Camilla~
Hoje faz uma semana que eu tenho o Fernando Guzziman como o meu chefe! E está sendo insuportável. E depois daquele dia, que eu dei um pé na bunda dele.. o mesmo tem me ignorado, e o que era para eu ficar feliz, estou incomodada e eu não sei porque. Ain, não estou me entendendo nessas últimas semanas! E para compensar, todos os dias vem alguma dessas ficantes dele procurar por ele aqui e advinha, sobra tudo para mim! E ainda por cima, sou ameaçada de morte e tudo. E todos os dias ele está me pedindo redações, sim, redações e não relatórios e isso é um saco.
E fora que ele é muito competente com o horário.. por incrível que pareça. Não sei se ele está apenas inventando um papel que ele não é, só para enganar o seu pai ou ele realmente quer assumir a presidência da empresa á todo custo.
E graças a Deus, o Juca já está bem melhor, ontem mesmo eu convidei os três para vim jantar comigo e aproveitei para fazer os docinhos, para a Paulina vender e também eu trouxe alguns aqui comigo para vender na empresa.
E isso vai ser até eu conseguir arrumar algum emprego para ela.
E ela ficou bem animada, mais só de não saber que ela está pegando flores roubadas de ninguém, já fico bem aliviada. Como eu queria que ela e o seus irmãos apenas estudassem, pois isso era o correto á se fazer na idade deles. Mais não tem como.. só quando ela completar a maior idade, que pode responder pelo seus irmãos. Estou tão apegadas á essas crianças..
E eu chego na empresa e até agora não vi a cara do meu chefinho e nem sei se ele está aqui. Mais como diria aquela música invertida por mim.. "O trabalho tem que continuar"
E eu atendo alguns telefonemas e anoto alguns recados.
E eu aproveito e respondo a irmã Lívia, que me manda uma mensagem perguntando como eu estou. E é claro, digo que eu estou bem e como sempre pedindo para ela vim me visitar nesse país. E eu sorrio, com o seu emoji de careta.
— Você sabe que eu estou prestes em me tornar Freira titular. E você quer que eu vá te visitar? Só se para te trazer de volta comigo.
— Calma irmã, eu sou a que mais vibra por você. Mais você também tem que sair um pouco, a vida não se resume em apenas orar miça e cuidar 24 horas por dia dessas crianças. Existe muitas freirinhas aí. E crescemos praticamente juntas.. mais você não quis vim comigo para esse país. Eu entendo, você disse que nasceu para isso, que é a sua vocação. E o quanto eu fui julgada por outras irmãs, porque fiquei parecendo como a ovelha perdida.
Falo rindo.
— Milla, para de graça. Tudo é um chamado! E você sempre será a nossa bolotinha linda.
– Ah não.. por favor não fale esse apelido quando vier me visitar. A marry vai me zoar eternamente.
— Marry é aquele sua amiga de trabalho?
— Sim! Eu sempre falo de você para ela. E a mesma está ansiosa para te conhecer também Lívia. É sério mesmo que você não pode vim aqui me ver?
— Hm.. depende! O dia que você se casar, quem sabe?
— Me casar? Mais isso ainda está muito longe. E com certeza você ia me tacar água benta se visse o tipo de homem que eu sinto atração.
— Tipo de homem? O seu tipo é nada mais que em primeiro lugar temente a Deus né Milla?
— Éeee.. quase isso irmã Lívia.
Falo nervosa.
— Eu não te pago para ficar fofocando no telefone senhorita Bittencourt.
E quando eu ouço essa voz rouca, congelo imediatamente.
Olho para o Fernando que está com óculos escuros e nada com roupa formal de um ceo. Parece que veio da farra, tenho certeza.
E ele mal olha para a minha cara e bate com a porta.
— Camilla, tudo bem?
Ouço a voz da irmã Lívia na linha.
— Estou sim.. É que o meu chefe acabou de chegar aqui, depois eu ligo para você.
— Tabom, fica com a paz do Senhor Camilla.
