Com o grito que o Senhor Carlo deu me mandando entrar e com o que a senhora Laura disse fiquei muito perdida, ciumes? Impossível isso eu não sou ninguém, o Julio é educado e não me desrespeitou, mas o senhor Carlo entendeu tudo errado, mas ele me chamou no quarto para conversar e pensei em não ir, mas tive medo que ele me arrastasse para lá, ele tentou impor sua vontade de uma forma que me deixou triste demais, quando virei de costas ele me jogou na cama com tamanha brusquidão que me deixou apavorada, mas suas palavras firmes fizeram um sentimento estranho dentro de mim.
Assim que ele me liberou desci a escada e fui atrás da Laura, ela iria me ajudar a poder ir embora.
Senhora Laura, podemos falar rapidinho? — a chamei e ela assentiu, viemos até a cozinha e então falei.
Peça por favor ao seu marido que interceda por mim, eu quero ir embora — falei e ela me olhou com pena.
Minha querida, eu não posso me envolver, o líder aqui é o Carlo, mas ele te fez algo? — questionou ela e neguei, ela me pediu detalhes e lhe contei sobre a cena.
Falarei com meu marido, mas não acho que vá resolver, eu acho que Carlo está lutando contra os sentimentos que tem, mas vou tentar, agora não chore, de todo apoio para a sua patroa, a senhora Lopez passará por momento de tristeza bem fortes agora — falou e assenti, subi as escadas e entrei no quarto a outra enfermeira pediu licença e fiquei ali com ela.
Você me acha uma monstra também? — questionou ela e neguei.
Não senhora, não acho, sei que na máfia os casamentos são bem difíceis e as mulheres pouco ouvidas, não sou Deus e nem melhor que a senhora para a julgar culpada por algo e não pense nisso, dê o tempo de tudo se resolver e esse é o melhor remédio, o tempo, mas me diga, o que quer fazer agora? — perguntei e ela sorriu, levantou e pegou um álbum de fotos da gaveta e sentou no sofá ao meu lado.
Já viu essas fotos? — falou e neguei, ela começou a mostrar as fotografias e ficamos ali juntinhas até que ela se cansou.
Hoje como me sinto bem melhor acho que é mais confortável que durma em seu quarto, não preciso de enfermeira e sim de companhia, falarei com meu filho para isso — falou e neguei.
Não acho que seja um bom momento, se ele não se opor eu também não nego, mas gosto de estar aqui com a senhora, gosto de me sentir útil, é a primeira vez que isso acontece na minha vida — falei e ela acariciou minha mão mostrando que estava ali.
Mãe como se sente? — perguntou e logo abaixei a minha cabeça.
__ Bem filho, fui até a sala já, caminhei, estou comendo e me sentindo forte, aliviada pelo fim do seu pai e com a companhia dessa moça querida logo estarei 100%, acho inclusive que logo poderei voltar as minhas obrigações e recuperar muito do tempo perdido, pena que Suzan não me perdoou — falou ela triste.
Dê o tempo que ele precisa, de recuperar o que passou com a Margot, de digerir tudo, ele está magoado, mas isso passa — falou Carlo.
June venha até o corredor para que te passe algumas orientações — falou ele e disse que nesse momento não dava.
Agora June — falou firme e assenti.
Me desculpe por mais cedo, falei ao seu pai que você viria trabalhar, me sinto responsável por qualquer coisa que acontecer — falou e esperou uma palavra minha, balancei a cabeça em positivo e voltei para dentro, ali vi que a senhora Lopez dormia já e fiquei na varanda sentada, vi que Laura já tinha ido embora e que o carro do Carlo estava saindo, seu olho cruzou com o meu na varanda e logo entrei correndo, com certeza ele vai ir para algum prostíbulo e fazer algumas coisas com algumas mulheres, provável que sejam bem melhores que eu, ai June para com esses pensamentos, ele é o seu chefe, grosseiro e bravo demais, não é da sua conta o que ele faz ou deixa de fazer.
__ Sr.ᵃ vou até a cozinha, você quer comer algo? — chamei e ela negou, percebi que ela se sentia bem e fiquei mais aliviada, então na cozinha tomei uma água e fiquei ali sentada no balcão comi uma fruta e diante daquela casa imensa fui dormir no quarto que havia sido entregue a mim.
Carlo...
Sai de casa para não cometer uma loucura, foi como se Kalita nunca existisse na minha vida, a enfermeira não sai da minha cabeça e essa obsessão por tê-la próxima dos meus olhos assustou não só ela, mas a mim também.
Cleber eu vou sair, fique de olho na casa, qualquer coisa me ligue imediatamente — falei e ele assentiu, virei as costas e entrei no meu carro antes de fechar a porta vi que ela me olhava na varanda, mas assim que nossos olhos se cruzaram ela entrou imediatamente e sai cantando pneu, eu iria até a boate, precisava extravasar e faria isso a moda antiga com bebidas e sexo.
Entrei ali e logo as meninas me receberam, em um momento de loucura resolvi levar duas meninas para o quarto e tentar tirar aquela que parecia tão inocente e proibida da minha mente.
Senhor Carlo, por conta da casa — falou o gerente e deixei que me levassem para o quarto.
__ Vamos cuidar de você meu senhor, antes que seja obrigado a se casar e pare de nos visitar — falou a loira e assenti já tomado pelo álcool, mas sem perder a noção, coloquei o preservativo e comecei a brincar com uma, enquanto fodia a outra de quatro, logo que percebi June já dominava minha mente e gozei imaginando ser ela ali em minha frente.
Estava tarde quando voltei para casa, vi a luz do quarto acesa, o quarto designado a June, luz acesa por quê?
Está acordada? — me questionei e pensei em ir até lá, mas foi só entrar e uma das empregadas veio me satisfazer, elas sempre ofereciam, mas antes eu tinha um relacionamento, e agora tenho o quê?
Chefinho? Posso te ajudar no quarto, ou ir até o quarto? — ela falou e a peguei pela cintura, iria até o escritório mesmo só para foder seu rabo, tentando desesperadamente tirar June da minha cabeça, ali coloquei a camisinha e em pé mesmo a possui.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Dora Silva
acho nojento esse jeito que eles sempre agem com a desculpa de esquecer a menina e vai trepar com outras 🤮
2025-03-12
0
Márcia Jungken
Carlo está sendo um nojento exatamente como o velho escroto do Lopez 🙄🙄🙄🙄🙄🙄
2025-01-20
1
Fatima Gonçalves
VDD É UMA DROGA
2025-02-16
0