a enfermeira trouxe não apenas uma caneta como um estojo inteiro, passei boa parte da noite desenhando, até ser vencida pelo cansaço,
acordei pela manhã, e já tinham pessoas no meu quarto, os dois homens de ontem e uma mulher com a Taylor no colo, me sentei sem entender o que estava acontecendo.
- bom dia Olivia - Henrique se aproxima - Taylor e minha irmã Janne queriam te ver, então tomei a liberdade de trazê-las.
- tudo bem, sem problemas. - forço um sorriso.
- bom dia eu sou Janne, e essa pequena queria muito te ver ela perguntou por você várias vezes parece que ganhou uma fã.
- acho que ela vai se assustar com os meus curativos - Jane que estava perto da porta com a bebê deitada em seu ombro se aproxima até ficar ao lado da cama.
- Taylor olha quem está aqui.
quando me vê quer vir pro meu colo e Janne a coloca na cama, a pequena me abraça e começa a mecher no curativo e nos hematomas em meu rosto.
- você tá igual o papai, as vezes ele chega em casa assim, todo arrebentado como a tia Janne fala, você é namorada do meu pai?
eu fico meio sem jeito, então olha em volta e todos parecem desconfortáveis.
- bom, eu sou só uma amiga do seu pai.
o meu café da manhã chega, mas Taylor não quer sair do meu colo então eu a deixo comer comigo, os homens saem do quarto e Janne se senta ao meu lado.
- meu irmão pode ser iguinorante e bruto, mas é uma boa pessoa, pesso que não leve suas ameaças tão a sério, ele estáva muito irritado última mente pelos problemas com a filha.
- não precisa se preocupar, assim que eu tiver alta, vou ir embora.
- não vai por favor, eu não quero que a Lili vá embora. - Taylor me agarra chorando.
- Taylor fazer bira é muito feio
eu a conforto, o médico entra e me examina com Taylor grudada em mim.
- Olivia eu vou assinar a sua alta, já pode ir para casa.
ele sai novamente quando Henrique entra com a minha mochila e a coloca encima da cama e tenta pegar Taylor.
- não eu não quero você, vo ficar com a Lili.
- Henrique podemos conversar lá fora.
quando saem pego minha mochila, e todas a minhas coisas estão lá enfio a mão pelo furo no forro da mochila e encontrar minha corrente, a coloco no pescoço pego uma calça e uma blusa, e não tenho escolha vou ao banheiro com o meu grude, ela corre e meche nas coisas que ela alcança, eu me visto, e escovo os dentes lavo o rosto e dou uma ajeitada no cabelo, saio do banheiro e calso meus sapatos, guardo o caderno e o estojo na bolsa, e me sento na cama colocando a Taylor ao meu lado ela coloca a cabeça no meu colo.
- quantos anos você tem pequena. - ela se vira pra mim e mostra três dedos - tudo isso, você já é uma mocinha e mocinhas boazinhas ganham chocolate.
- eu sou boazinha.
dou um pedaço de chocolate pra ela, que fica feliz comendo seu doce.
- Olivia gostaria de ser a babá da Taylor?
eu nem o vi entrar e fui pega de surpresa com a proposta. de Henrique
- eu não sei.- não tenho certeza se isso é a coisa certa a se fazer, e o temperamento desse cara, provavelmente eu estou saindo de uma fria e entrando em uma cilada.
- se não quiser eu posso te dar uma contia em dinheiro pra você se manter por um tempo.
- eu não quero o seu dinheiro.
- então pelo menos aceite o emprego, pela minha filha, eu não sei o porquê dela gostar tanto de você. - ele parece impaciente.
- tudo bem eu aceito. - acho que eu não aguentaria saber que essa criança está sofrendo por minha causa
- viu filha a Olívia vai ficar, agora vem com a papai, vamos Matt e Janne estão esperando no carro. - ele parecia satisfeito, e até o vi sorrir levemente.
antes de sairmos o médico me receitou alguns remédios, paramos em frente a uma farmácia e Matt compra os remédios, quando chegamos na casa, na verdade uma mansão, chamar aquela contrução de casa é um eufemismo, quando entramos em um estacionamento subterrâneo cheio de carros das mais variadas marcas e modelos, pegamos um elevador que nos deixa na sala.
- Janne leve Olivia para um dos quartos, eu e Matt temos que trabalhar, até mais tarde.
ela me leva até o andar de cima, deixamos Taylor em sua cama ela dormiu no caminho, para casa.
- esse vai ser seu quarto, para facilitar, já que é ao lado do quarto da Taylor, olha meu quarto é esse na frente ao seu do lado do meu o quarto do Matt e o do meu irmão é aquele do fundo, os quartos do outro lado do corredor estão desocupados.
- esse quarto é lindo.
- venha ver o banheiro.
- é tão grande.
- sim, vamos ver o restante da casa.
...(quarto do matt)...
...(quarto da Janne)...
...(sala)...
...(área externa)...
...(cozinha)...
...( sala de jogos )...
...( sala de cinema )...
...( dispensa de lanches da sala de cinema )...
- bom, você não pode entrar no escritório e nem no quarto do Henrique sem permição, essa é a regra mais séria, já que é aplicada até a mim, e os demais empregados, o café da manhã é as 7h30, Taylor tem que ir pra escola as 8h, almoço as 12h, tem que buscá-la as 15h30, o jantar é as 19h30 mas nada te impede de usar a cozinha a qualquer hora, se quiser sair com ela tem que pedir permissão, e nada de sair sem os seguranças.
estamos caminhando pela casa quando passamos por uma porta que eu não tinha reparado.
- e o que tem aqui?
- a é, tinha me esquecido, é a biblioteca.
- é linda, posso vir aqui?
- raramente alguém vem aqui, então pode ficar à vontade.
depois de algum tempo a Taylor acorda e nós três vamos almoçar, passo o resto da tarde brincando com a pequena em seu quarto de brinquedos paramos para um lanche e retomamos a brincadeira perto da hora do jantar eu dou banho e visto Taylor quando a levo pra jantar, novamente somos só ela, eu e Janne, quando voltamos ao seu quarto Taylor quer assistir a um filme das princesas, ela se deita em sua cama e me chama para deitar ao lado dela minha pernas ficam para fora da cama, mas eu não ligo, o filme começa e eu assisto com ela.
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Atualizado até capítulo 63
Comments
Rosenilda Rodrigues
qual a idade da Taylor?
2025-02-12
0
Luz
Uma criança dessa idade não fala e nem age até assim como adulto.
2025-03-09
0
Olívia Roberts
quantia*
2024-10-03
0