— Fico sim, amém irmã Lívia.
Falo desligando o meu telefone, ainda tensa.
Ele já está todo grosso comigo, agora ainda mais.
E as horas passa e eu fiquei feliz dele não ter me chamado na sala dele.
Pego a minha bolsa e desço até o refeitório paga almoçar com a Marry como de costume.
— Milla.. que docinhos gostosos! Se eu pudesse comprava a caixa inteira.
— Ah que bom marry.. mais ainda falta eu vender os restante. Parece que hoje ninguém tem pelo menos dois dólares! E esse dinheiro vai todo para eles.
Falo um pouco triste.
— Calma Camilla! Ainda é o primeiro dia seu vendendo. E só a sua iniciativa já é muito boa. Tenta vender na sua faculdade. Olha, quando nosso pagamento cair, eu também irei te ajudar com os ingredientes.
E eu abraço ela, sorrindo e agradecendo.
— Não precisa marry..
— Claro que precisa! Você é tão corajosa Camilla, diferente de mim..
Ela fala cabisbaixa.
— Maary.. para! Você é a mulher mais corajosa que eu conheço também! Um pouco doidinha.. mais eu quero que voce saiba, que só de você ter dado a volta por cima, ter se superado e ainda não desistido de conquista a guarda do seu irmão. Já diz muito sobre a mulher forte que você é! Não pertube o coração de você! Crê em Deus, mais crê também em Jesus, que pode muito bem te dá o que você tanto sonha. Mais se desmerecer por isso, não é legal. Só está te deixando pior..
— É que é difícil Camila.. todo dia eu penso nele nas mãos daquele homem..
— Se fosse fácil, não teria graça. E se está sendo difícil assim, é porque a recompensa no final, será boa. E não estou falando nem de algo monetário.
— Tá Camila.. mais vamos mudar de assunto? Não quero fazer você não vender nada, por causa da amiguinha que precisa de consolo.
Ela fala limpando o seus olhos.
E eu continuo a vender, até para os seguranças, mais nem eles compram.
— Eu faço por 1 dólares para vocês! Ou uma super promoção. Na compra de cinco, levam dois de graça.
E eles me olham de um jeito assustado, eu não entendo.
— Aah, qual é gente? Vai dizer que vocês não tem um dólare? É por justa causa.
E eles continuam sem falar nada. E eu me sinto patética.
— Porque vocês não me responde?
— Na minha sala agora!
E quando ouço essa voz forte e grossa nos meus ouvidos, eu quase sinto minha alma sair e voltar.
É o Fernando.. e ele simplesmente dá as costas e vai até o elevador.
E eu olho para a Mary que destila um olhar de força e pena, e quando olho para a Aline, vejo um sorrisinho de cobra.
Argh... não! Lá se vai o meu emprego.
E eu espero ele subir, para depois subir.
Pego o elevador e fico nervosa.
Deixo as caixas de doces na minha mesa.. e bato na sua porta.
Ele pede para eu entrar com uma grosseria sem fim.
E eu respiro fundo, e adentro na sala.
Mais eu logo me adianto, me explicando que não é o que ele viu.
— Senhor Fernando.. eu posso me explicar.
E ele me corta.
— Explicar o que? Se no meio de uma ligação importante com o meu pai, eu sou interrompido, porque a minha secretária estava sendo acusada de vender doces em seu local de trabalho e incomodar os seus colegas também.
— Não.. perai, eu estava vendendo no horário de almoço. Ninguém estava trabalhando.
Falo em indignação.
— Mais estavam almoçando e descansando! Deixava para vender fora da empresa. E que eu saiba, meu pai te paga um salário muito bom, para uma pessoa que nem ao menos tem uma formação plena.
— Diploma não mede a capacidade de ninguém!
Falo um pouco alterada.
