10 CAPÍTULO

Carolina Belyk

Estou muito alegre por 50% dar certo e ninguém ter descobrido que irei fugir. A minha mala continua no mesmo lugar e eu já estou com uma roupa do dia a dia de frio, pois assim, ele não vai desconfiar que estou planejando fugir dele e da Júlia.

Eu não sei como se sentir, caso dê certo. Agora literalmente já são 21:50, e eu estou descendo as escadas, mas sinto medo pela a minha vida, meu pensamento o resto do dia foi que ia dar certo e vai dar.

Enquanto desço as escadas para ir sentido o jardim, vejo ele e a Júlia comendo na mesa de jantar, eu já havia comido antes deles e então, no caso, passo rápido para eles não verem.

Chego no jardim e respiro fundo, inspiro o ar e dou umas voltinhas até às 22h, não tenho celular, mas tenho um relógio que me permite olhar o horário que são, ainda é 21:56.

Estou preparada para tudo por mais medo que eu tenha e tudo bem, o medo faz parte do nosso ser, sobreviver dias após dias de maltrato, é melhor fugir do que ter um lar, e comidas, e ter pessoas que me maltratam.

Bom, as horas passam rápido e falta literalmente 1 minuto para as 22h, eu já fui me esconder atrás da árvore que tem aqui, que é onde tem a minha bolsa, e que ninguém viu, eles já estão se preparando para sair, para a troca de turnos.

22h agora, graças a Deus, minha liberdade está cantando, e eu estou indo correndo com a minha mala nas costas, para sair com o tempo da troca, eles sempre voltam rápidos, estou ofegante, faz muito tempo que não me movimento tão rápido assim.

A casa parece em um lugar vazio, mas, provavelmente não é, pois andando são 20min do centro de Córsega, e eu vou reduzir esse tempo. Estou passando pelo o portão enorme, e conseguir passar, pois com a troca de turno o portão abre para os seguranças entrarem e outros saírem e eu fui nessa junto.

Ando pela as beiradas da estrada, devagarinho, pois aqui é um pouco deserto, não quero nem pensar quando ele ver que eu fugir dele, tomara que ele não venha atrás de mim.

As ruas de Córsega, França. Sempre foi calminha a noite, de manhã é o fervo, eu amo Córsega, acho eletrizante o quanto é legal, pessoas animadas que obedece o Musco, como se ele fosse a melhor coisa que aconteceu e mal saiba que ele é da máfia.

Estou andando o mais rápido que eu consigo, é difícil correr quando não se faz isso a muito tempo, é desgastante isso. Sigo andando rápido e olhando para trás o quanto é possível e quanto eu posso.

Quando eu vejo um carro vindo, eu tento correr, o mais rápido possível, e sinto um barulho atrás de mim.

Narração Marcos Musco.

Carolina é uma puta, fugiu de mim achando que eu não iria atrás dela, sim, eu cheguei a tempo nela, faltando apenas 10min para ela chegar na cidade.

Quando dei falta dela a 30min, eu percebi que tinha fugido e ela jamais vai fugir de mim, a sentença dela comigo é eterna, acelerei o máximo que eu pude para tentar alcançar ela, que já tinha ido longe demais, os seguranças são incompetente, não conseguiu segurar uma mulher.

Quando eu pegar, ela não sairá impune e vai sofrer todas as consequências possíveis.

Acelerando o carro, eu vi uma mulher e a Carolina, e sim, eu dei um tiro nela, era para assustar e vejo que a derrubei ela.

Sai correndo do carro, e quando vi, acertei a parte que não era para acertar, mas, bom, é um castigo para ela, isso vai ser pouco que ela vai sofrer ainda, bem que ela sempre diz, eu sou realmente um monstro.

Pego ela no colo e coloco de volta para o carro para levar na sede da máfia. Ela provavelmente vai ficar internada.

Chego na máfia correndo e eles a pegam, a tratam como uma princesinha, mas sabem o monstro que eu sou e a minha conterrânea também é, eles a odeiam.

Rafaelle (Enfermeira): Chefe o que aconteceu?

Marcos: Eu dei um tiro nela, pois estava fugindo.

Rafaelle (Enfermeira): Por que você fez isso? Você é louco. Não sei porque entrei nessa merda. você é um lixo.

Marcos: Você não tem medo de morrer? Já te bati uma vez, não se esqueça que eu posso fazer de novo. Agora o leve daqui e de um jeito que para ela não morrer. Tchau!

Mais uma imprestável aqui, como sempre tem.

Narração Rafaelle Campbell.

Ele sempre foi um monstro, eu entrei a procura de vingança, mas dar um tiro nela?

Eu estou cuidando dela, ele deu um tiro quase fatal nela, imagino o estrago que ele fez no corpo dela, quase a matando, por pouco não pegou no coração dela, mas possa ter afetado algum outro órgão, se estiver sorte, possa ser que isso não aconteça.

Provavelmente, ela não vai sair daqui tão cedo, pode ser capaz que entre em coma, o que eu torço para isso, pois, ela vai sofrer na mão desse idiota novamente se voltar para lá.

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