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Ana narrando

Na hora do baile, onde cada aluno teve seu momento de forma individual, com sua própria música, alguns fizeram danças, outros fizeram homenagens, eu apenas desci a escadaria, não fiz nada de diferente, não gostava dessas coisas, escolhi a música que meus pais haviam dançado na sua valsa de casamento, sabia que meu pai iria reconhecer, ele começou a chorar e correu junto a minha mãe para me abraçar quando cheguei no último degrau.

Aproveitei o máximo daquela noite, Pedro não saiu do meu lado, dizendo que estava marcando território e que não deixaria nenhum homem se aproximar da mulher dele.

-Filha, já estamos indo embora, não somos mais jovens e seu pai precisa descansar.

-Não se preocupe, sogra, também não vamos demorar, não é Ana?

-Han? Como assim? Ai Pedro, porque me beslicou?

-Filha, até eu entendi o que ele quis fazer, não seja boba. Aproveitem, são jovens e lindos, quero muitos netos viu Pedro, podem providenciar, não precisa esperar pelo casamento, isso é coisa do passado.

-Mamãe, pare com essas conversas.

-Viu só Ana, por isso minha sogra é a melhor do mundo.

Ele me beijou novamente, nos despedimos dos meus pais, voltamos para pista de dança e curtimos mais algumas músicas, até que Pedro começou a me puxar, me guiando pela música mas me arrastando em direção a saída.

Quando dei por mim, já estávamos indo buscar seu carro.

-Pedro, nem nos despedimos do pessoal, saímos praticamente fugindo escondido.

-Ana, Ana, não queira testar minha sanidade, desde que te vi descendo as escadas da sua casa que tenho me imaginado tirando esse seu vestido.

Ele me pressionou contra a lateral do carro, beijava meu pescoço e apertava minha cintura com as mãos, eu já estava derretendo em seus braços.

Sem que eu esperasse, Pedro enfiou a mão pela fenda do meu vestido e afastou a calcinha que usava, dando acesso direto do seu dedo para minha boceta. Ele me beijou para impedir que meus gemidos saíssem, e me só parou de me masturbar quando gozei em seus dedos.

Ele levou os dedos a boca e chupou, sem tirar os olhos dos meus. Havíamos feito aquilo no estacionamento do clube, eu estava totalmente sem reação, pela adrenalina e pelo prazer.

-Tire a calcinha, Ana.

-O que disse Pedro?

-Tire a calcinha, isso mesmo, vamos, tire rápido.

Agi sem pensar nas consequências, me abaixei e tirei a peça, Pedro pegou da minha mão, levou ao rosto e a cheirou.

-Isso agora me pertence, Nina.

Ele falou guardando-a no bolso do terno, e se aproximando mais ainda de mim.

-Queria me enterrar em você, aqui e agora. Preciso de sua permissão para isso, Nina.

-Pedro, estamos no estacionamento e...

-Shiiii, fique calada, não faça barulho, e ninguém vai nos ver. Posso Nina? Estou a ponto de explodir aqui...

-Pedro... oooh não me olhe assim, sabe que não resisto.

Ele se aproximou novamente, me beijando de forma intensa e enfiando a mão novamente em minha boceta, eu estremeci com seu toque e lhe dei permissão. Certamente eu me arrependeria depois, mas se não fizesse isso agora, me arrependeria mais ainda, eu estava loucamente desesperada para que Pedro me fudesso forte, e era um desejo que eu não havia sentido antes.

A velocidade com que Pedro estocava me fazia sentir arrepios, eu já estava suada e ofegante, mordia sua mão para impedir os gemidos e ele não se importava com a dor que eu lhe causava. Meu penteado se desfez e vários fios de cabelo estavam presos devido ao suor do meu rosto. Senti o orgasmo explodir dentro de mim e um tempo depois foi a vez de Pedro chegar ao limite, seu líquido quente descia pela minha perna, ele rapidamente abriu a porta do carro e pegou uma blusa que estava no banco, usou para me limpar e depois a si próprio. Me deu um beijo, roubando o pouco de ar que eu conseguia fazer chegar aos pulmões e me ajudou a entrar no carro.

-Nunca esqueceremos dessa noite, Ana. Foi o melhor baile de formatura que eu poderia ter.

-Será impossível esquecer, Pedro.

-Vamos embora, dormirá na minha casa hoje, outra vez?

-Sim, vamos.

-Preciso terminar o que começamos aqui!

-Pedrooooo. Você está incontrolável.

-Você é incrivelmente gostosa, Ana, não tenho culpa se me sinto incapaz de resistir a você e ao seu corpo.

Seguimos o caminho até sua casa trocando carícias e beijos. O ar condicionado do carro era insuficiente para o que fazíamos e o caminho parecia nunca ter fim.

Uma hora depois estávamos entrando na propriedade da família de Pedro, ele deixou o carro na entrada, sem se importar em colocar na garagem, abriu a porta para que eu saísse, caminhei até a porta da casa e fui pega de surpresa quando ele me levantou, me fazendo encaixar as pernas em sua cintura.

Com as mãos ele enrolou meu vestido, para que pudesse ter meu corpo mais próximo dele, passando a me segurar com as mãos espalmadas em minha bunda. Nos beijamos e ele foi subindo em direção ao quarto, no calor do desejo que estava sentindo nem me importei que poderia haver algum funcionário por lá e ver o que estávamos fazendo, a única coisa que conseguia pensar era que eu desejava Pedro enfiado em mim o resto da noite inteira e foi isso que tive, como se estivesse realizando um sonho.

O sol já havia surgido e entrava pelas brechas das cortinas quando paramos e dormimos, exaustos pelo cansaço e plenamente felizes.

Certamente aquela noite ficaria gravada na minha memória para sempre.

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LETICIA DE LIMA GONCALVES

LETICIA DE LIMA GONCALVES

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2024-09-25

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