O dia seguinte começou tarde, pelo menos para aqueles que tinham virado a madrugada.
Desci vendo toda a bagunça na casa, ainda tinha um cara dormindo no sofá com a almofada na cabeça. Sistemática com limpeza, comecei limpar, terminando na cozinha. Fiz um café, encontrei frutas na geladeira fazendo uma salada de frutas.
Sentei no balcão comendo, enquanto olhava o celular.
— Já acordada! Adrian entrou. Engoli um pedaço de maçã sem mastigar, saiu enroscado na garganta, o vendo sem camisa, seus bíceps bem formados, a tatuagem bem feita, era uma bela visão.
— Bem sim. Disse sem jeito, tentando manter atenção no telefone. — Dormiu bem? Perguntei. Vendo a hora.
— Ótimo! Disse parecendo força um sorriso. — Isso parece bom! Adrian se inclina no balcão pegando colher e comendo da minha tigela de salada de frutas. — Hum...tá ótimo, tem mais? Pediu-me olhando.
— Sim na geladeira. Indiquei. Ele virando e indo pegar.
Tentando desviar meus olhos dele e seu corpo bonito, ele se voltou para mim e abaixei o olhar.
— Você arrumou tudo? Ele pediu olhando em volta.
— Ahan. Falei voltando a comer ou tentando e olhando o celular.
— E o que está olhando aí, não está estudando está? Adrian pediu.
— Ah não, estou só vendo uns e-mails. Disse e o vendo terminar de comer, seus lábios se movimentando de forma tão atrativa que me deu calor.
— Ah isso é...bom, melhor relaxar! Disse Adrian indo a pia e o vi lavar a tigela e deixar no escorredor. Um gesto que me fez gostar ainda mais dele, dando a volta o sinto parar atrás de mim, meu coração acelerou, o hálito dele no meu pescoço.
— Obrigado por arrumar tudo, valeu gatinha! Disse e senti o beijo no rosto, tocou meu pescoço. Queria derreter, ele saiu rápido e deixei a cabeça cair sobre o balcão.
Vou morrer assim...choraminguei resmungando com meus pensamentos.
— O que? Não está doente? Saiba que aqui não tem médico e não vou embora até segunda! Carlos disse entrando e uma loira magrela junto. Não sabia que ele tinha namorada.
— Não estou doente! Disse.
— Estou morrendo de fome! A loira falou se apoiando no ombro do meu irmão que encarou o balcão.
— Fez mais? Carlos apontou para tigela.
— Na geladeira. Indiquei.
A loira indo até lá pegando o pote.
— Isso tem leite condensado? A loira perguntou e assenti. — Nada saudável, por que não fez com mel? Pediu com cara de nojo.
— Devia se tivesse? Perguntei revirando a cara. — Mas tem frutas aí! Falei e a garota me olhou feio.
— Faz outra para nós! Meu irmão mandou.
Se ele tivesse pedido com educação teria feito. — Faz você, não sou sua empregada! Disse o encarando feio.
Um dos rapazes rindo ao entrar na cozinha. E vi que meu irmão não gostou nada.
— Veio de penetra, então é o mínimo fazer alguma coisa! Carlos falou.
— Pra sua informação, não vim porque quis foi você que me obrigou! O lembrei. Podia ficar em casa sozinha, ele não queria deixar.
— Por que ainda é uma pirralha e sou responsável por você! Carlos rebateu.
— Você é um babaca isso que é! Falei e alguns colegas dele rindo vendo nossa discussão.
— Você...meu irmão abriu a boca.
— Dá um tempo pessoal! Vimos nos divertir, e a Selina até limpou tudo aqui, não era obrigação dela! Adrian adentrou na cozinha apaziguando a discussão.
— Hum, isso tá ótimo! Uma das garotas disse dando umas colheradas na salada de frutas. — Você que fez? Perguntou e confirmei ela sorrindo.
— É cara relaxa, pelo menos sua irmã ainda serve para limpar nossa bagunça! Outro dos amigos diz comendo.
— Aí que idiota! A moça o lança olhar feio. — Não liga, eles são sempre assim. Diz para mim.
— Tá bom, quem quiser comer se vira, e tem um restaurante a quinhentos metros daqui, lá serve uma boa comida, vai encontrar o que quiser lá! Adrian disse a todos, que concordaram.
Agradeci com um sorriso, era difícil não me apaixonar por esse cara.
— Certo, mas agora praia! Um dos caras disse e outros concordando e eles saindo.
— A gente conversa depois! Meu irmão falou e revirei os olhos, parece que ele simplesmente me odiava, pegava no meu pé, me deixava para baixo sobre minha aparência, e me tratava mal perto dos amigos dele. Não queria, mas estava começando a odiar ele.
— Odeio ele! Falei.
— Não pense assim, é só cuidado de irmão! Adrian disse. — Vamos! Chamou.
— Vai lá, depois vou. Disse.
A cada vez que ele sorria tirava o meu fôlego, ele indo pela porta.
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Atualizado até capítulo 192
Comments
Ana Paula Nunes
Esse irmão dela é escroto viu
2024-01-22
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