* Gutemberg Frigari
Tô saindo do barraco do Xavier e topo com o Dan na guarita conversando com os vapores, não vou mentir, a gente não se bica, tô ligado que ele andou com uns papo errado sobre a Bruninha e isso me tirou do sério, minha irmã não é pra bandido tá ligado? é mina firmeza, estudiosa e responsa, vai ser a primeira com um diploma na nossa família, entro no carro e antes que eu consiga passar do portão ele para na minha frente.
— Tão cedo?
Pergunta cruzando os braços frente ao corpo, não tô entendendo a intimidade, nunca trocamos esse tipo de ideia.
— Desde quando o meu itinerário consta nos seus assuntos chefia.
Ele ri, o deboche é de família, não tenho dúvidas.
— Queria trocar uma ideia contigo
Ele fala se aproximando do veículo e nesse momento eu tô torcendo para não ser o que eu tô pensando, se esse filho da pu*ta tocar no nome da minha irmã vou passar por cima dele.
— Tú tá ligado que eu tô paradão na dá Bruninha, eu não gosto de trairagem então vim trocar uma ideia contigo tá ligado? antes de chegar nela.
Saio do veículo e ele me peita, é um filho da pu*ta corajoso mais virá finado logo,logo se ficar de papinho com a minha irmã.
— Fica longe da Bruna.
— Qualé GB, po*rra eu tenho boas intenções.
— Desde quando? tú é mais galinha que esse bonde todo Damian, não vai fazer da minha irmã uma das tuas piran*has.
— A Bruna é diferente, cê tá ligado que eu gosto dela a mó cota, não tinha chegado porque era muito nova.
— E o que mudou? ela ainda é um neném seu tara*do de merda.
Entro no carro batendo a porta.
— Gutem.
Ele diz mas eu ignoro, ligo o carro o encarando mais uma vez.
— Fica longe da minha irmã papa mucilon, minha irmã não é pro teu bico.
Acelero deixando ele lá, paradão com cara de trouxa, chego em casa com a cabeça a mil, Bruninha está deitada na sala ao lado da minha velha.
— Qual é a sua com o Damian?
— Com o Dan?
Ela me olha confusa.
— Tô falando xing ling ou o que?
Mamãe olha sério para mim depois pra ela.
— Bruninha...
— Eu não fiz nada, mamãe o Gutem é maluco.
— Maluco? aquele devorador de leite ninho chegou em mim na casa do Xavier, disse que queria trocar uma ideia na humidade, com todo respeito, eu conheço esse papo, usei pra cara*lho.
Ela abre um sorrisinho e eu quero dar uns bons tapas em seu traseiro rebelde, Deus essa menina não me deu trabalho até hoje se for começar por causa do Dan leva ele senhor, leva pra tua glória.
Penso comigo ela se levanta.
— Ele falou de mim?
Tá animada a filha da mãe, não vou dizer dá puta porque respeito minha velha, rosno para ela e seu sorrisinho desaparece, subo as escadas mais antes dou um último aviso.
— Fique longe do lobo mal mocinha, aquele lá é de quebrada e tá louco para devorar a Bruninha.
Ela arfa irritada, queria discutir mais um pouco mais tô na fissura para ver a morena, abro a porta do quarto e ela está deitada na minha cama, os cabelos estão soltos e espalhados pelo lençol branco, sinto seu cheiro, uma mistura de baunilha com mirtilos um cheiro característico dela já que o shampoo que eu comprei era de camomila, aquele bem vagabundo de farmácia mais na pressa foi o melhor que eu achei, Não conheço mirtilos mas eu sei que deve ser assim ela é muito da elegante e essa é a fruta mais chique que eu já ouvi falar, a morena é fina saca? do tipo que vagabundo só sonha, sinto o aroma dos seu cabelos e quando me aproximo tocando seu rosto ela acorda assustada.
— Gutem?
Se senta depressa puxando os lençóis para si, está vestindo apenas uma camiseta minha e eu não tenho dúvidas de que fica bem melhor nela.
