Ana
Abro os meus olhos com dificuldade, tento colocar a minha mão na cabeça, mas percebo que estou amarrada, não vejo ninguém, parece que estou sozinha, entra iluminação por uma claraboia, estou num tipo de desmanche de carro, escuto barulho de salto alto vindo na minha direção.
— Até que enfim a bela adormecida acordou, diz alma com uma voz suave.
— Me solta, ordeno.
— Ninguém vai-te soltar, Martim vai fazer algumas perguntas, e se eu fosse você, seria uma boa informante, Martim não tem muita paciência.
— Não diga isso meu amor, Martim diz entrando, e parando ao lado de uma mesa de metal.
— Ela está ao seu dispor meu amor.
— Ana, me diz, aonde o seu marido armazena as drogas?
— Drogas? como assim, do que você está falando?
— Não se faça de desentendida! Aonde estão as armas e as drogas?
— Como eu poderia saber? Nós casamos ontem!
— Sei que vocês se casaram ontem, eu até fiquei intrigado de por que vocês não estarem em lua de mel, mas isso não importa, então me diz aonde está as drogas?
— Já te disse, não sei nada sobre isso!
— Como não sabe, você é esposa dele, concerteza sabe, um homem não consegue esconder o seu trabalho da esposa?
— Do que você tá falando? Ele é um traficante?
— Não faz eu perder a minha paciência, me diz logo!
— O nosso casamento é por contrato, não sei nada da vida dele.
-- Mentira.
Bang! Sinto um dor tão forte, não consigo controlar, grito de dor, ele atirou na minha perna, dói muito, foi tão rápido, demoro entender o que aconteceu, meu vestido fica com a barra ensanguentado, sangue escorre por minha perna e cai no chão, o som dos pingos de sangue faz um barulho que ecoa dentro da minha cabeça.
— Espero que isso tenha clareado a sua mente!
— Eu não sei de nada, se eu soubesse, te juro que eu contava.
— Julgo que ela está dizendo a verdade, diz Alma se aproximando de mim.
— Se você tiver certeza disso faz um torniquete nela, Martim diz saindo fora da minha vista.
— Por favor, me solta, tá doendo muito!
— Não posso, e também não quero, o seu marido roubou o nosso ponto, só queremos de volta.
Estou quase conseguindo-me desamarrar, quando vejo entrar seis homens armados dentro do galpão, gritando que estão sendo atacados, Joseph e os seus seguranças entram armados e atirando neles, Martim corre na minha direção e aponta uma arma para a minha cabeça, Alma está no chão se contorcendo, sangue sai da sua boca enquanto tenta puxar um suspiro, mas aquele foi o último suspiro de sua vida, ao que parece, todos estão mortos, restando somente Martim vivo, ele encosta a arma no meu rosto, sinto medo, não era assim que eu queria morrer, minha perna dói, quero sair daqui, não quero morrer, isso é tudo que consigo pensar, enquanto isso todos os seguranças estão com a arma apontada para a cabeça dele.
— Martim, solta ela, diz Joseph com uma arma apontada para sua cabeça.
— Você roubou o meu ponto, agora matou os meus capangas e tirou a vida da minha mulher, não é justo você ficar com tudo.
— Eu vou pôr a minha arma no chão, mas não machuca ela, ela não tem culpa, é só uma moça inocente.
-- ponha a arma no chão!
Após Joseph por a arma no chão, ele se levanta, e com o pé, ele empurra a arma para longe, e em poucos segundos, Martim tira a arma que estava apontada para mim e aponta para Joseph, Joseph se afasta devagar, Martim anda na sua direção, mas não se aproxima muito, todos os seguranças apontam a arma para Martim.
-- Ninguém atira, joseph ordena, Enquanto Martim está distraído eu consigo-me soltar, bem perto de mim há uma barra de ferro não muito grossa e com o comprimento de uns noventa centímetros, eu a pego e ando devagar e me aproximo de Martim que está com a arma apontada para Joseph, e sem pensar muito eu o acerto na nuca, ele aperta o gatilho antes de cair no chão, e Joseph é atingido.
— Você é louca? Eu falei para ninguém atirar.
— E por acaso isso se parece com uma arma? Porque até onde eu saiba, isso é uma barra de ferro, e o tiro pegou de raspão, eu também levei um tiro e nem por isso estou nesse chororó todo .
— Está morto diz um capanga averiguando o corpo de Martim.
Joseph se levanta, seu ombro está sangrando, ele olha para mim, eu não consigo ter muita reação, acabei de matar uma pessoa, estou tonta, minha cabeça dói, tudo gira, minha perna está doendo, eu começo a sentir tontura e me desequilíbrio, Joseph me segura, antes de eu cair no chão.
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Atualizado até capítulo 88
Comments
Val Sydnei
/Toasted//Toasted//Toasted//Toasted//Toasted//Toasted//Toasted/que droga uma história legal mas pularam vários parágrafos
2025-02-24
0
Luciene Soares
oxe cadê o Livro tá cortado
2023-12-26
5
Nalva Maia
Oi a história até que é boa .mas falta pedaços da história. como ela estava sequestrada e do nada muita já ele levando ela pra hospital. então .não diz muita coisa Oi como vc vai resolver isso.muito obrigada
2023-12-24
5