A senhora trouxe a minha bandeja com alimento e aproveitei para perguntar sobre a Sr.ᵃ Laura.
Onde está a senhora Laura?
Ai menina, ela se afogou, caiu na piscina, a levaram para o hospital, parece que está fora de perigo, mas ainda não voltou — falou ela e assenti, com certeza pediria a Deus que a curasse, ela parece ser alguém com bom coração.
Sentei para comer quando vi um movimento, olhei para a cama e a senhora estava com os olhos abertos, levantei rapidamente e me aproximei.
Sra. sou June sua enfermeira, como se sente? — questionei, inicialmente ela estava com um olhar preocupado, os olhos corriam o quarto todo como quem procura alguém, mas logo que viu que não tinha mais ninguém ali se acalmou, respirou aliviada.
Você consegue me ouvir? — questionei, mas ela não me respondeu.
A senhora me entende? — perguntei mais uma vez e conforme ela não respondia ia passando tudo para o seu prontuário, o médico viria a tratar uma vez por semana para administrar sua melhora ou piora.
Mais ou menos uns 20 minutos passaram e a porta foi aberta, fiquei aliviada em ver a Sr.ᵃ Laura e sorri, ela quando viu a sogra acordada ficou alegre e aliviada.
Quanto tempo faz que ela acordou? — questionou ela.
__ Faz mais ou menos 40 minutos, mas não falou nada ainda, acredito que seja o trauma, ou a medicação talvez, devemos pedir que o médico venha tratar isso e ver novos exames — falei, mas logo abaixei a cabeça quando entraram os dois, ele me deixava cada dia mais assustada, que homem é esse, me assusta e encanta na mesma medida.
__ Mãe, que bom que acordou — falou o marido da Sr.ᵃ Laura e ela o acompanhou com os olhos.
__ Não existe dano cerebral, pois está acompanhando ele — falei.
__ O que precisaremos fazer? — perguntou Carlo diretamente a mim, seu tom autoritário me assustou um pouco e acabei não respondendo.
__ Você me entende? — ele perguntou mais uma vez e acabei tendo um surto e dei dois passos para trás.
__ Carlo, temos que chamar alguém, um médico, não sabemos se o trauma a deixou sem falar, ou se tem algo bloqueando isso, ela já tinha me explicado — falou Laura tentando me deixar calma.
__ Qual seu problema, você não responde a ela e sim a mim — ele disse e me desculpei.
si sinto muito, eu entendo e não vai se repetir — falei e ele saiu bravo, Sr Suzan agradeceu o cuidado dela e saiu.
O que aconteceu entre vocês que deixou você tão apavorada? — perguntou e respondi francamente.
Nada, ele me assusta com tantas tatuagens, músculos, dizem que ele mata sem piedade e digamos que não foi uma opção vir para cá, quer dizer, eu escolhi vir, mas era vir ou meus pais me matariam, ele é o líder agora e ninguém quer o ódio do líder direcionado a si — falei e ela ficou me olhando como se me analisasse
Entendi, mas não haja assim, ele é cruel com quem merece e só, vamos fazer assim, vou chamar mais uma enfermeira para dividir as funções e que te permita ter alguns horários livres, assim você vai e vê a sua família e não ocupa a cabeça só com o medo e o trabalho — falou e fiquei alegre demais com a idéia de ver a minha família, na verdade, acabei a abraçando com tanta alegria, mas logo dei dois passos para trás e me desculpei mais uma vez.
Carlo...
Sai do quarto indignado, a enfermeira fica branca sempre que me vê, branca não, quase sem cor, Laura desceu pouco tempo depois e me pediu que chamasse outra enfermeira para dividir a tarefa, que a June queria ver as pessoas que eram especiais para ela, por um minuto de loucura me perguntei se seria algum namorado.
Vou resolver isso e mandarei vir outra enfermeira, mas não quero ela dormindo fora da mansão nos dias de folga, até que minha mãe esteja estabilizada, não gosto de atrasos e de saber que ela pode falar dos assuntos aqui de dentro na rua, ela ganha folga e fica aqui, o carro a leva e traz — falei e Laura ficou me olhando.
Certo, Cristóvão, chame as empregadas por favor — falou minha cunhada e ficamos aguardando a cena que desenrolaria a seguir.
__ Senhora, aqui estão — disse o soldado e as duas estavam quase transparentes.
__ O que você queria me empurrando — ela perguntou a uma que negou correndo com a cabeça e como resposta levou um soco, com certeza treinada pelo Antony e admirada pelo marido que só faltou comemorar cada soco.
__ Senhora, por favor eu juro — ela choramingou caída no chão.
__ Acha que sou idiota? Que não vi ambas paradas na beira da piscina? Uma coisa aprendi com minha família, não se dá segunda chance a traidores, que eles sempre voltam, acredite que não queria isso, mas não bastou servir a cama dele uma vez, tem que tentar matar a mulher em uma tentativa desesperada de ocupar o lugar dela, clichê não acha? Vocês podiam trabalhar e ganhar seu dinheiro, mas não, ridículas como são tentaram né, qual é a sua última palavra? — falei e ela suplicou, a outra estava quieta e ergueu a cabeça falando uma única frase.
__ Ouvi seu pai na noite do casamento, sua mãe disse que te contaria a verdade, por isso no outro dia a derrubou da escada, ele disse que mataria sua esposa e falou algo também que é importante, mas só falo se não me matar — ela disse.
__ Marido? — questionou minha cunhada.
__ Me diga o que sabe e talvez te deixe viver — falei e mandei que tirassem o corpo dela da sala, meu irmão entregou a arma para Laura que nem hesitou.
__ Ele tem alguém aqui, combinou de envenenar sua mulher, não sei quem é, mas eu ouvi uma conversa enquanto estava... — ela baixou a cabeça e pareceu constrangida.
__ Fale, quando escutou isso — perguntei sem paciência e ela falou:
__ Eu estava embaixo da mesa do escritório, quando a porta abriu eu o... — ela deu a entender que estava fazendo algo nojento ali.
__ Que nojo, você chupava meu pai — questionei lembrando que antes da Kalita eu a fodia também.
__ Ele assim que ouviu a porta abrir trancou minha cabeça com as pernas, tapando meus ouvidos, escutei muito abafado, seu pênis estava na minha garganta e eu fiquei nervosa achando que era vocês ou sua mãe, me desculpe — ela se entregou ao choro e a vergonha.
__ Tudo bem, é um avanço, não mate ela, mande-a a para algum bordel ou para longe daqui — Laura falou e saiu,
__ Façam o que a esposa do Suzan disse, resolveremos aqui agora — falei e fui para meu escritório, meu irmão igual um bobo foi atrás da mulher dele.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Rose França
a história é bom , mais tem hora que não dá pra entender
2025-03-08
1
Lenilma Sousa
tem hora q fico sem entender a história , não sei de quem é a fala .
2025-02-25
1
Vanda Farias de Oliveira
estou confusa sobre essa estória da empregada
2025-03-01
0