, escuto a porta ser trancada e passos na minha direção.
— Onde estava ontem à noite?
— Não é da sua conta?
— Certamente é, eu fiquei te esperando a noite toda ratinha — ele me puxa pelos cabelos e com a outra mão segura a minha cintura voltando a se esfregar em mim — Você sabe como foi complicado conseguir um quarto apenas para você com o seu comportamento?
— Por que fez isso? — agradeço imensamente a tecnologia, pois ontem foi implantado um chip de localização que permitia o meu celular começar a gravar tanto imagem como voz se tiver alguma alteração, que neste caso tem bastante agora, pois estou morrendo de medo da reitora não chegar a tempo.
— Você já foi mais esperta Liebe — as suas mãos subindo por dentro da minha roupa me fez espernear novamente para me soltar — Adoro quando se recusa assim, me faz lembrar dos velhos tempos.
— Me solta, eu não quero que me toque.
— Você me disse isso o primeiro ano inteiro, mas não se esqueça, eu te gravei e vou mostrar para todos a v@dia que você é...
Ele me joga em cima da mesa segurando as minhas pernas para não fugir, então era isso ele estava chantageando Liebe, ela não teve a quem pedir ajuda, por isso acabou cedendo a ele.
— Me solta — tento gritar, mas ele tampa a minha boca.
— Por isso que gosto de f0der você apenas naquele quarto, além de ser afastado ele é a prova de som — sinto ele rasgar a minha calcinha passando os seus dedos por toda a minha intim!dade — Mas já que você me fez o favor de ficar fora a semana toda, agora vai ficar quietinha, pois vou te f0der é aqui mesmo.
Nego com a cabeça, mas isso o faz apenas sorrir, sinto ele me pen€trar com os seus dedos e o meu corpo paralisa, lá estava ele me molestando e novamente não poderia fazer nada.
O seu olhar estava preso ao meu a diferença que eu tremia de medo pelas suas próximas ações, quando ele percebe que não vou me mexer ele tira a mão da minha boca erguendo a minha blusa junto com meu sutiã.
Sentir a sua boca no meu corpo era a pior parte, olha para os lados procurando pelo meu celular e vejo a luz piscando me indicando que o alarme foi acionado, eu preciso aguentar apenas mais um pouco até alguém chegar.
O empurro me aproveitando que ele me foi abrir as calças, mas quando vou descer da mesa, ele me segura novamente me fazendo ficar de pernas abertas, o seu sorriso me causava mais pânico.
Esse cretino estava adorando ver o meu desespero para se livrar dele, eu tenho noção que não consigo sozinha, mas iria o atrapalhar o máximo que pudesse. Não consigo segurar as lágrimas assim que ele esfrega o seu m€mbro tentando me pen€trar, mas remexo o meu quadril para dificultar ao máximo fugindo dele.
— Fica quieta poha, se ficasse no seu quarto eu te f0deria muito mais gostoso, mas já que fugiu de mim ratinha vou te f0der aqui mesmo para aprender a nunca mais fugir de mim — ele belisca a minha virilha me fazendo gritar contra a sua mão — Eu mandei ficar quieta não permito você nem g€mer entendeu Liebe?
— Por favor, não — a minha voz estava embargada pelo choro, mas ele apenas sorria enquanto a sua mão desceu pelo meu pescoço o apertando forte.
— Implora ratinha, mas saiba que isso não fazer você escapar, eu vou te f0der até o meu p@u ficar esfolado.
No momento que ele consegue encaixar já me pen€trando com a ponta, murros na porta e barulhos de chaves o fez sair e mandar eu fazer silencio. A voz da reitora gritando o meu nome fez o meu corpo se mexer e o empurrando para longe de mim, vou até o chão pegando o meu celular e quando a reitora entrou corro ao seu lado.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 110
Comments
Júpiter
tem como entrar na história!? Eu quero mata-lo!!!
2024-04-10
3
Zulma Oliveira
se eu pudesse mataria todos os estupradores do mundo 🌎
2024-01-13
1
Zulma Oliveira
que horror coitada dessa menina
2024-01-13
0