CAPÍTULO 5

A família de Arthur e de Natasha estavam animados, mas por um instante quando era de madrugada sentiram a falta de ambos e procuravam em todos os lugares e não encontraram.

E se perguntavam onde os dois podiam estar? Sabiam que os dois estavam sempre juntos e que nunca se desgrudavam pra nada. O pai de Natasha se chamava Francisco, descendente de Italianos, conservador e linha dura. Era agricultor, e carpinteiro.

Trabalhava duro para manter sua família unida. Também lidava no campo, criava animais assim como bois, cavalos, e ovelhas, e bodes, e suínos, galinha, vaca de leite.

E do leite fazia queijo manteiga. E dos produtos agrícolas que ele colhia e vendia para as pessoas que moravam na cidade. Um homem marcado pelo sofrimento. Sua vida nunca foi fácil. Amava sua família, mas colocava seus princípios éticos e dos bons costumes em primeiro lugar, não gostava muito de coisas modernas.

Nem o que a sua filha falasse tanto do futuro, assim como viajar para a Europa, nunca foi contra e não deu palpite, mas duvidava de que ela pudesse um dia viajar. E que tudo não passava de um sonho ou quem sabe delírios na cabeça.

Um homem cético em relação ao futuro de sua filha como arquiteta ou “design”. Duvidava da capacidade dela, e só acreditava vendo, mas nunca teve coragem de falar abertamente, a respeito de sua opinião.

Sempre sonhou com um bom casamento, de preferência com um homem mais velho que pudesse dar uma boa estabilidade financeira. E não passar o que ele passou no início da juventude.

Talvez fosse um amor de pai, mas um amor longe de ser compreendido por Natasha que sentia falta de apoio afeto paternal. Se não ajudasse pelo menos que não atrapalhasse os planos dela.

Francisco não estava gostando nada do sumiço da filha, não queria ela na boca do povo fofoqueiro. Porque não suportava a ideia de ver sua filha perdida por aí, como diziam as pessoas da cidade? E mandou seus filhos ir atrás dela onde estivesse e não queria que sua filha solta por aí sei lá com quem, pensava ele.

E assim os rapazes saíram à procura, mas não encontraram para o desespero de Francisco e sua esposa Margarete. Uma mulher calma que preservava muito pela segurança de sua filha, e também estava aflita com o sumiço de Natasha que nunca fez esse tipo de coisa de abandonar todos e sumir assim.

Sempre foi uma jovem comportada que nunca deixou de dar satisfação aonde ia, era obediente cumpria seus deveres da casa. Nunca foi de se meter em confusão, era boa aluna na escola, tirava boas notas para orgulho das professoras, e para orgulho de sua mãe, menos o pai que dizia que estudo não enche a barriga e isso deixava Natasha triste.

Nunca notou que tinha uma filha maravilhosa de bom caráter. Não demonstrava sentimentos. Escondia o que sentia que só chorava quando bebia.

Ou quando seus filhos nasciam, mas fazia isso escondido, alguém o ver chorar seria a morte. Eram quatro horas da manhã quando todos foram para casa e preocupados com o sumiço da filha, mas tiveram uma surpresa quando chegaram à casa, a filha já estava dormindo.

Para o alívio de todos, mas Francisco ia dar uma bronca na filha no dia seguinte, ele não tolerava essa desfeita de deixar todos na mão e sair sem dar satisfação.

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