— Desculpa, não queria te acordar.
Ela sorri, se espreguiça e a camiseta sobe deixando a calcinha preta completamente exposta, sua barriga é lisinha, os pelinhos completamente loiros e como sei disso? estou olhando para ela como um tar*ado babão.
— Se quiser eu posso dormir no chão, eu só preciso de um travesseiro e de um cobertor, desculpe eu nem pedi para usar sua roupa, sua irmã disse que tudo bem.
Diz de um jeito doce e eu não seguro o sorriso bobo.
— Não, tá suave, vou só tomar um banho e desço, durmo na sala para você ter mais privacidade.
Tiro a camisa e ela me encara, o pai é bonitão, também não vou desvalorizar o produto sei que a pati tá de olho na mercadoria.
Pego uma toalha e entro no banho, tomo uma ducha e quando saio ela está sentada no mesmo lugar, enrolado em uma toalha caminho até o guarda roupa, escolho uma shorts de futebol preto me virando para ela.
— Não quero parecer depravado morena, mas se não quiser me ver pelado é melhor fechar os olhinhos.
Ela sorri sem jeito, põe as mãos no rosto, a filha da pu*ta é uma gracinha velho, vontade de colocar no colo e botar pra dormir, só que mamando no meu car*alho.
— Não seja pervertido.
Me repreendo pelo pensamento sacana e ela indaga.
— O que disse?
— Nada, só pesei alto morena.
Caminho até a porta e ela me olha.
— Precisa dormir na sala?
— Tem ideia melhor?
Falo na esperança de que ela me deixe dormir com ela, o soldado cai mais cai atirando.
— Podemos dividir a cama, é grande e não quero que fique desconfortável na sua própria casa.
Ando até ela, tentando manter cem por cento a pose de quebrada e não correr para ela que nem o ganhador da mega sena.
— Tem certeza? não quero te deixar desconfortável.
Ela assente, se deita puxando o lençol e deixando livre o meu lugar ao seu lado, me deito encarando o teto meus braços estão cruzados sobre o corpo, não quero invadir o espaço da gata, ela se vira de costas para mim, o traseiro perfeito esta quase que completamente exposto.
— Deus dá uma força aqui.
O shorts de futebol sem cueca não foi uma boa ideia, apago a luz e nesse momento sinto sua pele macia tocar o meu corpo está colada em mim, em uma reação impensada ou completamente estratégica passo meu braço sobre sua cintura a puxando para perto, sua bu*nda encostada em minha ereção, ela se vira tocando meu rosto, seus olhos castanhos brilham sobre a luz do abajur.
— Não sabia que dormia armado Gutem.
Faz piada com meu cara*lho duro relando nela.
— Não durmo, essa patifaria é mérito todo seu.
Ela sorri encostando sua boca na minha, Lesly me beija de um jeito calmo e delicado, seu gosto é doce e seus lábios os mais deliciosos que já provei, quando sua língua dança em sincronia com a minha minhas mãos entram embaixo da camiseta que ela veste, sou de quebrada o reflexo de cafajeste tá no gene, ela bate na minha mão.
— Rápido demais.
Me repreende.
— Quem sabe brincar brinca duas vezes, se quebra o brinquedo fica chupando dedo garotão.
Ela se vira novamente de costas, me deixando excitado e com cara de bobo, mano eu tô parado na dela.
— Desculpa.
Ela sorri, toca meu braço puxando para ela, deitados de conchinha sinto meu coração disparado no peito.
— Boa noite GB.
Beija de relance meus lábios, eu sorrio.
— Boa noite Morena.
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Atualizado até capítulo 66
Comments
Suellen Carolina
até pra brigar faz piada sério é boa demais essa história 😂
2025-01-09
0
morena
eu não tô aguentando com essa história 🤣🤣🤣
2025-04-02
0
Luana Mddm
porra essa sabe o que faz
2025-01-17
0