O fardo de cada um

O imperador Guang GangGuang está pensativo, na verdade, ele está pensativo há vários dias, desde o dia que voltou de sua viagem e foi informado que sua amada concubina o traia. Está sem dormir direito desde então, alimenta-se contra a vontade, enfim, faz tudo que deve fazer e é só.

Seus conselheiros disseram que visitar a concubina Lin Ehuang nas masmorras, seria uma atitude inconveniente para a posição de imperador. Disseram eles que o povo concluiria que ele ainda, em nome de algum sentimento, tem desejo de atenuar as medidas legais em favor da concubina e isso poderia abrir precedentes.

Esta não é a verdade. Este imperador jamais dificultaria o cumprimento da lei. O que este imperador quer é ouvir tudo que ela tem a dizer, sobre esse assunto.

Vossa majestade, sabe que isso poderá ser feito no dia que fizerem a leitura do veredito, aí então, ela poderá mostrar sua versão. Se ela apresentar alguma prova de sua inocência marcaremos um novo julgamento. Essa é a lei.

Não precisa lembrar esse imperador, eu sei sobre as leis.

Queira perdoar esse conselheiro, mas eu também sei que essa situação é muito delicada para vossa majestade e estamos tentando ajudar da melhor maneira possível. - encerra o conselheiro Yan.

Nesse dia está acontecendo a audiência informal, uma espécie de oportunidade dada ao povo de fazer solicitações ao imperador e por quatro horas, o imperador Guang ouviu seus súditos e seus pedidos mais estranhos, mas finalmente acabou e o que sobrou foi essa conversa tola e um vazio enorme no peito.

Em várias ocasiões, o imperador olha para a pequena cadeira a seu lado e parece ver ali sua concubina que sempre sorria quando ele favorecia de maneira justa, este ou aquele cidadão. Ela o ensinou muito, hoje ele tem mais segurança nas suas palavras e em suas atitudes, mas agora está perdido, não tem mais o olhar de admiração a fitá-lo, muito menos as palavras sábias que o faziam se sentir um menino aprendendo com a mestra.

Em seus aposentos, lugar onde passa maior parte do tempo, ele está sentado no balanço que Ehuang pediu para instalar ali, lugar onde os dois namoravam por horas.

__ Ehuang, por quê você fez isso? É tudo que quero saber.

O imperador Guang GangGuang governa a mais poderosa nação de todo o continente, comandante das forças mais mortíferas e temidas, tem em suas mãos a chave do tesouro mais cobiçado do continente e no entanto, nesse momento, enquanto olha para o horizonte, as lágrimas rolam sem nenhuma vergonha.

No palácio moram duas imperatrizes. Uma é a imperatriz de direito, pois é casada com o atual imperador e a outra ostenta seu título baseado na sua grandiosidade e respeito que sua pessoa emana.

A imperatriz Li Hua está em êxtase, sua alegria não tem limites, mas como uma boa dissimulada, disfarça muito bem, se apresentando diante do marido com um rosto sério e preocupado, como se ela realmente estivesse preocupada com os rumores e consequências que toda a situação pode gerar no futuro. Esse foi o comentário do pai, o conselheiro Yan, mas a imperatriz não se importa com esses detalhes, sua alegria é enorme e não será isso que irá abalá-la.

Ela está no jardim caminhando com o pai, que é a única pessoa que vê seu rosto feliz.

Você não deixou rastros, deixou?

Pai, por favor! Acha que sou alguma tola? Nada chegará a mim, eu me protegi muito bem.

Espero que sim. - o conselheiro Yan olha para a filha seriamente. - Será muito ruim perder você.

Pai, o que é isso? Palavras carinhosas para sua filha?

Sua tola! O que quis dizer é que perderei uma aliada na corte, somente isso.

Claro que sim, pai. Que tola fui ao pensar que via sua filha como uma filha querida de verdade.

Pare com isso. São tolices demais para ouvir, vou voltar primeiro, tenho muitas coisas para amanhã.

Já surgiu algum defensor para aquelas duas?

