Juliano Petrus
Edward me acordou do transe que estava, alucinado por conta das coisas que vim descobrindo graças ao o investigador.
Edward: Meu amigo, estamos em uma corrida contra o tempo, depois dessa descoberta.
Juliano: Nem me fale! Como você sabe, resolvo tudo rápido, ele está chamando várias máfias por que não dar conta de vim sozinho.
Edward: Sim, é literalmente isso. Vamos ir resolver essas coisas na sede.
Juliano: Sim, mas primeiro tenho que terminar de resolver as coisas da empresa, tenho que procurar nova assistente, e eu já tenho uma em mente.
Edward: Não é quem estou pensando?
Juliano: Sim, é quem você esteja pensando, não tem ninguém melhor que a Carolina Belyk para essa função, aposto que agora ela deve está o nome dela de solteira.
Edward: Com toda certeza, sim. Mas, não acho uma ótima ideia colocar ela como sua assistente, é melhor você ir direto ao ponto.
Juliano: Você está certo, vou fazer isso. Agora, vamos embora que eu preciso ir para a empresa.
Levantamos para ir a empresa, e ele iria para a sede.
Fui caminhando para refrescar minha cabeça pois estava precisando depois de ter confirmado sobre aquele desgraçado ter matado meu pai, é que foi tudo sob encomenda, o que acumula mais meu ódio por ele, não sei do que sou capaz se eu ver ele na minha frente, ando escondendo o monstro que está por dentro de mim e ninguém sabe disso, mas ás vezes é preciso mostrar para eles o que eu sou, eles já sabem, o que não sabe é que tem meu lado pior dez mais que esse.
Chegando na empresa, como a assistente Carla vai logo logo sair daqui por motivos pessoais, ela me passa tudo sobre o que eu tenho que fazer, e tudo mais.
Carla: O senhor já arrumou uma assistente para colocar no meu lugar?
Juliano: Não, Carla! Você me disse que era assunto pessoais, mas não me disse sobre o que bem era.
Carla: Bom...
Juliano: Você sabe melhor do que ninguém que te acho a melhor funcionaria que já passou por aqui, dedicada e não me dar esforços demais e eu venho sempre aumentando o seu salário. Sente-se e converse comigo.
**Carla: Então senhor\, com licença. **
Juliano: Fique á vontade.
Carla: Aconteceu muitas coisas, desse meio tempo para cá. Tenho um marido e uma filha pequena como você sabe. Mas o que o senhor não sabe é que esse meu marido anda fazendo coisas erradas, das quais eu não gosto, ele anda com pessoas erradas, já me bateu e me humilha na frente das pessoas que eu gosto, me proibiu de ter amigas ou qualquer coisa e me disse para sair do emprego, pois estava ocupando o meu tempo e me ameaçou. Não posso correr riscos, tenho uma filha.
Juliano: Então coloca um ponto final no casamentos de vocês. O salário que te pago com os benefícios, você consegue se sustentar e ter tudo o que vocês querem.
Carla: Vou pensar, agora que já te passei tudo, vou me retirar.
Juliano: Pensa sim, pode ir.
Por ser da máfia, já suspeito o que ele possa está tramando, mas não pretendo envolver a minha máfia no meio disso.
Meu telefone toca animadamente e eu prontamente atendo.
Juliano: Alo.
Dominique: Olá, é o Domi, tudo bem?
Juliano: Oi meu amigo, quais as novidades?
Dominique: Conseguir suas informações, ela está em Piemontinha. Vou lhe enviar pelo e-mail.
Juliano: Agradeço pelo o seu trabalho, considere meu amigo também.
Dominique: Você me considere o seu também, abraços.
Assim que desligou a chamada, corri para o e-mail. A ficha dela é a coisa mais normal que já vi.
Nome: Carolina Belyk Musco.
Idade: 21 anos.
Cidade onde morava: França.
Casada: Pediu divorcio.
A ficha dela é boa, tem entre outras mil coisas, não sabe que o seu marido está a procura dela, que matou o seu pai após casar com ela para ficar com a máfia dela, muitos critérios mesmo. Vou fazer um convite indo pessoalmente na casa dela e a convidar para uma saída, ou algo do tipo.
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Atualizado até capítulo 41
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