Ana narrando
No outro dia, acordei antes do despertador tocar. Fiquei deitada na cama pensando em tudo o que estava acontecendo na minha vida. Eram tantas coisas ao mesmo tempo, não tinha certeza se eu conseguiria dar conta de tudo e me sair bem em todas elas. Estava ficando sobrecarregada e precisaria parar alguns projetos. Sofia tinha razão, eu precisava me dedicar ao casamento. Não tinha sequer falado com Pedro sobre a data, tudo estava muito aberto e eu precisava resolver essa questão com ele.
Quando o despertador tocou, eu levantei e fui tomar banho para me arrumar e ir a faculdade. Quando cheguei na cozinha apenas meu irmão estava na mesa, Sof ainda dormia e nossos pais já haviam ido para a loja, hoje chegou mercadoria e eles precisavam conferir cada pedra que havia sido entregue.
Quando estava indo buscar meu material a campainha tocou, eu estava próximo e fui abrir a porta. Pedro estava parado, com seu cabelo bagunçado, uma calça jeans, uma blusa de botões entre aberta mostrando parte do seu peitoral, seu perfume amadeirado preencheu toda a sala. Ele me deu um sorriso, beijou minha testa e me entregou um buquê de margaridas que escondia por trás das costas.
-Que lindas, Pedro. São as minhas favoritas.
-Pelo menos nisso eu sou bom, e nunca esqueci os detalhes das nossas conversas.
-Venha, entre. Vou pedir para colocar em um jarro no meu quarto, já estou de saída para a faculdade.
-Sim, claro, a faculdade, como sempre...
Deixei as flores com um das funcionárias da casa, peguei minha bolsa e Pedro me levou para seu carro.
-Vou te deixar na aula e você me liga quando encerrar. Quero te levar para almoçar, por favor, Ana, não diga que tem algo importante para fazer. Me deixe ser a prioridade dessa vez.
-Pedro, eu...
-Shiiu, Ana, por favor...
-Tudo bem, Pedro. Vou desmarcar com minha mãe e saímos juntos.
-Agradeço, Ana. Aliás, antes que eu esqueça, você está mais linda hoje!
-Pedro... Obrigada.
Ele me beijou quando parou no sinal vermelho, e parecia que o mundo havia parado naquele momento. Os carros buzinavam para que ele desse partida, ele beijou minha mão e foi dirigindo segurando o volante com a mão esquerda, pois a direita ele apertava minha coxa.
Não lembro a última vez que Pedro e eu fizemos amor, e essa ação dele reacendeu meus desejos.
-Pedro, espere. Pensei bem, não vou para a faculdade.
-Como assim, Ana? O que houve?
-Preciso de você, Pedro. Sinto saudades de ter momentos íntimos com você. Me faça sua outra vez. Preciso te sentir dentro de mim.
-Está falando sério Ana? Vai faltar aula para transarmos?
-Não me faça desistir dessa ideia maluca, Pedro. Vamos rápido para sua casa.
-Com certeza, linda...
Ele passou todos os sinais que apareceram e eu fiquei somente dando risada. Eu parecia uma adolescente com os hormônios aflorado, cometendo loucuras impensáveis.
Chegamos na sua casa e Pedro saiu do carro correndo para abrir a porta para mim, me pegou no colo e foi me beijando e seguindo porta a dentro, ignorando os funcionários que haviam por lá. Eu apenas dava risada de vergonha e pedia desculpas para todos que passavam por nós. Pedro subiu as escadas comigo no colo e chutou a porta para abrir, o que fez um barulho bem alto.
Ele me colocou na cama e já foi tirando minha roupa, enquanto me beijava e falava coisas para despertar mais ainda minha libido.
Ele tirou a roupa que usava e já estava prestes a enfiar a língua na minha bucet@ quando escutamos seu pai batendo na porta e chamando por ele.
-NAO ABRA A PORTA, ESTOU COM ANA AQUI.
-Pedro, Han, ah, sim, desculpe.
-Desculpe, Nina. Vou trancar a porta.
-Por céus, Pedro akkakakaka seu pai quase me viu assim.
-Ele é um idiota, mas diga que ainda está no clima, Nina.
-Claro, Pedro. Preciso ter você. Me faça sua, agora.
Ele enfiou a cabeça entre minhas pernas e não parou de movimentar sua língua até conseguir me fazer gozar em sua boca.
-Sou completamente louco pelo seu gosto.
Ele me beijou, me fazendo sentir meu próprio gosto, e se posicionou na minha entrada.
-Forte, Pedro. Forte e rápido.
-Como queira...
Ele estocava rapidamente, cada vez mais fundo. Me fazendo gritar e gemer, implorando por mais, e chamando seu nome. Gozei em squirt e Pedro me virou, deixando de quatro apoiada na cama, enquanto estapeava minha bunda e puxava meu cabelo.
-Vou gozar, princesa. Posso?
-Sim, Pedro, pode.
Ele jorrou seu líquido quente dentro de mim e caímos exaustos na cama.
-Sempre maravilhoso, Pedro.
-Você é incrível, Nina. Simplesmente perfeita.
Ele me beijou e me levou para o banho.
Enquanto me ensaboava, Pedro me abraçou e desenhou um coração no vidro do box que estava embaçado.
-Fazia muito tempo que não me chamava de Nina. Gostei de ouvir outra vez.
-Queria nunca ter mudado, você não merecia a pessoa que me tornei, Ana. Você é boa demais para um cara tão fodido como eu. Não tenho direito de estragar sua vida com meus erros.
-Pare com isso, Pedro. Amo você e amo a relação que temos. Nosso casamento não será um erro.
Voltamos para o quarto, ele vestiu um short e me deu uma de suas blusas que ficavam enormes em mim. Nos deitamos e ele ligou a TV em um canal que passava vídeo clipes antigos.
Ficamos a manhã toda no quarto e adormecemos sem perceber.
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Atualizado até capítulo 92
Comments
Gigliolla Maria
dois traidores irmã e o noivo não prestam
2024-10-10
2
Sandra Camilo
tadinha enganada demais
2024-09-06
1
Severa Romana
eu espero sinceramente que ela não volte pra ele..Canalha..ainda mais traição com a irmã dela nada justifica
2024-05-15
6