*Xavier Bulgare
Minha casa está lotada de pessoas da comunidade, não sei como diabos eu deixei o Dan fazer uma festa dessa proporção no meu barraco, o cara é dono da favela do jacarezinho mas vive enfiado no chapadão, algo me diz que isso tem haver com a Bruninha irmã do Gutem e se isso for verdade ele que se prepare para levar a pior surra da vida dele, desço as escadas em direção a piscina e geral está bebendo em torno de uma mesa cheia de drink e cervejas, tem mulher de biquíni para todo lado e entre elas Melinda dança e rebola como a dona da festa, ignoro sua presença o que parece deixá-la irritada, caminha até mim sentando em meu colo.
— Não seja malvado.
Ela sorri de um jeito travesso.
— Dá pra sair de cima?
Tento arranca-la do meu pescoço mais esta agarrada como a porr*a de um trepadeira.
— Dança comigo.
— Há, não fo*de cach*orra.
Digo me pondo de pé e nesse exato momento ela cai sentada no chão, geral está rindo e isso me deixa com peso na consciência.
— Vai Melinda, deixa de cena.
Estendo a mão que ela agarra, a puxo para que se ponha de pé e nesse momento ela me beija.
— Fo*deu.
Ouço a voz de Dan e quando me viro para olhar do que se trata vejo a loirinha parada no portão ao lado do Gutem e da Lesly, afasto Melinda dessa vez com mais força e ela choraminga caminhando em direção a um grupo de meninas que a acompanham, estão todas bebendo e dançando do outro lado da piscina.
— Salve família.
Gutem cumprimenta geral, está de mãos dadas com Lesly e Kaya nem olha na minha cara, gata como sempre veste shorts e camiseta e os amigos do Dan estão babando nela que nem um monte de babacas.
— Querem uma bebida?
Gutem pergunta.
— Nós não bebemos.
A morena responde mas antes que feche a boca Kaya interrompe.
— Uma cerveja.
Pega da mão de Gutem me encarando com uma cara nada boa, me levanto tentando apaziguar os ânimos entre nós, desse jeito não dá, nem casei e a minha futura esposa já me odeia.
— Vamos conversar?
— Sobre o que?
Ela diz cheia de ódio.
— Sobre eu ter te encontrado com a língua da Melinda entalada na garganta?
Ela grita.
— Ela me agarrou, não tive culpa.
— Claro que não, você é um santo, tão indefeso.
Ela arfa tirando a camiseta que está vestindo, estreito meu olhar ao ver os olhos de todos sobre ela.
— Por que diabos quer se casar comigo?
Ela tira os chinelos desabotoando os shorts.
— Não faz sentido se pretende ficar se agarrando com qualquer vagab*unda.
Tira o que resta da roupa ficando apenas com um biquíni vermelho, o bonde inteiro tá de olho na minha loirinha, arranco a camiseta cobrindo o que consigo dela.
— O que você acha que está fazendo?
Pergunto e ela sorri debochada, filha da pu*ta atrevida, gata mais é o satanás de saia.
— Vou me enturmar, todas as mulheres da festa estão vestidas assim e você parece estar adorando, inclusive deixou uma delas enfiar a língua na sua boca.
Ela arranca a camiseta da minha mão andando até a piscina.
— Kaya.
Eu grito e ela me ignora completamente saltando na água.
— Quem é a gata Venom?
Natan sub chefe do Dan se aproxima, está olhando para loirinha com cara de bobo, mano eu vou ter trabalho com essa mina, todo mundo de olho no que é meu.
— É a minha mulher seu arro*mbado filho da pu*ta.
Falo entre os dentes ele se afasta tropeçando nos próprios pés.
— Tá fo*dido com essa mina mermão.
Dan toca meu ombro rindo da minha desgraça, pego a toalha dobrada sobre a mesa andando furioso até ela, a miserável está ainda mais gostosa assim molhadinha.
— Me larga, está louco?
Ela grita quando eu a cubro com a toalha.
— Venom.
— Xavier, não me chame pelo vulgo como se fosse um dos meus parças, ou as vagabundas com quem eu fodia.
Rosno e ela faz bico.
— Aí, quero a atenção de geral.
Grito e o bonde inteiro me encara.
— Para quem não tá ligado eu vou dar ideia de uma vez, vou me casar, essa loira gata e teimosa bem aqui é a patroa de vocês, Melinda, piranhas em geral acabou a festa o pai tá comprometido.
— Satisfeita?
Digo e ela assente.
— Agora vamos cobrir com uma roupa esse traseiro, não quero geral de olho na minha mulher.
A jogo nos ombros como um saco de batatas e ela grita.
— Xavier.
Estapeio de leve sua bunda cobrindo com a toalha.
— Calada, tá no erro loirinha, não é uma boa ideia me provocar.
Ela ri e eu bato de novo.
— Gosta de perigo né? Então vamos ver até onde chega essa marra.
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Atualizado até capítulo 66
Comments
Luana Mddm
esses dois
2025-01-17
0
Suellen Carolina
kkkk
2025-01-09
0
Carmem Daniele
Vernon vc esta lascado kkkkk
2024-11-25
0