Pedro narrando
Dei um perdido em Ana, e vim dormir na casa do Rafael, meu primo. Eu gosto muito dela, ela uma gostosa e tanto por baixo daquelas roupas que ela usa e que mais parecem uma burca. Ela é o tipo de garota perfeita, educada, inteligente, respeitada, sabe cozinhar, estilo família, tem o perfil de mãe. Qualquer cara que se envolvesse com ela, ganharia na loteria, porque ela é um combo de perfeição.
Mas nem tudo é sempre 100%, e mesmo ela sendo a mulher ideal, não era ideal pra mim, porque faltava um pouco de fogo nela. Diferente da Sofia, que puta merda, só de pensar deixa meu amigo aqui embaixo animado.
Eu já estava namorando com Ana há 8 anos, eu tinha sido seu primeiro e único namorado, era a única experiência que ela tinha na cama, então foi eu quem a ensinou tudo o que ela fazia. Claro que eu fiz questão de ensinar pra ela as coisas que me dão prazer, era o mínimo que ela poderia oferecer.
Ficamos noivos no início do ano, porque foi uma exigência do meu pai, ele ainda não passou totalmente a presidência do escritório pra mim e fica direto me cobrando responsabilidades.
Há uns dois anos eu estava em uma balada com a galera da faculdade, Ana não foi, ela dizia que precisava estudar e que não se importava de eu ir para a festa, claro que se ela dissesse que se importava eu iria da mesma forma, não mudava nada a opinião dela, afinal eu não seria mandado por uma mulher. Enfim, estava na balada e já tinha tomado vários copos de whisky, a música alta, as luzes piscando e a multidão eram o combo para me deixar bêbado, mais bêbado na verdade.
Estava em pé sozinho próximo ao bar, quando alguém esbarrou em mim. Quando fui tentar reclamar vi que era Sofia, irmã da Ana, ela estava dançando e quando percebeu que tinha esbarrando em mim apenas sorriu e me puxou para a pista de dança.
Ela usava um micro vestido preto de alcinha fina, muito justo em seu corpo, marcando cada curva dela. Seus seios fartos pareciam que iam saltar do vestido a qualquer instante.
A música trocou para um funk e Sofia começou a rebolar sua bunda gigantesca em direção ao meu p@u, ela subia e descia ao ritmo da música e depois parou ficando empinada de costas para mim, seguindo a batida ela encaixou a bunda e meu amigo ganhou vida própria. Aquela beldade rebolando e se esfregando em mim, não daria para evitar que meu p@u pulasse buscando alivio dentro da box que eu usava.
A safada rebolava e virava a cara para me encarar. Era possível ver a chama da luxúria e do tesão que Sofia trazia no olhar. Ela era o próprio pecado encarnado.
Eu nunca havia traído Ana, por mais que nunca tenha deixado de sair sem ela, apenas com os meninos, sempre prezei pela fidelidade do nosso relacionamento. Ana não era uma mulher qualquer ou vulgar, ela era especial demais e eu me importava com ela.
Mas aquela noite, na balada, eu não dei a mínima, Sofia era gostosa pra caralho e claramente estava me desejando como eu desejava seu corpo.
Saímos da festa e fui direto para um motel que tinha lá próximo. Enquanto eu trancava a porta do quarto Sofia veio e subiu no meu colo, seu vestido ficou mais curto ainda e quando meti a mão para apertar sua bunda percebi que ela estava sem calcinha.
-Você é uma puta safada, Sof. Já está sem calcinha me esperando.
-Oh, Pedro. Passei a noite toda sem calcinha, só percebeu agora?
-Que porra, Sofia, todo esse tempo na balada você se esfregando no meu p@u praticamente pelada.
-Fui uma garota má, acho que preciso de punição por isso Pedro.
-Não brinque com fogo, Sofia.
-Estou disposta a me queimar, Pedro...
Pressionei ela contra a parede e enfiei dois dedos em sua bucet@. Fiquei estocando enquanto ela revirava os olhos de tesão, pedindo por mais. Senti suas paredes comprimindo meus dedos e ela anunciou que ia gozar.
Levei ela até a cama e rasguei seu vestido, sem cerimônia alguma. Ela não reclamou, pelo contrário, parecia feliz por estar totalmente nua na minha frente.
-Que puta gostosa você é, Sofia.
-Vamos Pedro. Pare de falar e me fod@ com força, venha. Preciso sentir seu p@u dentro de mim.
Tirei minha roupa e em questão de segundos coloquei a camisinha e enfiei meu p@u com força dentro dela. Ela já estava bem lubrificada por ter gozado a poucos minutos e eu não tinha vontade de ser carinhoso. Eu só queria meter forte e fundo dentro de Sofia, e ela parecia gostar muito de um sexo selvagem.
Quando ela chegou ao ápice mais uma vez, eu a girei na cama, colocando-a de quatro.
-Rebola no meu p@u, como estava fazendo na balada, vai Sofia, quero gozar olhando para essa sua bunda gostosa.
A safada fez o que eu pedi e parecia que gostar mais ainda quando eu estapeava sua bunda deixando as marcas dos meus dedos ali. Puxei seu cabelo, prendendo em um rabo de cavalo e montei nela. Sofia estremeceu embaixo de mim, gozando outra vez e eu acabei me entregando também.
Ela caiu na cama e eu ao seu lado. Tirei o preservativo e descartei no vaso sanitário, em seguida.
Quando voltei ao quarto, Sofia sorria com os olhos fechados e falou:
-Isso foi tão errado. Mas foi o melhor sexo da minha vida. Não deveria, mas se quiser repetir outra vez, eu tenho interesse.
-Sou namorado da sua irmã, Sofia. Isso não podia ter acontecido, de forma alguma.
-Tudo bem, Pedro. Que tenha sido a primeira e a última vez. Agora precisa dar um jeito de arrumar uma roupa para eu vestir. A única peça que eu usei a noite toda, você destruiu em poucos segundos.
-Tenho uma camisa limpa no carro, vou pegar para você, vai ficar do tamanho do seu vestido. Vá tomar banho, eu já volto.
Peguei a camisa e como havia dito, ficou parecendo um vestido pelo comprimento. Paguei a conta do motel e voltamos até o estacionamento da balada para buscar o carro de Sofia. Acompanhei seu carro até chegar no portão do condomínio onde ela morava e fiquei torcendo para que ninguém a visse entrando em casa. Ana reconheceria a minha blusa se a visse. E eu estaria ferrado.
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Atualizado até capítulo 92
Comments
Sandra Camilo
Pedro cafajeste e irmã cretina, 😡
2024-09-06
1
Silvia Araújo
nenhum dos dois presta
2024-08-14
3
🌹
Essa Sofía é uma nojenta sem caráter ficou com o namorado canalha da própria irma.
2024-08-06
2