Xavier Bulgare
Chego ao baile e geral caminha até mim, os vapores estão animados, sabem que em dia de festa bebidas e comida é na faixa, desço do carro e sou escoltado até o camarote pelos soldados da segurança, A música é boa e os aliados de morros vizinhos já estão no local esperando por mim, ando até o divã, me sento e imediatamente Melinda se joga no meu colo, é uma cach*orra atrevida e talvez eu tenha que colocá-la em seu lugar para saber que não passa de um lanchinho e nada mais, arranco seu braço do meu pescoço fazendo com que se levante e nesse exato momento caminha até nós a atração da noite, a loirinha gostosa da casa sete e a prima se aproximam com bandejas na mão, ouço a voz irritante de Tato falando merda e meu sangue ferve, preciso me segurar para não estourar sua cara quando ele a puxa para si, segura seu rosto entre as mãos e quase a beija, sei que ela está assustada, do outro lado do sofá consigo vê-la tremer.
— Eu quero um whisky.
Bato na mesa gritando alto, todos me olham amedrontados, a morena prima dela faz menção de se mover e eu a paro.
— Você não, vá buscar Kaya.
— Qualé Venom, não pode pedir para outra?
Tato pergunta com aquela boca asquerosa e minha única vontade nesse momento é de arrancar sua cabeça.
— Eu estou falando grego?
Kaya se levanta, anda até o bar e volta segundos depois com um copo de Whisky na mão, no momento em que se inclina para me entregar a bebida Tato a agarra por trás, esse filho da puta tá morto.
— Vem loirinha, vamos dar uma esticada.
Ele gargalha e no exato momento em que toco minha arma ela a puxa a dele, aponta diretamente para testa do filho da puta.
— Não me toque seu monte de me*rda.
Ela grita e nesse momento não tenho dúvidas de que estou olhando para ela como um completo Imbecil, a loirinha é fo*da.
— Opá, calma loirinha.
Tato ergue as mãos como um covarde, está se mijando de medo.
— Venom.
Ele implora, não sonha que já é um homem morto ela atirando ou não, ela me olha com um misto de medo e hesitação.
— Atira.
Digo tomando um gole da minha bebida, quero ver onde ela é capaz de chegar.
— Qualé Venom.
Tato súplica e eu o ignoro completamente, não suporto sequer ouvir sua voz.
— Na boa loirinha foi mal.
Ele tenta apelar para a misericórdia de Kaya e isso parece funcionar já que posso ver ela recuar sultilmente.
— Eu disse para atirar.
Ela me olha assustada e nesse momento não tenho dúvidas de que não vai conseguir, pode ser a filha de um mafioso, ter adrenalina correndo nas veias mais não é o suficiente, não se você não é uma assassina, tiro a arma de sua mão e seus olhos fitam os meus.
— Vi que tem disposição loirinha, tú não tem é coragem, aprenda uma coisa, se puxa o ferro para alguém atire, atire porque quem está na sua mira não teria a mesma consideração por você.
Faço exatamente o que eu queria atirando repetidas vezes em Tato até esvaziar o tambor do revolver, ela me agarra se abraçando ao meu corpo, sei que é um reflexo,seus olhos se fecham fortemente de medo, seguro seu rosto fazendo que me encare.
— Estragou a po*rra do meu baile, como vai me compensar agora?
Kaya tenta sair do meus braços mas eu a agarro com ainda mais força, estou pouco me fodendo para esse monte de pau no c*ú me olhando.
— Aquele bem ali é o dono do Vidigal, Eles certamente vão querer o corpo de volta, eu levo ou tu entrega loirinha?
— Quero ir para casa.
Ela choraminga,seus olhos ainda encaram o desgraçado no chão, Seguro sua mão caminhando em direção a saída.
— O que vai fazer? me larga.
Ela implora, desço as escadas e ela me segue.
— Me deixe ir embora.
Abro a porta do carro.
— Entra.
Digo sério.
— Não.
— Entra cara*lho.
Bato sobre o teto do carro e ela se assusta, se senta no carona.
— Para onde estamos indo?
Não respondo.
— Para onde vai me levar?
Ela insiste, faço o caminho para casa, no momento em que estaciono em frente ao portão um dos soldados caminha até nós.
— Tão cedo chefia?
Olha para Kaya depois ri.
— Aí sim.
— Cala a boca Buscapé, tu fala merda pra caramba.
Faço sinal para a guarita e o portão se abre, dirijo até a garagem, desço e em seguida abro a porta para que ela faça o mesmo, Kaya me segue em silêncio, os olhos fitam o lugar com curiosidade e hesitação, certamente não esperava encontrar uma casa como a minha em um morro, a construção de dois andares é luxuosa e pertenceu a um antigo ricasso que meu pai expulsou do complexo anos atrás.
— Você mora aqui?
— Sim.
Digo impaciente, ela entra, está parada próximo ao sofá me encarando com uma expressão confusa, maldita feiticeira que está enlouquecendo minha cabeça.
— O que quer?
— Não sei do que está falando.
— O que quer em troca de uma noite comigo?
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Atualizado até capítulo 66
Comments
Luana Mddm
homem só pensão
2025-01-17
0
Suellen Carolina
fala mesmo doidinho
2025-01-09
0
Carmem Daniele
o bandido esta de quatro pneus apaixonou pela loirinha
2024-11-23
0