Chegou sábado, Cassandra e Diogo estavam empolgados no vídeo game que Fabíola tinha trazido de presente para eles.
Sebastião chega em casa, hoje ele trouxe pastel para as crianças jantarem.
Com a empolgação deles no vídeo game, quase nem deram atenção nos pastéis que o padastro tinha trazido.
Mais uma vez Sebastião, queria usar de safadezas com Cassandra.
Como hoje era sábado, e ele não iria trabalhar no dia seguinte, pensou ele, que está noite iria se divertir com a enteada.
Já que não tinha refrigerante, Sebastião pegou limão e fez uma limonada.
Fez como da outra vez, pingou cinco gotas de sonífero no copo de Diogo, e quando foi pingar no de Cassandra, perdeu a contagem e pingou 21 gotas.
Ele chegou a ficar em dúvidas se tinha contado certo, mais não ligou muito para este detalhe, o importante seria a garota adormecer como da outra vez, que mesmo ele fazendo tudo o que fez, ela não acordou.
Sebastião levou a limonada e um pastel para cada um.
As crianças entretidas no vídeo game, dava uma mordida no pastel e tomava um pouco da limonada, e jogavam ao mesmo tempo.
Não se passou vinte minutos e as crianças já estavam dormindo.
Sebastião levou Diogo para o quarto dele, e depois pegou Cassandra nós braços e levou ela para o quarto dela.
Assim que ele pegou Cassandra já começou a beijar a garota na boca, mesmo antes de chegar até o quarto.
— Você está me deixando viciado demais menina, não consigo mais ficar sem poder saborear você, hoje a noite será pequena para tudo que eu vou fazer com você, minha putinha gostosinha.
Sebastião só retornou aí seu quarto depois de quase quatro horas.
Durante todo esse tempo usou o corpo de Cassandra para satisfazer os seus mais sujos desejos.
No dia seguinte Sebastião ouviu bater na porta.
Ele estava ainda muito sonolento, pois não tinha dormido quase nada ainda.
— Oh saco, quem será esse intruso que está chamando uma hora dessas.
Sebastião não queria levantar, mais Diogo que ouviu as batidas na porta levantou e foi abrir.
Era Fabíola, e Cassandra e Diogo haviam esquecido que ela viria buscar eles para passar o domingo com ela, não tinha nem pedido permissão ao padastro.
— Bom dia Diogo, como prometido eu vim buscar você e Cassandra para passarem o dia comigo.
— Oi senhora bom dia, eu e Cassandra tinha esquecido, mais espera eu vou acordar ela.
— Seu padastro deu consentimento para vocês irem?
— Vou ver com a Tatá se ela falou com ele, espera só um pouquinho.
Fabíola entrou e ficou aguardando Diogo chamar Cassandra.
Diogo chegou no quarto de Cassandra e cansou de chamar mais a garota nem se mexia.
— Tatá, acorda Tatá a senhora Fabíola veio buscar nós para passar o dia com ela, acorda Tatá por favor!
Depois de tanto insistir Diogo desistiu, não conseguia acordar a irmã.
Ele voltou e falou para Fabíola que Cassandra não acordava.
— Senhora, Cassandra não acorda, ela nem se mexe até parece estar morta.
Fabíola ficou preocupada com o comentário de Diogo e perguntou:
— Onde está seu padastro?
— Ele deve estar dormindo ainda.
Sebastião tinha colocado o travesseiro na cabeça para não ouvir mais as batidas na porta, e nem ouviu Fabíola e Diogo conversando.
— Diogo será que eu posso ir até o quarto de Cassandra tentar acordar ela?
— Sim pode senhora mais duvido que a senhora vai conseguir.
Fabíola chegou no quarto de Cassandra, passou a mão no rosto da garota, a temperatura dela parecia normal, como Diogo disse ela também não conseguiu acordar Cassandra.
Fabíola ficou muito preocupada, resolveu ligar para a assistente social, que agora também era sua amiga.
Silvia atendeu o celular, e Fabíola explicou o que estava acontecendo.
— Silvia a garota está num sono profundo, nem se mexe estou muito preocupada, tentei acordar, mais ela não acorda.
— Fabíola, em vinte minutos mais ou menos estaremos aí, vou acompanhada de uma ambulância se caso for necessário.
Em vinte minutos a ambulância chegou junto com a assistente social.
Fabíola abriu a porta para que eles entrassem.
Fabíola acompanhou a assistente social, um técnico em emergência médica e uma técnica de enfermagem até o quarto de Cassandra.
Os profissionais tentaram acordar Cassandra mais também não conseguiram.
Enquanto eles continuaram insistindo em acorda lá, Sebastião ouvindo o tumulto resolveu levantar para ver o que estava acontecendo.
— Eu posso saber o que está acontecendo aqui, por que essa bagunça dentro da minha casa?
— Senhor, o senhor sabe me informar se Cassandra tomou algum medicamento ontem, tipo algum tranquilizante ou calmante, pois a menina não acorda. — Perguntou a assistente social.
— Essa menina dorme assim mesmo, e difícil de acordar ela.
O técnico falou:
— Não senhor esta garota está sobre efeito de uma droga, e pelo jeito exagerou na dose.
A enfermeira disse:
— Vamos ter que levar ela para o hospital urgente para examina lá, e ver se está droga que ela tomou não venha a prejudica lá, mexendo com seu sistema nervoso.
Fabíola olhou para a assistente, e as duas tiveram o mesmo pensamento.
A assistente enquanto preparavam Cassandra para colocar ela na ambulância disse para Sebastião.
— Vamos encaminhar ela para o hospital agora, e se depois dos exames ficar provado que ela ingeriu alguma droga sua situação está complicada Sebastião.
— Eu não sei de nada, não tenho nada com isso.
A assistente depois que a ambulância saiu com Cassandra, ela já estava indo embora, mais resolveu voltar ao quarto de Cassandra e tirou o lençol da cama da garota e levou com ela.
— Por que você está levando esse lençol? — Perguntou Sebastião.
— Esse lençol vai passar por perícia Sebastião, e se houve algum tipo de abuso com a garota como estou quase certa disso, com certeza iremos encontrar vestígios aqui.
Fabíola admirou a esperteza daquela assistente, ela também pensava o mesmo, que Sebastião havia dopado Cassandra para abusar dela.
Assim que Fabíola e a assistente saíram para irem para o hospital, Sebastião não esperou um só minuto, pegou uma mala colocando roupas dele e de Diogo.
Tinha sujado para ele, ele não iria ficar ali esperando ser preso.
— Por que está mala tio, por que você está colocando nossas roupas aí?
— Você ainda é muito pequeno para entender, preciso fugir o mais rápido possível, pois ao contrário vão me levar para a cadeia, e você vem comigo, você é o meu menino, nunca viu te abandonar.
— Tio mas nós não vamos até o hospital ver como Tatá está, se ela vai acordar?
— Fica tranquilo Tatá está bem, ela vai morar com a dona Fabíola agora, eu e você vamos morar juntos.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 62
Comments
Marta Hedwig Schley
deveriam ter levado o menino tb
2025-01-04
0
Ana Aldenira Alencar
Lamentável
2024-04-26
2
Nannda Gomess 💋🍀
eu sei o que isso 😔 eu tbm era criança 💔
2023-09-26
3