Cassandra assim que desceu o morro e se viu fora da favela em que nasceu e sempre morou, se sentiu aliviada.
Só de pensar que ela iria ficar longe dos abusos de seu padastro, qualquer lugar seria melhor do que sua casa.
Ela caminhou muito durante quase toda a noite indo parar em um lugar que ela nem sabia onde estava.
Ela se sentiu cansada e sentou em frente uma casa muito bonita.
Cassandra acabou adormecendo, o dia já estava claro e ela ainda continuava a dormir.
Fabíola a dona daquela casa, foi molhar as plantas como todo dia fazia e notou aquela garota dormindo encostada no portão.
Fabíola se aproximou, e ficou pensativa o que será que aquela garota estava fazendo ali?
Fabíola então resolveu acordar Cassandra para ver se ela precisava de alguma coisa.
— Garota, oi garota acorda!
Cassandra nessa hora abriu os olhos, olhou para a senhora.
—Desculpe senhora eu sentei aqui para descansar, e acabei adormecendo, mais já vou sair de frente da sua casa.
— Não, espere um pouco, você está precisando de alguma coisa, seus pais sabem onde você está?
— Senhora eu não tenho pais, meu pai eu nem conheci, e minha mãe morreu tem quatro anos, eu estava morando com meu padastro mais fugi de casa ele é um homem muito mal.
Fabíola ficou comovida com a história daquela garota, se tudo o que ela falou fosse verdade com certeza ela iria ajudar Cassandra.
— Vou abrir o portão para você entrar, e vou te oferecer um café e aí você me conta sua história direito.
— Obrigada, senhora, eu realmente não sabia onde mais ir, não conseguia suportar mais os abusos do meu padrasto em casa.
— Sinta-se à vontade, minha querida, eu te ouvirei com todo o carinho e atenção, quer me contar o que estava acontecendo em casa?
— Meu padrasto sempre foi muito abusivo comigo e eu não podia mais aguentar, ele me machucava e me fazia coisas horríveis depois que minha mãe morreu as coisas pioraram.
— Eu sinto muito, criança, ter o apoio da família é muito importante em situações de violência, mas agora você está em segurança aqui comigo.
— Obrigada mesmo, dona Fabíola, e u não sabia a quem recorrer, eu só queria fugir e não olhar para trás.
— Eu entendo a sua dor, minha querida, mas você sabe que ficar na rua não é seguro. Você precisa de um lugar onde possa se sentir protegida, que tal eu te ajudar a encontrar o apoio que você precisa, n a verdade, conheço um lugar onde você pode ter ajuda.
— Sério? Eu não sabia que existia algum lugar que pudesse me ajudar.
— Sim, existe sim, e uma instituição que ajuda as pessoas que estão passando por situações como a sua, eu vou te acompanhar até lá, para que não fique perdida e sem ajuda.
— Eu aceito a sua ajuda, dona Fabíola, eu não tenho para onde ir e precisava de alguém para me orientar.
— Eu vou estar aqui com você, minha querida, e vamos lutar para que a sua vida melhore e que você possa ser feliz novamente.
Cassandra assim que acabou o café levou a louça até a pia e começou a lavar.
— Oh minha criança, pode deixar a louça a empregada pode lavar.
— Senhora eu sujei pode deixar que eu lavo, e obrigado pelo café estava muito bom.
— Você gosta de assistir televisão?
— Sim eu gosto muito, a da minha casa quebrou, faz tempo que não assisto mais.
— Venha até aqui, eu vou ligar para você assistir.
Cassandra ficou encantada com aquela televisão era muito grande, as imagens eram enormes.
Cassandra ficou então assistindo um filme que Fabíola colocou.
Mais como ela não tinha dormido bem a noite passada, acabou adormecendo sentada no sofá.
Fabíola sentiu muita pena da garota, não teve coragem de acordar Cassandra.
Ela iria levar Cassandra em uma instituição para ver como eles poderiam ajudar ela.
Mais vendo a garota ali adormecida, resolveu deixar para o dia seguinte.
Fabíola pensou ela iria deixar Cassandra na sua casa hoje, amanhã ela resolveria.
Já era quase duas horas quando Cassandra acordou assustada, pois esqueceu de onde ela estava.
Mais agora olhando para os lados viu Fabíola tricotando, e que se lembrou daquela boa senhora e de que estava na casa dela.
— Me desculpe senhora eu ter dormido aqui no seu sofá, eu estava com muito sono, caminhei muito para chegar até aqui.
— Não se preocupe criança, vamos lá até a cozinha deixei seu almoço no prato dentro do microondas.
— Nossa a senhora é tão boa, realmente estou com muita fome.
Cassandra pegou o prato de comida e devorou em poucos minutos.
— Você quer um pedaço de bolo de chocolate?
— Bolo de chocolate, me lembra minha mãezinha, quando ela ainda tinha saúde fazia sempre para nós, mesmo que eu sempre tentei fazer mais não consigo que fique gostoso.
— Você sabe cozinhar Cassandra?
— Sim eu sei, sou eu que cozinhava na minha casa para meu irmão e meu padastro.
— Nossa tão criança ainda e já consegue cozinhar?
— Eu sei cozinhar, sei lavar roupas eu fazia todo o serviço na minha casa desde que minha mãe morreu.
— Nossa menina mais quando sua mãe morreu você ainda tinha só oito anos, e já trabalhava?
— Sim e se eu não fizesse certo meu padastro me batia.
— Cassandra seu padastro te batia e o que mais ele fazia com você?
Fabíola queria entender até onde aquele monstro conseguiu chegar com seus abusos.
— Senhora, antigamente ele só me batia, mais a algum tempo ele tem agido com um jeito bem safado.
— Como assim minha filha?
— Senhora ele fica passando a mão nas partes do meu corpo, e minha mãe sempre me ensinou que isso era errado, que não era nunca para eu deixar os meninos fazer comigo.
— Mais Cassandra não precisa ficar com vergonha conta tudo para mim o que esse safado fazia com você, pode confiar em mim só quero te ajudar.
— Senhora eu fugi de casa por que ele me obrigou a ficar nua, e depois começou a passar a mão por todo meu corpo, ele ficou todo pelado também, esfregando o bilau dele pelo meu corpo, e também colocando na minha boca, me sufocando.
— Minha doce menina, mais ele fez mais alguma coisa com você, que te machucasse muito?
— Não ele só tentou me enforcar quando me recusei a não fazer o que ele pedia, depois que jogou aquela gosma nojenta dentro da minha boca ele parou e saiu do meu quarto.
Pelo que Cassandra falou, Fabíola soube que o padastro só a usou para se masturbar, não chegou a penetra lá, mais se ela continuasse naquela casa isso não ia demorar a acontecer.
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Atualizado até capítulo 62
Comments
Maria Nogueira
e porisso que quando me separei minha filha tinha 12 anos só arrumei.um marido depois que ela casou não tinha confiança em homem nenhum
2024-09-15
1
Cleise Moura
Desgraçado esse cara merece um fim bem sofrido tô aqui lendo chego a treme só de imaginar o desespero dessa criança nas mãos desse miserável asqueroso 🤬😢
2024-09-08
0
Ana Aldenira Alencar
Passada......
2024-04-26
2