O prazo termina na vigésima hora do dia, mas não acredito que alguém vai aparecer. A situação é bastante complicada e pode ser que o defensor acabe se sujando com a lama de toda essa história e é certo que nenhum membro da corte quer manchar sua reputação por causa de estranhas, mesmo aquele tolo do Yang.

Que bom, que bom. - aplaude a imperatriz.

__ Quero eliminar aquela concubina da vida no palácio de uma vez por todas, não vou permitir que ninguém apareça para sua defesa.

Nesse mesmo dia, o conselheiro fez uma visita a concubina Lin Ehuang nas masmorras.

Concubina Li Ehuang, está sendo tratada como uma adultera merece, ou seja, sem respeito ou consideração, mas vejo que ainda está bem-disposta.

Isso é algo que o deixa feliz, conselheiro Yan? Manchar a casa do imperador com um escândalo?

A culpa é sua, concubina, por ter um amante. - sibila o conselheiro Yan.

Está muito certo em sua posição como acusador. É fato que a verdade pode ser soterrada por dezenas ou milhares de mentiras, mas no final a verdade surge vitoriosa.

Não sei do que fala, afinal a única verdade aqui é sua traição ao imperador, como uma mulher adultera e isso é um fato.

Talvez o senhor acredite que eu tenho muito tempo sobrando, para ouvir sua conversa vazia e debochada, mas quero voltar as minhas orações ao Grande Céu e continuar pedindo ajuda. Isso é possível?

__ Continua atrevida, mas isso vai acabar quando a lâmina do carrasco cortar sua cabeça, mas tem razão, deve rezar muito mesmo, afinal os milagres existem, talvez não para vocês duas, entretanto, nunca é demais ter fé. - o conselheiro quis ter a última palavra, para demonstrar sua superioridade e desta vez não ouviu nada, nenhuma replica as suas palavras.

O conselheiro sai das masmorras sentindo, talvez, a mesma alegria da filha. Um inimigo está sendo destruído e isso o faz sentir aquela estranha sensação. Olha para o céu e sente um bem estar que a muito tempo não sente. Amanhã é o julgamento das duas mulheres e o palco já está montado e a vitória será dele.

A outra imperatriz do palácio, aquela que tem o nome de Guang Yao Yao, a imperatriz-mãe, também está triste com a acusação e prisão de Zhang Jingfei e Lin Ehuang, que de acordo com seus espiões, as duas mulheres nunca antes estiveram em atitudes suspeitas e ainda de acordo com esses espiões, a acusação contra as gêmeas Xiuying, tem, de alguma maneira, o envolvimento de tia Meirong e esta tem um cúmplice dentro do palácio.

A imperatriz-mãe está triste e preocupada, a situação é delicada e complicada, mas está presa a essa enfermidade, pouco pode fazer a não ser ouvir o relato de seus espiões, que a deixam mais preocupada ainda.

Existe algo que pode fazer, que é encontrar alguém que se prontifique a ajudar as duas mulheres sendo um Defensor, talvez atenue a situação um pouco, pois soube que ninguém se ofereceu para esse cargo. Pensando no assunto desde que amanheceu, não consegue encontrar nenhum nome de alguém corajoso o suficiente para enfrentar o Acusador, que é ninguém menos do que o conselheiro Yan. Não aparecendo ninguém o conselheiro vai certamente condenar as duas e pedirá a decapitação como punição.

Essa mulher é conhecida por sua astúcia e determinação, portanto ela já tem um plano, que espera dar certo, aliás tinha ouvido que o conselheiro Yang tinha se oferecido, mas não se apresentou ao imperador para confirmar isso, mas ela tem algo em mente.

Seus servos agora não são mais de confiança, alguns deles foram enviados para outros lugares quando ficou doente e lógico que os que vieram têm alguma ligação com o conselheiro Yan e a imperatriz. Os relatórios dos espiões vêm disfarçados de presentes, algo que ninguém desconfia, pois muitos nobres ou não, tentam ganhar a simpatia da imperatriz-mãe e assim ela fica sabendo das coisas, mas não tinha tentado enviar uma mensagem para ninguém, com receio que leiam no caminho.

