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Esme já havia andando quilometros a pé, estava zonza por causa da escuridão que se espalhava ela não sentia mais os pés, para quem tinha corrido tanto de cavaleiros, sua situação estava precária. Suas pernas tremem e quando ela se dá conta cai com joelhos no chão.
— O quê houve??— Os soldados olham para trás, assustados — Vamos levante, ainda falta muito.
— Senhor ela desmaiou.Devemos carrega-lá.
O comandante analisa a situação, e tenta chegar a uma conclusão.
— Dêêm um pouco de água e tentem acordá-la, ela precisa chegar viva no Palácio.
Assim eles fazem mais não adianta, a gota de água não desse pela garganta apenas a faz engasgar, mais ela continua inconsciente e fraca.
—Vamos voltar até a cidade que passamos agora a pouco, para pegarmos uma carroça da prisão do leste, carregue ela enquanto isso.
— Sim senhor.
Eles vão até a cidade e pegam a carroça, a cidade está bem movimentada cheia de feiras, estavam acontecendo um grande festival de carnes que só ocorria naquela semana. O General acabou tendo que conversar com alguns senhores, e moças que estavam curiosos sobre sua vinda a cidade, como um bom guerreiro ele tinha seus fãs que não o podia deixa-lo passar despercebido
—Não deveríamos ir?? Ele está esquecendo do que vinhemos fazer.
— Não temos muito o que fazer já que ele quem manda em nós, minha maior preocupação é a moça.
— Está preocupado com uma criminosa ? você é mesmo um tolo. E ela é uma degenerada, mesmo acordada não quis comer nada nem beber nada, deve mesmo estar querendo morrer.
— É ela é mesmo incomum, veja o general esta chamando,já devemos ir.
Eles partem novamente para tentarem andar mais um pouco do caminho.
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— Estamos já chegando, falta apenas algumas horas, devemos chegar perto do nascer do sol, só demoramos mais por que passamos na cidade vizinha pra pegar uma carroça da prisão de lá.
— Mesmo que não pegassem ia ser muito pior, ela não ia aguentar já estava muito fraca, se tivéssemos que arrastá-la ou carrega-la nos nossos cavalos ia dar muito mais trabalho.
— Ainda sim, no final a culpa mesmo foi do general, que foi galantear aquelas moças.
— Não fale assim do general se ele te ouve estamos fritos.
Os dois soldados continuavam a cochichar, inquietos para chegar logo no castelo e poderem descansar, a noite estava mais sombria de que de costume.
Esme que não aceitara nem um copo de água dos soldados, decidira ficar encolhida aonde haviam a amarrado. Ela estava perturbava, e se perguntava se devia somente aceitar ser levada para a morte.
Um dois soldados de olhos claros veio de novo, tenta-lhe dar água, e um pedaço de pão:
— Precisa bebe um pouco de água, vamos. Tem que aguentar ficar de pé até chegamos lá.—Esme olha para a água na pequena bacia e o pão na mão do soldado.
— Do que adianta comer ou beber se irei morrer assim que chegar lá? Isso é besteira deixe-me continuar a apodrecer aqui.
O soldado a olha com compaixão, mais não insiste em deixar os copos e o pão em sua frente, e resolve voltar para onde estava.
— Ei amigo, por que ela vai ser julgada mesmo?? o general falou um monte de coisa dela, mais não entendi nada, por quê ela vai ser morta?? Fiquei tão curioso. Ela tem sua idade, é muito nova.
— Eu sei de algumas coisas mas... não sei se devo contar.
— Vamos me fale. O General deve demorar mais um pouco, já que foi ao riacho.
— Tudo bem deixe eu te dizer.
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Atualizado até capítulo 28
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