O hotel tinha aproximadamente 10 andares em cem apartamentos. Arthur ficou no último andar que dava vista para a Cidade, gostava de ficar na janela observando o movimento de carros passando. “Onde pode estar Natasha? Será que ela está aqui nessa cidade? Ou quem sabe uma das cidades mais próximas. Preciso averiguar e perguntar para alguém que seja um guia turístico!”. Falava em silêncio.
. Arthur levantou cedo às 7
9 horas da manhã o sol estava nascendo e ficou olhando as maravilhas da cidade, observava cada pessoa que passava pela rua. E quando de repente alguém bateu na porta, era camareira que trazia o café reforçado numa mesinha. Voltou se sentou à mesa e serviu- se café com leite pão com doce de abóbora, queijo e salame, produtos coloniais. E lembrou Gramado (cidade) que viu nascer, e dos seus familiares.
A sua mãe e seus irmãos. E sentia saudade daquela cidade. Veneza tinha algo em comum com Gramado. Os pontos turísticos (arquitetura), os prédios a culinária. Pegou uma xícara de café e voltou à janela! Enquanto saboreava ficava olhando imaginando como ia começar a investigar o paradeiro de Natasha.
Arthur mudou de planos! Não queria mais voltar para a França, pensava em permanecer na cidade de Veneza. Alguma coisa mudou dentro dele! Uma sensação de sucesso, ali poderia começar sua nova carreira de arqueologia e cientista, e quem sabe novos horizontes. Por enquanto, o primeiro objetivo era encontrar Natasha. E depois voltar a trabalhar, estudar mais e pesquisar. Talento não lhe faltava para outras coisas, não somente científico e a teologia, e arqueologia.
E na medida em que a pessoa vai amadurecendo vai descobrindo coisas novas e nem sempre consegue aquilo que quer, contudo era um jovem ambicioso e impaciente, queria algo a mais. Estava à frente do tempo, gostava de coisas novas. Não tinha medo de enfrentar desafios, sempre em busca do aprendizado correndo atrás de algo que lhe interessava. Obstinado, e determinado, mas não ganancioso a ponto de querer passar por cima de tudo e de todos, era honesto e tinha caráter, foi criado numa família batalhadora.
Ganhar dinheiro e construir sua vida em cima de muito trabalho e esforço, e suor. Não aceitava suborno e nem injustiça. Tinha boa (índole) bom caráter educação que veio de berço. Odiava injustiça, e corrupção não era ligado à política. Seu interesse é ser arqueólogo fazendo novas descobertas. Queria mudar o mundo, mesmo sendo impossível, mas fazer parte dele, pessoas que querem mudar e construir um mundo novo.
Descobrir remédios para cura. Como qualquer jovem que tem ambição e que sonha com um futuro melhor para todos? Esse era o Arthur de personalidade forte, e determinado, corajoso, inteligente. E além de bonito é claro, que despertava olhares nas mulheres por onde passava, elegante alto, olhos castanhos (cor) de mel, cabelo escuro, homem que toda mulher gostaria ter, mas ele tinha somente Alice em seus pensamentos, e não desistiria da ideia de procurar por ela. A primeira coisa era construir a sua vida tendo uma dependência financeira. Não pensava em se casar tão cedo, mas caso aparecesse Alice mudaria de ideia, e teria uma parceira que pensasse igual a ele.
E que tivesse pontos incomum e ajudasse a completar sua vida, e preencher um vazio sem fim. Se sentia solitário, cansado disso: ter alguém para somar e não para atrapalhar. E conhecia bem as garotas que estavam interessadas nele. Era mais pela beleza do que pelo que ele tinha por dentro.
E Arthur sabia disso: era inteligente para decifrar como ninguém os desejos de uma mulher, sabia quem eram! Mulheres interesseiras e ambiciosas que estavam atrás de status, e nada mais. E Arthur sabia disso, como cientista tinha essa visão sobre as pessoas? Analisava o ponto de vista de cada pessoa.
Mas a estratégia era encontrar a Alice e a Natasha. O que ele não imaginava era que Natasha e Alice eram as mesmas pessoas, mas isso só o tempo dirá, e mostraria um caminho melhor. Depois de ter tomado o café, colocou uma roupa e saiu para andar pela cidade, e conhecer os lugares. É claro, fazer perguntas, dar uma de detetive, mas em primeiro lugar conhecer o espaço, o lugar, o terreno para depois agir, e fazer uma investigação, estava obstinado a encontrar Natasha, sua melhor amiga.
Sentia que ela estava precisando dele. Queria estar perto dela. Ele sentiu saudade dos tempos em que eram crianças, nasceram e cresceram juntos dividiram tudo. Eram os alunos mais inteligentes da classe, um defendia o outro, amigos e cúmplices em tudo, se perguntava por que Natasha era tão especial?
Por que faria qualquer coisa para defender de insinuações de mau gosto, não gostava quando os amigos faziam piada. Afinal de contas, Natasha era uma jovem linda e chamava atenção dos rapazes. Estavam sempre cobiçando, e Arthur não gostava quando insinuavam que estivesse apaixonado por ela, por defender sua amiga. E isso incomodava. Se perguntava a si próprio. “Será que estou apaixonado por ela?” não conseguia imaginar ao lado dela como namorado.
Ou marido, mas as coisas podem mudar, pensava ele. Enquanto caminhava pela cidade admirando as belezas observando as pessoas do lugar diferente dos franceses. Que eram mais frios! Os italianos eram mais calorosos e hospitaleiros. Arthur estava se sentindo em casa como se fosse na sua cidade de Gramado. Onde as pessoas dizem bom dia, boa tarde? E isso, estava fazendo bem.
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Atualizado até capítulo 44
Comments
Marta Monteiro
/Slight//Slight//Slight//Slight//Slight//Slight/
2024-05-02
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