*Xavier Bulgare
Saio do galpão indo direto para boca, Vapores me esperam com fuzis em suas mãos, um deles caminha em minha direção trazendo um AK-47, a arma está municiada e o pente alongado abarrotado de balas.
— Nunca vi algo como aquilo Xavier, os caras fizeram uma barricada na entrada do morro, tem homens suficientes para iniciar a terceira guerra mundial.
GB me entrega o colete a prova de balas, o visto em silêncio, não sei que mer*da está acontecendo mais algo não está certo, subo na moto pilotando pelos becos, do mirante temos uma vista previlegiada dos homens que tentam invadir o morro, em questão de armamento eles são inferiores e nem mesmo o exército que eles formam seria capaz de estourar a proteção do meu fort, de cima atiramos sem cessar, homens se amontoam como soldadinhos de chumbo, meus vapores que estão fazendo a proteção da entrada do morro também estão atirando, sei que terei baixas incontáveis, esses não são homens comuns, não são pés de chinelo e sim soldados treinados, quando a maior parte do exército inimigo é dizimado eles batem em retirada, alguns deles foram feitos reféns e virá deles a explicação que procuro, um homem comum por mais rico que seja não tem um poder de fogo como aquele, capaz de quase derruba o comando de frente do chapadão.
— O que fazemos com as baixas chefia?
GB pergunta com uma expressão preocupada, sei bem o que uma chacina como essa significa, entregar aos moradores um filho, um marido ou irmão em um caixão é difícil para um líder.
— Dê a eles um velório digno, quero que fortaleçam geral.
Digo sobre o auxílio que deve ser dado as famílias e ele assente, Gutemberg é um dos meus homens de confiança, manda-lo em meu nome é como se eu mesmo estivesse presente, e é óbvio que estarei, subo para o meu barraco e ainda na entrada um menor se aproxima.
— Salve patrão.
Está segurando um fuzil enquanto caminha.
— Manda uma das pira*nhas subir, tô precisando esfriar a mente.
Ele ri, entro em casa com a cabeça cheia de problemas, a loirinha gata do galpão é B.O, o que tem de gostosa tem de chave de cadeia, abro a porta e Mel está deitada no sofá, está vestindo um micro pijama rosa e sorri para mim, cacho*rra show, gostosinha que eu ganhei de presente do antigo dono da Rocinha, quer dizer o finado dono já que mandei sentar no colo do capeta.
— Já mandei não circular pela casa como se fosse a dona cac*ete.
Ela caminha até mim, tenta beijar minha boca mas eu a afasto, sei bem as coisas que faz com essa boca, mamar um cara*lho é de longe sua maior especialidade.
— Não fo*de Melinda, sem saco para suas chatices.
Ela choraminga, se joga no sofá de bruços expondo seu traseiro delicioso, talvez eu faça o favor de comer essa filha da pu*ta, me aproximo e ela imediatamente se senta, umedece os lábios me olhando tirar a camisa.
— Se ajoelha pra mamar vaga*bunda.
Digo agarrando seu cabelo e ela obedece, Suas mãos tocam o cós da minha bermuda descendo devagar, suas unhas deslizam por minha perna arranhando de leve e eu aperto seu pescoço.
— Encolha as garras ou ficará sem os dedos.
Ela sorri arrancado minha cueca, Melinda engole meu car*alho como a pu*ta gulosa que é, mama a cabeça rosada deslizando a língua por ele,se engasga com o tamanho do equipamento, suas mãos massageiam as minhas bolas e eu fo*do cada vez mais forte até o fundo de sua garganta, Melinda me encara com os olhos cheios de lágrimas, engolindo cada vez mais, quando estou prestes a gozar tiro de sua boca, gozo em seu rosto e ela choraminga, sei que odeia quando eu deixo sua cara safa*da cheia de gala.
— Venom.
— Caladinha cach*orra, eu ainda não terminei.
A coloco de bruços sobre o encosto do sofá, tiro do bolso da bermuda a camisinha vestindo no meu pa*u, abro suas pernas com um dos meus joelhos, entro forte e ela grita.
— Aí.
Geme alto, minhas mãos apertam seus seios, cada vez mais forte eu estoco sua boc*eta, ela grita como a vagabu*nda que é pedindo para eu meter mais forte, meu ca*cete entra fundo, ela choraminga a cada estocada.
— Po*rra Xavier, devagar.
Ela implora.
— Vai me arrebentar desse jeito.
Seu corpo se move junto às minhas investidas.
— Pra você é Venom, para de graça que tú aguenta pira*nha, é disso que gosta, de rola dura nessa bo*ceta.
Ela começa rebolar em meu car*alho, deixando a mostra cada vez mais o seu traseiro, gozo me derramando no preservativo e ela ofega fazendo o mesmo, geme gritando meu nome chorando no meu pau, saio de dentro dela e ainda suja da minha po*rra tenta me agarrar.
— Vaza Melinda.
Jogo a camiseta do seu Baby doll e ela sorri, limpa o rosto no tecido.
— Vou tomar um banho.
— Tome quantos quiser.
A agarro pelo braço.
— Na sua casa.
Ela está nua, me olha com expressão de choro.
— Deixe eu vestir minhas roupas.
— Eu já disse que não te quero aqui, veio por que quis.
No exato momento em que abro a porta uma morena gostosa sorri diante dela.
— O D2 mandou eu subir.
Sorri de um jeito safado.
— Sabe o que fazer.
Ela entra.
— Toma um banho e me espera no abatedouro, não quero vagab*unda no meu quarto.
Sai rebolando e Melinda me olha.
— Acabamos de transar e vai ficar com essa pu*tinha?
— Não te devo satisfação caral*ho, a gente trep*ou e foi gostosinho, é só isso uma fo*da, você e qualquer mulher nesse morro vai ter de mim exatamente a mesma coisa, por*ra quente e mais nada, agora da no pé e vê se não fo*de.
Bato a porta e do lado de dentro posso ouvir ela resmungar, meu lado sádico queria arrastar seu rostinho cheio de po*rra no asfalto para aprender a me respeitar mais nesse momento tenho coisas mais importantes a fazer, trazer o filho da pu*ta do pato para uma conversa, tratar de das as boas vindas aos nossos convidados e fod*er aquela morena delicinha lá encima.
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Atualizado até capítulo 66
Comments
Mônica Teles
Venom trata as mulheres iguais um cachorro
2025-03-14
0
Suellen Carolina
rapaz q fogo 🔥
2025-01-09
0
ANA LUCIA VANDAM DE SOUZA
Eca 😝..Cara nojento!!
Ainda tem quem se submete a isso..credooo!!
2024-07-30
1