Com receio de uma mensagem, ela manda chamar o conselheiro Yang.

Vossa majestade, o conselheiro Yang está em uma reunião com o imperador e o conselheiro Yan. - informa uma das servas.

Sabe o motivo dessa reunião?

Não, vossa majestade, mas sua serva Jie foi saber. - a serva se sente incomodada. - Isto, vossa majestade não é apropriado, a serva pode ser punida.

Isso só acontecerá se você contar a alguém. Você vai contar? Se você contar, direi que pedi a você para fazer isso, mas mandou outra em seu lugar. - fala calmamente a imperatriz-mãe.

Não, vossa majestade! - prostra-se no chão a serva de nome Min. - Eu não vou falar nada, prometo!

Sua tola. Preciso fazer isso para ficar prevenida se algo acontecer conosco, ou você prefere ser transferida, como os antigos servos foram, enquanto estive doente?

Não, vossa majestade. Aqui é bem melhor do que os estábulos.

Mesmo que quem a colocou aqui, cobre de você alguma informação, fale sem medo do que acha que viu e não do que você viu com certeza, assim manterá essa pessoa satisfeita e eu confiarei em você, terá minha proteção e permanecerá aqui por muito tempo. Você entendeu?

__ Sim, vossa majestade.

A outra serva entra correndo.

Vossa majestade, o conselheiro Yang vai ser o Defensor da senhora Zhang e da concubina imperial!

Ele se ofereceu ou o imperador ordenou?

Nas conversas das outras servas e principalmente do servo do conselheiro Yang, ele se ofereceu, vossa majestade e a muito tempo.

Esse homem me surpreende sempre. Antes achei que defenderia a irmã, mas deixou-a de lado, para preservar a si mesmo e agora surge como uma tábua de salvação.

Com essa informação, a imperatriz-mãe fica um pouco menos preocupada, sabe que o conselheiro Yang é o único que se atreve a ser uma resistência contra o conselheiro Yan. O conselheiro Yang com certeza vai dificultar a vida do Acusador, que achava que tudo seria bem fácil.

A imperatriz-mãe Guang Yao Yao, está agora menos triste e menos preocupada, ela tem esperança que tudo acabe bem para aquelas duas, que aprendeu a amar e respeitar.

No lado oeste na capital fica a propriedade da família Zhang. É uma das mais belas moradias depois do palácio imperial. Nessa propriedade tem um bosque que chega até os limites da muralha. Uma propriedade invejada por muitos nobres da corte, mas o segundo príncipe imperial tem que ter uma moradia digna de seu título.

O segundo príncipe Guang é também conhecido como o grande marechal Zhang Huizong. Um militar respeitado por seu brilhantismo em campos de batalhas, onde tem estratégias brilhantes que o levaram a grandes vitórias, deixando orgulhosos o pai e o avô.

O marechal Zhang é brilhante em táticas de batalhas, sempre foi um bom aluno na academia. Conhecedor de várias técnicas de luta com espadas, poderoso em seu cultivo, o único, abaixo somente dos guardiões do império, em estar no nível dezoito em cultivo. Um homem bonito, que fez e faz várias damas, solteiras ou não, suspirar quando entra na sala do trono. Um homem que jamais soube o que é o amor ou ser amado. Para ele, o amor do avô é diferente, é amor de pai para filho, mas o sentimento que fez seu coração se encher de felicidade, que fez suas pernas tremerem só por ouvir uma voz em especial, que fez seu mundo se colorir, quando tudo era cinza, com esse sentimento, ele provou o ápice da felicidade e agora prova o inverso disso tudo.

Zhang Huizong se iguala ao irmão em desânimo e tristeza, mas a grosseria é algo novo, é como se pudesse, sendo grosseiro, afastar as pessoas de si e talvez não cair mais no conto de que todo mundo merece ser feliz e merece ser amado.

