* Xavier Bulgare
Sentado na minha frente em meu escritório Pato tenta explicar a cha*cina que aconteceu ontem no morro, sempre foi um moleque avoado, o tipo sonhador que não mantinha os pés no chão e eu disse ao Gutem que isso iria custar sua cabeça.
— O que não contou sobre aquela família?
Pergunto e ele praticamente se mija na cadeira, não estou com nem um pouco de paciência para choradeira, então ignoro suas súplicas.
— Dei vacilo patrão.
Ele fala tremendo como um covarde.
— Os comédia que o senhor mandou para o tribunal do tráfico cantaram a fita, o pai da mina é bandido tá ligado? do tipo barra pesada.
Era só o que me faltava, eu não sou otário, soube no exato momento que invadi aquela mansão que algo estava errado, ninguém coloca homens com um armamento como aquele para proteger uma família comum, os seguranças mais pareciam estar guardando a casa da moeda.
— Me diga pato.
Me jogo na poltrona.
— Que merda eu faço com aquelas pirralhas agora? pelo estrago que o desgra*çado fez no meu morro ontem é óbvio que ele não pretende fazer um acordo, veio atrás de guerra e eu sou um maldito maluco que não corre de uma boa briga.
— Eu vacilei patrão.
Gagueja como uma menininha assustada.
— Vacilou mais você já disse isso, vacilou pra cara*lho e sabe que eu não perdou vacilo.
— Pelo amor de Deus Venom, eu tenho família cara.
Gargalho.
— Os vapores que foram massacrados como ratos ontem também tinham.
Tiro a arma da cintura atirando três vezes contra sua cabeça, miolos se espalham pelo chão no exato momento em que GB entra.
— Por*ra Xavier.
Passa as mãos pelos cabelos.
— Fo*deu o pato mermão.
Olha para o corpo com uma expressão de enjoo.
— Eu falei que matava se ele pisasse na bola.
— O que eu falo para tia Berenice agora?
— Diz que o dono do morro mandou servir pato para as famílias dos soldados, aqueles corpos na quadra tão na conta desse otário.
Ele olha para o corpo em silêncio.
— Veio aqui para interceder por esse vacilão? se foi pode ir, chegou tarde.
— Não vim por isso.
Fala voltando para mim sua atenção.
— As mina no galpão, precisam de um banho, de roupas limpas.
— Virou babá delas agora Gutem?
Ele nega.
— Elas não são como as garotas do morro chefia, as Pati não vão aguentar uma semana vivendo daquele jeito.
— Olha para minha cara e diga se eu pareço preocupado.
Ele nega.
— Já é.
Sai me deixando sozinho, alguns dos vapores entram arrastando o corpo do pato para fora.
— Voltem para limpar essa sujeira.
Aponto para todo sangue e massa cefálica, eles obedecem cuidando de tudo em completo silêncio, me distraio com a papelada e quando me dou conta eles já terminaram, saem e quando finalmente decido tomar uma bebida batem na porta.
— Entre.
Digo ainda de costa, me viro ao fitar o silêncio e parada diante da minha mesa está a loirinha com os olhos mais azuis que eu já vi.
— Perdida?
Pergunto e ela balança a cabeça em negação, o pijama branco que está vestindo é curto, suas pernas estão quase completamente a mostra e seus seios pequenos mal conseguem se acomodar na blusinha de alças finas do Baby doll, mesmo imunda a filha da pu*ta é gostosa pra cara*lho.
— Preciso de um banho.
— Quer que eu dê?
Ela me olha assustada, não consigo conter o riso, meu deboche parece irrita-la já que seu rosto assustado de repente dá lugar a um brilho furioso e intimidador, intimidador como um pinscher raivoso mas não vou negar é bonitinho.
— Pode tentar não agir como um depravado e ter um mínimo de compaixão? minha prima precisa de um lugar para descansar, ela está doente e assim como eu tem que se lavar, vestir algo limpo, não é possível que seja tão cruel ao ponto de nos negar o mínimo de dignidade.
Ela grita e meu sorriso some, quem essa garota acha que é para falar assim comigo?
— Vai dormir no galpão, comer a lavagem que eu der, tomará água quando eu disser que deve.
Ela me olha com ódio.
— Quer um banho?
A agarro pelo braço, a puxo pelo galpão enquanto grita.
— Vou dar o banho que pediu.
A levo para os fundos da propriedade, a empurro contra a parede e ela cai sentada na grama, os vapores olham e gargalham assistindo a cena com exceção de GB, Ligo a mangueira lhe dando um banho de água fria.
— Para.
Ela grita.
— Para, por favor.
A água cai em seu rosto e ela sutilmente se afoga tossindo alto.
— Venom, já chega cara.
Gutem fala e eu o olho fazendo recuar.
— Por favor.
Ela chora, tapa o corpo com as pequenas mãos, só agora me dou conta que pela água tudo que vestia ficou transparente e colado ao seu corpo Mion, ela choraminga abraçada aos joelhos e não sei porque diabos isso arranca de mim toda a satisfação que eu estava sentindo.
— Continua chefe, continua.
Buscapé faz graça, não consigo tirar meus olhos de seu rosto ensopado de lágrimas, Gutem me olha com um olhar de julgamento.
— Levanta.
Digo e ela se nega.
— Anda.
— Por favor, minha roupa está transparente, estou nua.
Me olha de um jeito Inocente que faz com que eu me sinta o mais desgr*açado dos homens.
— Circula cara*lho.
Grito e geral me encara sem entender, nem eu mesmo sei o que estou fazendo, po*rra, caminho até ela e seu corpo está trêmulo, bate o queixo enquanto se agarra aos seus próprios braços.
— Não me machuca, por favor.
Ela chora, olho para trás e todos os vapores correm como baratas, tiro minha camiseta vestindo em seu corpo e ela me encara em um misto de confusão e medo, não sei o que dizer, esse sou eu o dono do morro, todos já estão acostumados com o fato de eu ser um desgra*çado, não vou me explicar por agir assim.
— Leva ela e a prima para o barraco vazio da sete, quer ser um bom samaritano? pois bem, é responsável pelas duas até eu resolver essa bagunça.
Falo com GB e ele sorri, é um imbecil de coração mole, que diabos está acontecendo comigo? essa mina só pode estar me deixando maluco.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 66
Comments
corrinha
amo essas gurias antes que se apaixonei❤️❤️😋🤔
2025-01-13
1
Mônica Teles
Ele foi um grosseiro com ela coitada
2025-03-14
0
morena
Sequestrou elas pra isso ? 😒
2025-04-02
0