18 CAPITULO

                                                            Juliano Petrus

Nunca me senti querendo vingar tanto duas pessoas, primeiro a Carla que o marido dela bate nela e eu vou sem a autorização dela, homem que bate em mulher tem anos de condenação na máfia, porém eles não punem porque faz igual, então a condenação dele é a morte surpresa. Segundo é a minha parceria que decidi fazer com a Carolina, é isso que vai acontecer de qualquer forma.

Como vou planejar assassinato de tal pessoa? È tão simples quanto um estralar dedo, eu sempre fiz isso com maestria e não seria agora que isso não iria acontecer, eu sei que a Carla não me pediu isso, mas eu entendi como um pedido de socorro e vou ajuda-la de qualquer maneira.

Sim, para um mafioso eu sou coração, o importante é que na frente dos meus subordinados eu sou frio, ódio e sem coração é isso para mim basta, na frente dos jurí que acham que mandam em alguma coisa, na minha máfia e nas mortes que mando fazerem por mim, quem manda sou eu, eles mandam no conselho deles somente, fora eu faço o que eu quiser e já deixei bem claro, não é atoa que eles sempre tentam me tirar do comanda da máfia que é minha, e nunca conseguem, e já matei dois dos conselheiros dele que tentou ir contra a minha decisão e nunca descobriram que foram eu, apenas encomendei e os meus capangas fizeram.

Depois que sai da minha empresa, primeiro vou conversar com o Edward sobre o marido da minha funcionaria que vamos matar, eu não, pois raramente sujo meu nome com lixo, mas sim, sempre pedimos para os melhores dessa parte de encomendar a morte com o tiro fatal fazer, que é o Lucas e o Caio, sim, eles mandam muito bem nisso.

Chegando na minha sede, já vou direto para a sala e manda mensagem para o Edward pedindo para vim a minha sala, e não deu 3min e ele já estava batendo na porta.

Juliano: Entre.

Edward: Chegou agora e com o humor horrível, quem iremos matar hoje?

Juliano: Sim, vamos encomendar a morte de alguém, a minha secretaria da empresa, está apanhando na casa dela e por esse motivo ela vai sair empresa, pois ele está ameaçando ela. Ou seja, ela não me pediu e não sabe que sou da máfia e optei por dar esse alivio a ela.

Edward: Hilário que na sua empresa, você parece o pai de todos.

Ele dar um sorrisinho sacana.

Juliano: Sim, porém lá não sou a porra de um mafioso temido por muitos que não me conhecem, eles me tratam como chefe, como alguém que eles gostam, é tão simples.

Edward: Sabe, essa vida nos pertence e não temos o que fazer mais. Enfim, aqui dentro você é o Don da máfia e sempre seremos os seres que eles vão temer.

Juliano: Pois bem, vamos contratar um Consigliere também, tem que ter uma pessoa para ter os melhores conselhos, pensei no investigador Dominique, me parece uma pessoa de boa cabeça para isso. Pode ver com ele? Farei uma proposta irrecusável a ele.

Edward: Posso ver, caso ele aceite. 

Juliano: Você consegue. Coloque o Lucas como Capo (Capitão) dos soldados. 

Edward: Certo. Mais alguma coisa?

Juliano: Mande o Lucas escolher dois melhores deles para sequestrar o marido da minha secretaria, você sabe o nome dele, certo?

Edward: Sim, passo a ficha dele para eles.

Juliano: Certo, e traga ele para mim, quero saber quais coisas erradas ele mexe. 

Edward: Certo.

Juliano: Referente a Carolina Belyk, depois que me trazerem o marido dela, você vai comigo para a Piemontinha, para conversarmos com a Carolina Belyk e fazer uma proposta a ela. Quero tudo para hoje.

Edward: Resolveremos isso dentro de 1h, referente ao marido da Carla.

Juliano: Que bom! Então me traga. Agora pode ir!