Esse grande marechal acreditava antes que tinha nascido para ser um soldado, privado de qualquer sentimento amoroso, acreditava que sua vinda para esse mundo foi para castigar a si mesmo, por algo que tenha feito em alguma vida passada. Ele tinha total credibilidade nessa teoria, até encontrar Liang Jingfei e seu sorriso.

Em sua enorme mansão, nunca se sentiu mais sozinho do que agora, mesmo cercado de muitos servos, sua guarda pessoal, as concubinas e sua tia. Falta algo na mansão, falta alguém na mansão.

Amanhã é o julgamento de Jingfei e seus sentimentos estão confusos. De um lado quer que tudo seja uma mentira e que ela volte para casa, mas, por outro lado, quer que tudo acabe rápido para que ele esqueça o passado e volte a sua vida solitária de antes. Por quê? Porque ele sabe que tudo o foi dito pelo tenente He Yue Jin é a verdade, que esse soldado, que sempre foi elogiado por seus superiores, não faltaria com a verdade, ele não tinha nada a ganhar.

Amanhã nesse horário, décima oitava hora do dia, tudo estará terminado e terá que presenciar o cumprimento da sentença e ver a cabeça de Jingfei rolar no chão.

__ Pelo Grande Céu, eu não quero ver isso! - sussurra o marechal apertando o peito com as mãos.

A dor no peito é a dor do seu coração partido, mas é forte o suficiente para ser sentida como uma dor física.

Nesses dez dias, o marechal jamais foi visitar a esposa nas masmorras. Ele tinha medo. Medo de ouvir mais mentiras e medo de acreditar nelas. Medo de ver que tinha colocado aquela mulher em um pedestal, que ela não merecia. Medo de ver que ela não era especial. Medo de se ver fraco diante daquela mulher. O grande marechal prefere não ver ou ouvir a esposa, ele prefere ficar ali, na sala particular, olhando para o nada.

Tia Meirong é a outra moradora na propriedade dos Zhang. Seu lar é seu pavilhão pintado de azul, ricamente mobiliado e com servos próprios. Tia Meirong até algum tempo atrás, vivia o paraíso na terra, mas quando Jingfei se casou com seu sobrinho, seu mundo perfeito se desfez.

Essa velha senhora não tem nada, seu falecido marido deixou toda a sua fortuna para os filhos e para uma concubina que ele amava mais que a própria vida e logo depois da morte do marido, voltou para a casa do pai, sem nada. O pai morreu e toda a fortuna pertence a Zhang Huizong, que é alguém que ela achava que dominava, mas com uma esposa, ele passou a não dar mais crédito a tia amorosa.

Tia Meirong está em seu pavilhão agora, despreocupada, saboreia um bom vinho. No dia seguinte vai se apresentar à frente do imperador, para esclarecer o caso de Jingfei. Isso não a perturba, tudo está perfeitamente ajustado, nada vai sair errado e finalmente, tia Meirong vai se livrar daquela mulher atrevida.

Uma gargalhada chama sua atenção, são as duas concubinas. Tia Meirong já a algum tempo pensa no que fazer com essas duas, quando finalmente voltar a ser a senhora da mansão. Com relação a Li Liling, não existe muito o que fazer, por enquanto, pois sua intenção é fazer o sobrinho se casar com Li Liling e quando o bebê nascer, será o momento de se livrar da concubina espalhafatosa e deselegante. Quanto a Ji Huang, é mais fácil de prever o final, tia Meirong não vai gastar menos de dois dias com isso, basta pedir a seu novo aliado que desapareça com a idiota da concubina.

Tudo o que sempre sonhou, na verdade, não aconteceu, mas o que tem agora é muito bom para que divida com qualquer outra pessoa. Mais um gole do vinho saboroso e um sorriso logo depois, sua vida está retornando ao normal.

Ji Huang vê aquele sorriso e pensa que tem coisas importantes para fazer. Na noite anterior a mulher de vermelho falou com ela novamente em um sonho, disse que o dia de ajudar Xiuying se aproxima e tem de organizar as coisas.

