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Ana narrando

Passamos o dia todo dormindo, estávamos apagados totalmente, não faço ideia a hora que deitamos e menos ainda que horas seriam agora. Sentia o peso do braço de Pedro agarrado na minha cintura e uma vontade enorme de fazer xixi, me soltei com dificuldade e tentei levantar da cama.

-Pedro, Pedro, acorde ahahhahaha. Vamos acorde hahahah

-Que foi, Ana? Me deixei dormir, deite aqui.

-Pedro, preciso ir ao banheiro!

-Que foi, Ana? É logo ali, esqueceu?

-Não é isso, mas não sinto nada além de dor nas pernas, não consigo levantar hahahahahhaha

-Porra, Ana, já estava preocupado, venha vou te ajudar.

Ele me colocou nos braços e me levou até o banheiro.

-Aproveitando que já estamos sem roupa, vamos logo tomar banho.

-Pedrooooo, eu não consegui nem levantar da cama sozinha, não tenho forças.

-Estou chamando apenas para um banho, você quem levou essa conversa para outro rumo.

Fiz minhas necessidades e escovei os dentes, Pedro me esperava do lado de fora do banheiro, quando eu sai havia uma cadeira próximo, um copo com agua e um relaxante muscular. Ele entrou no banheiro e minutos depois veio me buscar, eu estava sentada dando risada.

-Te avisei que não iria conseguir levantar sozinha por três dias.

-Disse isso há dez dias, então já nem serve mais.

-Mas eu não disse quando iria iniciar os três dias.

-Então, me deixe aproveitar um pouco mais antes desse prazo.

Ele me levantou da cadeira e levou para o chuveiro.

-Segure em mim, não te deixarei cair, mas preciso me enterrar em você novamente, nossa noite só fez aumentar meu desejo.

Pedro me pressionava contra a parede, entrando e saindo com força, beijava meu pescoço e distribuia chupões pelos meus seios, suas mãos apertavam com força a minha bunda, me deixando toda vermelha, marcada pelo fogo que consumia nossos corpos. Quando eu gozei já não tinha mais forças nem para segurar o peso de meu próprio corpo, Pedro acelerou e jorrou sei líquido dentro de mim, soltando um urro de prazer, que me fez estremecer.

Nunca tinhamos transado assim antes, de forma tão intensa, sempre era algo leve, com algumas posições que pareciam ter saído do Kama Sutra, mas nunca havia experimentado uma rodada tão intensa como essa que tivemos nos últimos dias. Pedro estava despertando novas sensações em mim e aquilo era muito bom.

Tomamos nosso banho e fomos nos vestir.

-Que horas são Pedro? Meu telefone deve ter ficado no seu carro.

-São 16:40h.

-Tá falando sério?

Nesse momento minha barriga fez um barulho bem alto e nós dois começamos a rir junto.

-Certeza que seus intestinos digerindo um ao outro já respondem sua pergunta. Vou descer, quer que eu traga o café ou o almoço?

-Os dois, e já aproveita com a janta também.

-Que isso, Ana? Virou um dragãozinho?

-Provavelmente. Já que virou do avesso, durante a madrugada.

Ele me beijou e desceu, me joguei na cama e liguei a tv, minutos depois Pedro entrou no quarto, trouxe uma xícara de café e meu almoço.

-Não tinha mais nada fresco do café, então trouxe o almoço, mas o café foi feito agora, tome ele primeiro, vai te ajudar com a dor de cabeça.

-Obrigada.

Enquanto eu tomava um pouco do café, ele preparava as bandejas com a refeição na mesinha ao nosso lado, trocou o canal para um que passava jogo de futebol, argumentando que eu nem assistia TV mesmo por isso ficaria no que ele queria ver.

Almoçamos, ele desceu com a louça e voltou trazendo meu telefone. Ficamos deitados até o jogo acabar, mesmo eu não entendendo nada, fiquei assistindo e tentando interpretar as regras, eu era péssima, cheguei a comemorar um gol do time adversário, que certamente não deixou Pedro feliz, homens tem umas manias estranhas, Pedro não era exceção à regra.

A noite descemos para jantar, Pedro ria a cada passo que eu dava, minha vontade era correr e fugir, mas se eu não conseguia sequer ficar de pé sozinha, seria impossível correr, teria que aguentar.

Seu pai nos aguardava na mesa, certamente percebeu meu desconforto e entendeu o que havíamos feito, me senti mais constrangida ainda. Minha sorte era que meu sogro era um homem respeitoso e integro, desviou o olhar e não me fez nenhuma pergunta, limitando-se a me perguntar se eu havia gostado do baile.

Jantamos em um clima agradável, nossas conversas sempre eram boas, até mesmo Pedro participou, o que me deixou feliz. Pedro estava diferente, podia notar que ele e o pai estavam tentando se ajustar e recomeçar.

Dormi lá aquela noite, mas dessa vez, só dormimos, não tinha a mínima chance de eu aguentar mais nada, Pedro tinha "acabado comigo".

Quando a segunda feira brilhou lá fora, os raios de sol que passavam pela janela refletiam na pele de Pedro.

-Meu noivo é um gostoso, eu sou muito sortuda por ter tudo isso, mas agora preciso ir embora, papai deve estar impaciente questionando a mamãe se eu esqueci que tenho casa.

-Sorte quem tem sou eu, por ter você na minha vida Ana. A contragosto vou te deixar lá, porque pretendo manter meus culhões no lugar em que estão, seu pai os arrancaria e faria uma farofa, dessa forma acabaria com sua diversão, e nenhum de nós quer isso.

-Vou me trocar, podemos tomar café lá em casa, com eles, o que acha?

-Pode ser, Ana.

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Comments

vanuza dantas

vanuza dantas

Muita sorte msm 😃

2024-11-18

1

LETICIA DE LIMA GONCALVES

LETICIA DE LIMA GONCALVES

difícil defender e também ficar contra você, Pedro

2024-09-25

1

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