1 hora depois.

Por isso, e outros motivos, os meus soldados são os melhores, mandei e trouxeram o marido da Carla.

Edward bateu em minha porta me avisando sobre eles ter chegado com a minha encomenda que eu mesmo vou dar o fim.

Sai andando até a porra de uns dos quartinhos que tem na sede para mata-lo sem dó e sem piedade alguma.

*Juliano: Então esse é o verdadeiro filho da put que bate em mulheres?**

Sim, eu cheguei com tudo e com o maior ódio dentro de mim.

Marcio: Quem é vocês?

O fdp teve a audácia de perguntar quem sou.

Juliano: O cara que vai te matar hoje. Vamos ao o que importa, Edward pegue a faca para mim e vamos começar.

Márcio: Pelo o amor de Deus, eu não fiz nada de errado, não me matem, tenho uma filha para criar.

Peguei a faca da mão de Edward e sim, que o massacre começe.

Juliano: Sério? Aposto que a Carla e a Sofia ficarão bem sem ter alguém para agredi-las.

*Márcio: Você é o chefe filho da put dela né? Seu arrombado, bem que notei ela com papos estranhos querendo divorcio. Ela apanhou hoje de novo!**

Juliano: Quantas vezes você bateu nela?

Digo na maior tranquilidade por fora e ódio por dentro.

Márcio: Bati umas 6 vezes, e bateria mais, ela merece apanhar.

Juliano: Ótimo, então terá menos 6 dedos e que começa agora.

O desgraçado teve coragem de falar isso, e então começo a serrar com o facão um por um dos seis dedos que vou cortar para ele nunca mais tocar em nada, na real nem sobreviver ele vai. E ele fica gritando pedindo misericórdia, quem tem é pessoa do bem, aqui na máfia, eu sou o Demônio em pessoa.

Acabando de cortar seis dedos e sangue espirando por todo lado, eu começo a perguntar com quais coisas erradas ele faz e a cada mentira é uma coisa que cortarei dele. E depois de ter serrado os pés e as mãos dele, descubro que ele mexe com tráfico de mulheres e vende para a Máfia Montenegros, legal, não perdoarei mesmo. Depois aviso a Carla que o encontrei morto.

Juliano: Acho que já estou sabendo muito, até nunca mais.

Peguei minha arma da cintura e dei um tiro na cabeça dele sem dó e sem piedade. Sai da salinha e vi os soldados e pedi para eles limparem e jogar no rio para alguém entregar ele, não compactuo com essas coisas.

Cheguei no meu escritório com Edward me seguindo e ele nem fala nada, pois sabe que estou indo me lavar e vestir uma novo terno, odeio sangues em mim, mas se é possível eu simplesmente faço sem dó. Após o meu banho e ter me levado, me troco e saiu para ir ao encontro do endereço da Carolina Belyk.

Juliano: Vamos ir em busca, da dama.

Edward: Como quiser.

Juliano: Para não assustar ela, vamos só nós dois, e você dirige.

Edward: Ok.

Depois de termos saído da sede, fomos direto para a casa da Carolina Belyk, precisava falar com ela o mais rápido possível para nossa conversa fluir e resolvemos pingo e nó e jogar tudo sobre uma possível vingança.

Não demorou muito para chegarmos na rua dela e depois na casa dela, já era por volta das 18h da noite. Chegamos em meia hora com o Edward correndo, pois tem compromisso com umas das dez mil mulheres dele.

Eu e o Edward descemos e apenas concordamos com a cabeça que eu iria bater na porta.

Respirei fundo três vezes e bati na porta dela.

Carolina: Quem é? Já vai, mas gente, não conheço ninguém daqui e já está batendo na porta Rafa, meu Deus.

A atrevida já chegou reclamando sobre bater na porta, e de repente ela abriu, a mulher mais linda saiu daquela porta e me olhou com cara de assustada.

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