19 CAPITULO

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                                                             Carolina Belyk

Nunca me senti cansada ao montar a casa inteira, com montadores vindo sempre aqui e com tudo arrumado como deve ser, me sinto realizada ao mesmo tempo.

Difícil ter momentos de paz nesses últimos tempos, e agora me sinto em uma paz inabalada, com chip novos e celulares, sem correr risco de alguém sequer saber onde estamos agora.

Parece que aqui é uma jornada, vivendo apenas 20 dias aqui, entre paz e animação, a sensação é gratificação por ter conhecido a Rafa e tudo mais, a minha salvadora, a minha melhor amiga, além de uma irmã para mim.

Mas, primeira vez que vejo alguém batendo na porta disparadamente, sim literalmente isso. Acabo falando alto para Rafa ouvir o que estou dizendo.

Abro a porta e é quando me dou de cara com o homem mais lindo que eu já vi na minha vida, sim, ele é um Deus Grego e o amigo dele acaba sendo lindo demais também.

Acabo saindo do transe que o estranho lindo me causou e me ergo para perguntar quem são eles.

Carolina: Boa tarde, quem são vocês? Não me lembro de conhecer vocês. A pera, você não é o moço que esbarrou hoje em mim no centro?

Juliano: Sim, senhorita. Prazer, Juliano e vim falar com você.

Carolina: Isso não é hora de bater na porta dos próximos. Alias, me chamo Carolina.

Juliano: Eu sei o seu nome, e esse ao meu lado é o Edward.

Rafa, aparece gritando ao meu lado e do nada se cala, ao o examinar os dois homens lindos a nossa frente.

Carolina: Essa é a Rafaelle.

Rafaelle: Quem são eles?

Carolina: Não sei, é o que iremos descobrir, entrem.

Então eles se sentem no nosso sofá, e eu fico me perguntando como eles sabem o meu nome, e meu endereço novo. Será que são assassinos? Querem nos matar? MEU DEUS, começo a ficar com pensamentos a mil já.

Decido a focar neles para não pensar demais. E decido falar.

Carolina: Querem água? Café? Acabamos de fazer.

Juliano: Aceitamos café.

Carolina: Então, vamos para a mesa.

Me levanto e a Rafa junto, guiamos ele ate a mesa e eles se sentaram nas cadeiras e assim pego xicaras, pratos, colheres, e eu e a Rafa colocamos na mesa pães que eu mesma fiz com a ajuda dela, manteiga, bolo de chocolate, café, açúcar, presunto e queijo e por ultimo chá e suco.

Sim, eu e a Rafa combinamos que sempre tomaríamos café da tarde, todos os dias no mesmo horário, e hoje não seria diferente. Desde que viemos morar aqui, iria ter banquetes para nossos cafés. E depois nos sentamos para conversar com os desconhecidos bonitos

Juliano: É, vocês não exageraram nesse banquete?

Rafaelle: Não, sempre sobra, mais desde que viemos morar juntas, é tipo um combinado.

Edward: Então, vamos as conversas e comer.

Carolina: Sim, por favor. Comam e vamos ao o que importa.

Juliano: Ok, o que eu trago aqui lhe interessa, acho que vocês duas na verdade.

Enquanto ele fala, ele se serve e o amigo dele também.

Juliano: A proposito, sei que estão foragidas da França, mas fiquem tranquilas, não pretendo transportar vocês daqui.

**Carolina: Com... Como assim? **

Olho para a Rafa que está apavorada igual a mim. Meu Deus, como sabem que estamos foragidas?

Juliano: Como eu disse, pretendo deixar vocês viverem suas vidas aqui. Mas, isso é somente o começo do que eu vim dizer a vocês e do acordo que quero propor a vocês duas.

Edward: Vamos deixar de rodear.

Juliano: Eu sou o Juliano Pretus. Dono da...

Carolina: Dono da Máfia Petrus, a maior parte territoriais da Itália.

Juliano: Como sabe?

Carolina: Estudos e estudos, entrei na sala do meu ex marido e ele lá estava diversos papeis sobre essa máfia.

Juliano: Bom saber sobre isso, no caso.

Edward: E eu sou o subchefe da máfia Pretus. O que queremos dizer sobre isso é que vocês estão com o rosto estampados a procura de vocês no pais onde vocês moravam antes.

Juliano: Mas, esse jamais seria o motivo que viemos aqui.

Edward: Realmente não é o motivo, vamos ao o que importa. Queremos proteger vocês, ao troco de vocês ajudarão a gente.

Juliano: Sim, como vocês conhecem eles, e sabe como entrar em algumas partes, a casa, a sede da máfia dele e tudo, queremos a ajuda de vocês duas com isso, pretendo ter minha vingança por ele ter matado o meu pai.

Estou parda com tudo que esses moços vem me dizendo e tenho a sensação que não seja somente isso.

Edward: A proteção iria ajudar com que eles não te achassem por aqui e mudaríamos seus nomes, com um totalmente desconhecido.

Carolina: Mas, mudamos nossos nomes já.

Juliano: Na verdade, não mudaram. O moço que vocês pediram para mudar seus nomes aqui, ele fingiu mudar e o nome de vocês continuam no sistema de cadastro das embarcações. Ou seja, é questão de tempo eles acharem vocês aqui.

Rafaelle: Pagamos caro para retirar nosso nome verdadeiro e colocar outro.

Juliano: Mas, ele não colocou.

Carolina: Que merda, ou seja o nosso endereço será achado logo logo?

Edward: Sim, Carolina e Rafaelle. Vai ser isso.

Carolina: Eu quero vingança dele de qualquer forma, e a Rafa também pois ele matou o pai dela. Então iremos fechar o acordo com vocês.

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