Capítulo 18

Jack saiu em segurança com Esme nos braços, fora dos muros do reino, a sua mãe e Mike o esperavam, a fim de irem para longe dali, cortaram pelas florestas proibidas, onde Ninguém de Egnormia poderia ir. E cruzaram as suas fronteiras.

Quando Esme acordou, ela estava confusa de tudo que havia acontecido. Tendi apenas poucos Flashs, da fuga e da dor da sua perna.

— Oh Donadeth, ela acordou venha ver.

Donadeth a olhava com ternura, se aproximou dela e deu-lhe um imenso abraço. Esme não entendia tudo aquilo, mais aquele abraço a fez desmanchar em lágrimas e segurá-la com mais força.

— Calma querida, já está tudo bem, você estar a salvo.— ela acariciava os cabelos —Não importa o que tenha feito, o fato de te abandonarem como fizeram, foi tão insensível.

— Por que fizeram isso? Por quê? Isso podia custar as suas vidas, e se nós acharem custará — soluços pós outros saiam de dentro dela, como se não tivesse fim.

— Querida, você pode se acalmar, ninguém nós pegará, eles não podem vir até aqui, agora descanse, vou trazer algo para comer.

Assim que Donadeth estava a sair do quarto que Esme estava, Jack aparece na porta ofegante.

— Não me assuste assim, pensei que não se importava com ela, e agora chega ofegante. Estar com pressa em vê-la? Pois digo que a deixe ela descansar.

— Não vim aqui porque me preocupo com ela, só vim conferir tudo. Estou ofegante porque apostei corrida com Mike.— Mike o olhou como se o condenasse por mentir daquela forma.

— Olhe, você pode enganar qualquer um, a mamãe e até mesmo a si, mas eu sei que se importa que ela esteja bem. Se importaria…

— Faça silêncio Mike, vamos entrar e ficar de olho nela para ajudar a mamãe e a Olívia.

Olívia era uma mulher de cabelos castanhos claros, com pequena sarnas em seu nariz. Era ela que hospedava os quatros fugitivos.

Esme olhava pela janela, enquanto Olívia limpava seu ferimento novamente, quando viu Jack entrar com Mike, que correu para abraçá-la.

— Mike, como é bom te ver, senti a sua falta depois que fui embora da sua casa.— Ela lhe dá um beijo na sua testa e se vira para Jack.

— Eu não posso cuidar do meu próprio ferimento? Podia me arrumar algumas ervas e ... — Jack a olhou e deu um leve sorriso de canto.

— Esme, Olívia também entende de medicina, não seja rude e deixe ela ajudar-te, ela fez questão de cuidar de você.

Olívia o olhou e sorriu para ele. Esme ficou desconfortável ao desconfiar que a tal moça tinha algo com Jack, como a forma que lhe olhava e ele a defendera. Chegou a pensar que era um belo casal.

— Me desculpe, é que não estou acostumada a dar trabalho a ninguém. Sempre me viro sozinha.

— Está tudo bem, eu não me importo.

— Muito obrigado.

Olívia se retira, e pede que Mike a acompanhe, deixando que Jack e Esme sozinhos no quarto, dando espaço para desentendimentos.

— Como está se sentindo? — Ele decidiu sentar-se na beirada da cama para tentar ter uma conversa mansa e agradável — Olívia falou que vai demorar um pouco para cicatrizar mais dentro de algumas semanas só vai haver um leve vestígio que uma flecha lhe acertou.

— Tudo bem, obrigada. Quando já estiver andando, vou embora.— o seu tom havia ficado mais seco — E aí vocês poderiam ficar longe de mim e eu de vocês, sem causar nenhum problema.

— Esme não está causando problema nenhum, a minha mãe nos meteu nisso por vontade própria, já estamos bem ferrados, acredite. E eu faria qualquer coisa por ela, até me arriscar por alguém que mal conheço. E mesmo que não concorde, pense nisso como uma retribuição, por você me ajudar da última vez.

— Não quero que ninguém me retribua nada, então fiz aquilo a troco de nada. Só sai daquela masmorra com você porque se meteram nisso, mas vocês não deveriam fazer nada disso, estão apenas me atrapalhando.

— Te atrapalhando!?— Jack se aproxima dela e fala seriamente —Atrapalhando de você morrer da pior forma possível? De ser humilhada? Ou vai dizer-me que ia se entregar aquele homem para sobreviver e tomar o seu reino? Esme acorde, você foi traída e nós estendemos a nossa mão a você, não desperdice a oportunidade de recomeçar, de ir atrás de algo, de se manter viva. A minha mãe viu o que fizeram com você e se compadeceu de ti, e vai ser assim que vai retribui-la? Com arrogância e ignorância.

Esme ia soltar absurdos para ele, mas Donadeth voltou com o que havia prometido: comida para Esme. Os dois se calaram e Jack retirou-se furiosamente.

— O que houve Esme? Ele estava te importunando? Vou repreende-lo.

— Não, não. Não aconteceu nada Donadeth —Ela segurou-lhe o braço — Deixe-me ver o que me trouxe, deve estar delicioso, e faz um tempo que não como nada saboroso.

— Querida, sinto que você não gostou do que fiz, mas escute, não poderia deixar daquela forma, você salvou o meu filho, e cuidou muito bem de mim e de Mike. E eu nunca pensaria que Astrity faria uma coisa como essa.

— Como descobriu?

— Nós estávamos de saída para cá, decididos a ir embora por motivos que prefiro não dizer-lhe, e encontrei com ela, perguntei sobre você e ela falou coisas absurdas da menina que ela defendeu por muito tempo, eu sabia que havia algo errado. E quando a vi sendo levada, no meio daquela cidade, decidi que não a deixaria lá. Pedi para prepararem uma água com algumas adicionais para que você tivesse forças e alguns amigos nos ajudaram, Jack ficou relutante, mas ele faria aquilo por mim. Querida você não deve desisti, mesmo que as pessoas te abandone, te traiam. Faça isso por você mesma, pessoas más não devem atrapalhar, nossos planos de viver, absolutamente não podem.

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