Pedro narrando
Passei os últimos dias muito mais próximo de Ana, ela dormiu na minha casa praticamente todas noites, fora que almoçamos juntos a semana inteira.
Hoje pela manhã foi a solenidade de colação de grau, haviam várias pessoas importantes da região participando do evento, nomes de grande valor na área jurídica estavam por lá, e o número de elogios que Ana recebeu foram incontáveis.
Ela se destacou diversas vezes com a melhor estudante, merecia todo o reconhecimento que estava recebendo, mesmo que sua timidez não a permitisse desfrutar de momentos assim.
O baile iria acontecer em um grande clube de festas, seria um evento gigantes, famílias investiram muito dinheiro para realizar essa festa. Me comprometi de buscar Ana em sua casa, para que fossemos juntos para a festa.
Alguns minutos antes do horário combinado eu já estava lá, tocando a campainha. Fui recebido por Sofia.
Ela estava belíssima, usando um vestido preto que realçada cada curva de seu corpo, destacando seus belos seios, ela era uma mulher irresistível, eu não poderia negar.
Já se faziam quase dois meses que eu não tinha nenhum contato com Sofia, depois da última transa que tivemos e eu acabei gozando dentro dela, ela realmente viajou. Foi para Paris e sumiu por um tempo sem dar notícias a ninguém. Retornou para casa como se tivesse apenas passado o dia no shopping e seguia sua vida sem demonstrar nenhuma mudança.
Eu a evitava, por que infelizmente tive provas do quanto sou fraco, e sabia que na hora que ela chamasse eu acabaria cedendo e ficaria com ela outra vez.
Fiz de Ana a minha prioridade e o foco dos meus dias, tentando normalizar tudo ao meu redor, em uma tentativa errada e frustrante de consertar meus erros com ela.
-Boa noite, Pedro. Que terno bonito, ficou bom em você.
-Sof... Boa noite!
Meu olhar vacilou e fiquei hipnotizado por seus peitos praticamente saltando fora daquele decote.
-Limpe a baba, Pedro. Lembre que foi você que disse que o que tínhamos era errado e quis por um fim. Eu adorava me divertir subindo e descendo no seu pau, era meu brinquedo favorito. Pode me ligar sempre que quiser relembrar. A propósito, Ana está lá em cima, está linda, a mulher mais linda dessa cidade hoje é a minha irmã. Tem sorte por isso.
Ela passou por mim, saindo em direção ao carro de seu pai que estava parado na frente da casa. Fiquei paralisado onde estava, processando o que tinha acontecido aqui, eu era um babaca. Apenas isso podia ser dito.
A mãe de Ana veio até mim, me deu um abraço e elogiou minha roupa, seu marido apenas me cumprimentou e disse que chamaria Ana, que já estava pronta, apenas me aguardando no quarto.
Quando eu a vi, descendo as escadas, o mundo parou de girar, o ar não chegava aos meus pulmões, Ana estava magnífica, a mulher mais bela da cidade ou mesmo do planeta, beleza alguma poderia ser comparado ao que eu estava vendo em minha frente.
Uma leve ameaça de seu pai, que parecia saber de todos os meus erros, me fazia sentir como se eu fosse a pior pessoa do mundo e reforçava o sentimento de que Ana não me merecia, ela era boa de mais para alguém como eu.
Chegamos no baile e o lugar era realmente lindo, o vestido que Ana usava combinava perfeitamente com a decoração, fazendo com que ela chamasse mais atenção ainda.
Sua beleza, sua simpatia, a facilidade de conquistar pessoas, atrelado ao vestido que possuía uma fenda que subia até milímetros de onde estava sua calcinha, mexia com minha libido e certamente de vários outros caras naquele clube.
Eu não sai do lado dela, não a deixei sozinha, nem ingeri nada com álcool, para que pudesse me manter sóbrio e impedir que qualquer outro babaca encostasse perto dela. Quando seus pais se despediram, aproveitei a deixa do momento para irmos embora também.
Eu precisa me afundar em Ana, meu pau latejava apertado na cueca implorando pelo prazer de suas paredes quentinhas e molhadas o esmagando.
Não resisti a tentação de fazê-la gozar no estacionamento, achando que seria suficiente para me controlar até chegarmos em casa. Quando pedi a ela que me entregasse sua calcinha, seu cheiro me deixou alucinado e o controle que eu achei que teria, se perdeu.
Pedi sua autorização, precisava que ela aceitasse, eu jamais forçaria Ana a ter relação comigo. Mas decidi apelar um pouco, sempre funcionava.
Chamei ela de "Nina", que era um apelido que eu coloquei nela logo quando nos conhecemos. "Nina" que era uma redução de "menina" já que ela era sempre a única menina do nosso grupo, porque nunca se deu bem com as outras garotas da sala, ela sempre reclamava que as "mulheres" só passavam nas provas porque eram gostosas, e ela era a diferente, era a menina inteligente.
Ela mesmo fazia essa diferença, entre as outras que eram "mulherões" e ela a "menina", que virou a "minha menina" e depois a "minha Nina".
Nem tinha uma explicação lógica e racional, mas ela se derretia toda quando eu a chamava de Nina, então assim eu fiz e fiz também a "cara de cachorro que caiu da mudança" que ela tanto falava, foi certeiro, Ana estava deliciosamente molhada e meu pau deslizava facilmente para dentro dela.
Senti seus espasmos e a sua alteração de respiração, ela explodiu em um orgasmo e eu acelerei as estocadas chegando ao meu logo depois. Notei meu gozo descendo pela perna de Ana e me apressei em buscar uma camisa no carro para limpar. Era uma camisa nova e estava limpa, a joguei em uma lata de lixo porque não seria possível recupera-lá para usar depois.
Quando chegamos na minha casa eu a suspendi prendendo-a em minha cintura e segurando em sua bunda para subir as escadas, o vestido foi fácil de tirar, por sorte, se fosse algo trabalhoso eu o teria rasgado, porque não queria esperar mais para foder forte com Ana outra vez.
Depois da quinta vez que ela gozou eu parei de contar, parecíamos dois animais no cio e cada canto do meu quarto foi marcado pelos líquidos que saiam de nossos corpos.
Os raios de sol já entravam pela janela quando paramos, eu tinha gasto todas as minhas forças, já não conseguia sequer manter o olho aberto, mas ainda desejava mais de Ana.
Dormimos nus, enrolados pelo edredom, Ana estava agarrada em mim e a última coisa que lembro foi de eu ter dito que eu a amava, antes de apagar em um sono pesado.
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Atualizado até capítulo 92
Comments
Sandra Camilo
Oi autora linda cadê as fotos dos personagens
2024-09-06
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