Pedro narrando
Era engraçado ver o quanto as duas irmãs eram completos opostos, em tudo.
Sofia era um furacão, era intensa, era exagerada, gostava de dominar, de sempre estar no comando, determinava as posições que queria transar, controlava a velocidade e a intensidade com que eu a fodia, e bom, era um sexo bom pra caraleo.
Mas Ana não era nada disso, ela era meiga, era calma, seu jeito de falar tinha o poder de reorganizar as energias dos ambientes, ela tinha uma mansidão que preenchia os espaços ao seu redor, fazíamos amor e sempre era calmo, relaxante, a relação que tínhamos era de cumplicidade, infelizmente, apenas Ana estava sendo a parte boa na relação, eu já havia cometido tantos erros com ela, a traindo com sua própria irmã, me questionava diversas vezes o quanto eu iria destruir sua vida se ela descobrisse o que fiz, Ana era uma pessoa incrível demais para que eu fosse o causador de tantos problemas.
Precisava contar a verdade para ela, precisava assumir o que fiz, os erros que cometi, precisava dar um basta nessa loucura que estava transformando a minha vida.
Quando Ana decidiu não ir para a faculdade e quase implorou para que fizéssemos amor, eu nem sei como fui capaz de dirigir de volta para minha casa, porque meu pensamento era somente na sensação que eu teria ao me fundir com Ana, me enterrando fundo em sua boceta apertadinha e rosada. Furei todos os sinais e radares que haviam no caminho, certamente meu pai iria ficar putasso comigo, mas nem faria diferença, uma reclamação a mais ou duas, já nem ligava para isso.
Ter Ana entregue a mim, fazia com que meu corpo implorasse por redenção, eu precisava mudar, precisava ser melhor, porque ela merecia isso.
Tínhamos os planos do casamento para definir, e eu não seria um macho tão babaca e hipócrita para casar com uma e foder com duas, já estava determinado a assumir toda a responsabilidade que eu tinha nessa bagunça, mas iria aguardar pelo menos até o baile de formatura, não iria estragar esse dia tão mágico para Ana.
Dormimos a manhã toda, sem perceber. Quando eu acordei, Ana vestia apenas uma de minhas camisas, sem usar calcinha, ela estava de costas para mim, e pela posição que dormia, sua bunda arrebitada estava levemente exposta, era muita tentação, eu não iria desperdiçar esse momento, a abracei lentamente, para que ela não despertasse, pelo menos, não ainda, já havia tirado meu short e estava nu, por trás dela que dormia tranquilamente.
A puxei contra meu corpo, fazendo meu amigo roçar em sua bunda, pressionei um pouco mais e fui abrindo suas pernas de forma lenta enquanto massageava seus seios com a mão, senti quando a respiração dela foi mudando, ela estava acordando e pareceu já entender o que eu estava fazendo.
Ana foi se movimentando, me ajudando a direcionar meu pau até sua entradinha, ela começou a movimentar o próprio quadril, fazendo com que a fricção da nossas intimidades a estimulassem.
-Pedro.... uhmm, aaah...
-Geme Ana, geme pra mim, uhmmm, quero que goze para mim
Comecei a me movimentar mais rápido, ainda não havia penetrado nela, apenas a sensação de ser esmagado por suas pernas e poder sentir sua lubrificação aumentando, Ana começou a estimular seu pontinho de prazer com os dedos, e aumentar os gemidos
-Ana, goze pra mim outra vez...
-Uhmm Pedro, aaah, Pedro, por favor, uhmm...
-Goze Ana, sei que você quer também...
-Quero ter você dentro de mim, Pedro, uhmm...
-Eu sei, disso, mas quero que goze antes, apenas deixe fluir, Han, vamos Ana, goze pra mim e eu vou me enterrar em você outra vez...
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Atualizado até capítulo 92
Comments
Silvia Araújo
Pedro tem que se lascar foi um grande babaca ele e a Sophia
2024-08-15
1
Limas Limas
tenho raiva do Pedro, mas também sinto pena. aí tenho raiva de novo, depois queria cuidar dele. fica complicado autora. você precisa deixar claro se Pedro é uma boa pessoa ou um cafajeste
2024-07-12
2