depois do almoço Henrique foi trabalhar, mas antes de ir disse que viria me busca para irmos pegar a Taylor na escola, eu ia voltar para a biblioteca, mas Janne, me chama.
- Olivia, espera.
- Oi
- vem, vamos dar uma volta.
- mas eu...
- vamos logo.
ela vai até meu quarto, entra no closet, e e escolhe uma roupa.
- veste eu já volto.
ela sai e volta em alguns minutos depois de trocar de roupa.
- pra onde vamos?
- te falo no caminho, vem hoje você vai escolher o carro
descemos até a sala e pegamos o elevador até a garagem, cheia de carros, deve ter pelo menos 40 carros aqui em baixo.
- podemos ir naquele?
- gostei, vamos - Janne procurar as chaves num painel cheio de chaveiros ela destrava o carro e nos entrámos - está preparada.
- acho que sim - falo com receio.
Janne da partida no carro e acelera em poucos segundos subimos a rampa até a rua. ela acelera sem dó, e eu me seguro no banco, e confirmo se meu cinto de segurança está bem preso.
- calma, eu não vou matar nós duas, nós vamos fazer uma compra específica.
- que compra específica?
- uma cinta.
- eu tenho que estar em casa às 15h, mas pra que você quer uma cinta?
- preciso parecer mais magra.
- pra que?
- tem um baile beneficente daqui a duas semanas , ano passado ficaram falando sobre o meu peso e eu não consegui emagrecer.
- você quer mudar o que você é por um monte de gente que acha que o mundo gira entorno do umbigo delas?
- pra você é fácil falar, você é magra.
- isso não quer dizer nada, eu era zoada na escola por ser magra demais.
- você não entende, e eu não posso nem falar com o meu irmão sobre isso se não ele vai matar quem falou.
- deveria falar, ele é seu irmão e você não precisa de uma cinta, para aqui.
ela estaciona em frente a um café.
- o que vamos fazer aqui?
- você precisa afogar as mágoas então nada Melhor do que comer doces. - falo fechando a porta do carro.
- você ouviu a parte que eu estou super gorda?
- anda Janne vamos, é só hoje.
- tá bom.
entramos na cafeteria e passo na frente pra fazer os pedidos.
- oi, nós vamos querer seis donuts, dois milk shakes de chocolate, rocambole de morango e dois cafés pra viagem.
esperamos pelos nossos pedidos, conversando no balcão.
- Olivia você tem um parafuso a menos?
- eu? me desculpa Janne, gosto muito de você, mas você que tem um parafuso a menos, você tem dinheiro pra comprar metade da cidade, tem uma coleção de carros irada e ainda assim se importa com o que essas pessoas falam de você, cara você não precisa de uma cinta modeladora pra gostarem de você, manda essas pessoas se ferra.
quando nosso pedido chega, eu entrego um milk shake pra ela e volto pro carro, nos acomodamos em nossos acentos para comermos.
- não conhecia esse seu lado Olivia tão alto confiante, pensei que você era só uma garota assustada.
- acho que já é hora de amadurecer e enfrentar meus medos, estou cansada de ser a garotinha assustada.
- então o que acha de gastarmos um pouco do dinheiro do meu irmão, pra comemorar a nova fase?
- só não se esqueça que a ideia foi sua.
passamos em várias lojas uma mais cara que a outra, Janne comprou um estoque de maquiagem pra mim, e produtos de higiene corporal e coisa para organizar as coisas que compramos.
Então passamos em frente a uma loja da Louis Vuetton ela escondeu um jogo de malas e cinco bolsas, simplesmente passou o cartão e pediu para colocarem no carro, na Chanel foi a mesma coisa.
depôs passamos numa loja de móveis e encomendas uma penteadeira.
já estávamos a caminho de casa quando Henrique ligou.
- seu irmão está me ligando.
- me dá aqui - Janne pega o celular e atende - oi.
- Janne? onde está Olivia?
- aqui do meu lado no carro, estávamos comprando umas coisas daqui a pouco chegamos aí. - ela desliga e me devolve o celular.
- o que ele queria?
- saber onde você estava é claro rsrs.
- é que ele me chamou pra sair hoje.
- serio? - Janne freia o carro com tudo no sinal vermelho. - o que você fez com meu irmão?
- nada, nem sei por que ele está interessado em mim.
- nunca vi ele se esforçar pra agradar mulher nenhuma além da nossa mãe, a safira praticamente se arrastava aos pés dele, fazia tudo que ele pedia, e quando ela começou a mostra quem realmente era, tiveram uma briga feia e ela foi embora, só eu sei o que eu passei pra cuidar da Taylor recém nascida, eu estáva estudando ainda, o Henrique estáva com vários problemas com roubos de drogas, ele pode ser meu irmão, mas quando a minha sobrinha nasceu ele foi um pai horrível, passava dias fora de casa, se a Taylor está bem é por que eu e o Mattheu seguramos a barra, ela nasceu de 6 meses e ficou mais 10 meses internada, eu fui mais mãe dela do que a vadia da safira.
- você deve ter dado seu melhor e o Henrique só é grato por eu ter salvo a Taylor.
- Olivia, eu conheço meu irmão, bom chegamos, vou pedir pra alguém tirar as coisas do carro.
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Atualizado até capítulo 63
Comments
naile genç
Taylor, não seria nome pra meninos?
2025-02-24
0
Ana Lúcia De Oliveira
exagero nas bolsas,
2025-02-22
0
Adriane Alvarenga
Ele é mafioso, só é mal com quem merece...
2023-05-27
15