3 CAPÍTULO

Carolina Belyk

Marcos, sempre chegando tarde demais, todos os dias e diz que sempre tem muitos trabalhos para resolver. Eu sei que é mentira e ando suspeitando de algo, eu sempre soube que eu fui traída, pois, ele sempre chega indo direto pro banheiro, e eu sempre finjo que estou dormindo.

Hoje é mais um dos dias que ele chega tarde, e dessa vez, da mesma forma fingir estar dormindo, mas, como ele já saiu do banheiro, vou fingir que despertei.

Carolina: Aí amor, você já chegou?

Marcos: Sim, não quis te acordar.

Carolina: Não me acordou! Então, onde você estava?

Marcos: Vai me fiscalizar? Não se esqueça, eu que mando em você, e eu não te devo nenhuma satisfação.

Carolina: Sim, você me deve, é casado comigo, ou estava com suas prostíbulas de novo? Pensa que eu não sei Marcos? Que anda me traindo por aí?

Marcos: O que eu faço, não escondo, que bom que sabe, pois tem uma me esperando no outro quarto agora.

Carolina: Você é um desgraçado, tran*ar com elas e depois vem me beijar. Não sou um objeto sexual para ti, e você nunca mais ousa tocar em mim.

Marcos: Querida, esposa. Você está sobre o meus dominós, eu faço o que eu quiser com você. Se falar muito, vou te colocar no maldito quarto para você ver como eu fodo aquela puta.

Carolina: Desgraçado, isso é o que você é, você pensa o que? Por isso sua mãe fugiu, por esse tipo de monstro que você é o seu pai era. Ela tem total razão sobre isso.

Marcos me pegou pelo o braço forte o suficiente, e deu um tapa no meu rosto que ficou vermelho, ele me agrediu de novo.

Marcos: Nunca mais ouça a falar assim comigo, sua vadia. Você ouviu?

Carolina: Você está me machucando e eu falo como eu quiser. 1 ano nessa droga de casamento arranjado, e não sou sua serva. Meu pai se foi, e eu não vou ficar aqui para sempre.

Marcos: Você lembra o que aconteceu da última vez que tentou fugiu? Eu te espanquei e matei o segurança que te ajudava. Dessa vez eu não hesitarei em te dar um tiro no pé.

Ele me jogou no chão, e foi pro outro quarto, toda vez passo pela a mesma situação, ele sempre faz isso, porém a primeira vez que vejo ele falar com total convicção, que está traindo e bem debaixo do teto da casa dele, comigo dentro, todas essas agressões que eu estou sofrendo, e venho sofrendo diariamente, vai ter volta e jamais vai ficar assim, eu vou planejar uma fuga dele, onde ele não vai me achar nunca mais.

A noite toda ouvindo barulhos altos, gritos, e gemidos, eu jamais irei me permitir isso outra vez, no entanto, enquanto a isso, vou fingir de boazinha e fazer como se eu fosse uma ótima esposa.

Pensa em uma mulher que grita, e ele não veio dormir no quarto ainda, a madrugada toda lá com outra mulher, e ainda dormiram juntos, espero que ela tenha senso de não descer e tomar café na mesa. Quando eu fui inventar de dormir já era quase de manhã.

De Manhã.

Fui tomar meu banho e lavar meu cabelo, e me vesti com um vestido preto e um shorts por debaixo, seco meu cabelo e passo uma maquiagem no meu rosto pois mostra a marca que ele me bateu ontem.

Desço para tomar café, e quem está? A mulher da vez.

Carolina: Bom dia! Essa mulher está aqui ainda? Você não me respeita, Marcos?

Marcos: Sim e vai tomar café conosco, sente-se calada. Em falar nisso, o nome dela é Julia.

Julia: Oi Carolina, tudo bem?

Carolina: Não venha falar comigo, após trans*ar com ele a noite toda como se fossemos amigas, então vai embora daqui.

Marcos: Fala direito com ela, se não quem vai sair é você Carolina.

Carolina: Então eu saiu, fica ai com sua puta.

E ela saiu e subiu pro quarto.

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Comments

Maria Socorro Netos

Maria Socorro Netos

Ele é um babaca

2024-10-12

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