Não está sendo fácil separar alguns mantimentos, mas Jia tem sido de uma ajuda valiosa, explicando ao mordomo Yun para onde vão as coisas separadas. O mordomo Yun desconfia que alguma coisa está sendo planejada, mas prefere não perguntar e assim, Ji Huang e Jia, já separam mantimentos o suficiente para uma longa viagem, roupas masculinas, para o disfarce, e algumas outras coisas que podem ser úteis, mas é necessário empacotar bem para que ninguém desconfie de nada e para isso, pretende ajudar Jia e não ficar ali, festejando por algo que a envergonha.

O que tem, Ji Huang?

Tia Meirong, acho que vou vomitar!

__ Sua idiota! Saia do meu pavilhão! Agora!

Idiota, Ji Huang nunca foi e agora terá mais tempo para ajudar Jia.

Jia está no galpão separando as roupas e as outras coisas menores. Desde a volta do marechal, o mordomo Yun não faz questão da companhia de sua auxiliar, está com o coração partido, Jia entendeu a situação e se mantém afastada, cuidando dessa tarefa ou servindo tia Meirong, onde aproveita para saber o que está acontecendo com a senhora Zhang.

Ela continua sofrendo com o comportamento hostil dos outros servos, mas isso não a incomoda muito. Já faz dez dias que dorme no galpão, cansou de chegar no alojamento dos servos e encontrar sua esteira jogada do lado de fora, cansou de ver suas roupas molhadas ou rasgadas e diante disso, decidiu dormir em outro lugar e achou o galpão uma ótima opção.

Jia procura não pensar muito no seu, quase, relacionamento com o mordomo Yun. Quase porque, quando dois passos foram dados em direção um do outro, atos estranhos fizeram com que esses passos voltassem ao ponto de partida. Não aconteceu nenhuma discussão ou cobrança, apenas um afastamento silencioso e acabou.

Muita coisa podia ser evitada se Jia no auge de seu desespero, tivesse parado para raciocinar sobre a situação, mas como isso é impossível para qualquer ser vivo e pensante, quando vê a oportunidade de realizar seu maior sonho, ao alcance das mãos.

Reconhecer seus erros, é um dos atos mais nobres que existem e fazer algo para sanar as possíveis consequências, faz dessa pessoa um enviado do céu. Foi assim que a concubina Ji Huang, a chamou na última conversa.

__ Não quero ser especial, quero apenas fazer algo de bom, depois de tudo.

Mesmo assim, Ji Huang acredita que Jia é uma pessoa de princípios nobres e tudo que fez deve ter massacrado sua alma, assim como a sua e agindo como estão agora, espera se redimir um pouco de todas as coisas terríveis que fez, apenas para querer impressionar tia Meirong e permanecer ali como concubina.

Os motivos de Ji Huang querer permanecer na mansão como concubina é o mais comum de todos, ela ajuda a família com a mesada que recebe e mesmo que tia Meirong fique com a metade, o restante é o suficiente para mandar a metade desse dinheiro para a casa dos pais, que são comerciantes decadentes e praticamente venderam a filha a família Zhang.

Ji Huang não se ressente de seus pais, ela mesma concordou com a idéia e enquanto eles tentam reerguer seu comércio, ela envia dinheiro para as despesas da casa. Ela está feliz com as coisas desse jeito ou melhor, estava feliz, por que de repente as coisas caminharam para um lugar escuro e sem volta, mas para ela ainda existe uma salvação e vai fazer isso. Seus pais podem voltar a ter necessidades, mas ela vai ter uma consciência mais tranquila.

As duas têm conhecimento que no dia seguinte é o julgamento de Zhang Jingfei e Lin Ehuang e que depois de dois dias, será a leitura do veredito e nesse dia elas devem estar preparadas para o que vier a acontecer.

A carroça estará pronta, os cavalos separados e no momento da leitura do veredito, Jia estará no portão, com uma autorização na mão, que a libera para entrar e entregar algumas coisas para a imperatriz-mãe e depois não sabem o que vai acontecer, mas Jia estará pronta e Ji Huang também.

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