— Sim. Concordo.. mais infelizmente você sabe que o diploma te ponhe á frente de muitos que não tem. Mais é claro.. você é a menina dos olhos do meu pai. Perfeita, impecável e bastante profissional. É, tô vendo o seu profissionalismo. E sabe.. acabei de ter uma ideia brilhante. A sua própria redação será "as consequências de vender doces no meu ambiente de trabalho"
Ele fala sorrindo e me provocando. Mais eu perco a minha total paciência, a paciência que eu sempre tive.
— Quer saber? Você é insuportável! E vai você com essas redações ridículas para o quinto dos infernos. Você é um arrogante, prepotente! E ainda um playboy.. E quer saber, eu prefiro mil vezes trabalhar para o seu pai do que para você. E ah, não preciso dizer que prefiro também a campanhia do meu cachorro, do que a sua.
E eu simplesmente explodo.. E só agora eu vejo o quanto eu falei merda.. ah, não.. como eu fui perder esse controle.
— Já acabou o drama?
Ele fala indiferente, como se tudo que eu falei não ocasionou nenhuma importância para vida dele.. e argh.. como isso me deixa ainda mais irritada. Burra Camilla, mil vezes burra.
— Drama?
— Pode ir.. E ah, faça a redação que eu pedi.
E eu caminho até a porta com os meus neurônios estourando.
— E ah, só mais uma coisinha.. obrigada pelos elogios sinceros.
Ele fala sorrindo e eu respiro fundo, mais muito fundo.. antes de eu fazer uma loucura.
E eu saio do seu escritório, com o coração acelerado.
— Cretino!
Fernando Guzziman, tenho ranço de você.
Sento na minha mesa, e ainda tento me reconectar.
Em todos os anos da minha vida nunca perdi esse controle. Sempre fui uma menina calma, e com muita paciência. Pois há seis anos que eu trabalho nessa empresa, já atendi as piores pessoas que vocês possam imaginar, aguentava diversas ofensas e piadinhas contra mim e o meu corpo, mais eu nunca.. nunca falei o que eu realmente pensava assim, tão na cara dura na frente de alguém.. ainda mais quando essa pessoa é o seu chefe. Mais não sei o que me deu.. não sei o que o Fernando tem para simplesmente ter me tirado do sério. E ao mesmo tempo que eu falei aquilo para ele, foi libertador e também horrível.
E ele não é um homem de aguentar desaforo assim! Ainda mais de mulher, que é o seu brinquedinho de uso e descarte favorito. Ele sempre foi um barraqueiro de esquina.. ele poderia simplesmente me colocar no olho da rua.. mais nem isso fez. E algo não está me cheirando bem.
Decido não dar vasão a esses pensamentos.. mais a minha consciência está me pesando. Tá, ele é tudo isso que eu falei, mais eu simplesmente agi igual ele, quando tive essa queda de controle.
Só porque, sai um pouco do sério hoje, isso não deve ser o fim do mundo.
E eu termino o dia fazendo essa redação chata.. argh, como me dá dor de cabeça. Ainda mais que ele é muito exigente. E ah, se eu pegar qualquer coisa da Internet, eu tenho que colocar a fonte e tudo direitinho. E para compensar, o meu querido chefe pediu três relatórios, mesmo eu dizendo que tinha que ir para a faculdade. E ele não deu a mínima, e disse que se não tivesse pronto antes das 19:00, aí eu teria problema. Mais é claro que eles jamais ficariam pronto antes das 19:00.
E eu entrego para ele, e o mesmo nem me dá boa-noite, simplesmente me ignora.
E eu ando pelo Hall, ainda preucupada.. pois novamente a empresa já se encontra vazia. E logo aquela cena do David vem na minha mente. Espero nunca mais ver ele na minha vida..
Seguro a minha bolsa firme e quando estou prestes a passar pelos seguranças para ir embora, ouço a voz do Fernando.
— Camilla, espera! Vou te dar uma carona.
Sua voz como sempre me causa arrepio e eu olho para ele, que está caminhando até a mim.
Sua roupa amassada, seus cabelos rebeldes e sua barba bem cerradinha.. me fazem perder o foco.
— Camilla?
Pisco os olhos quando vejo ele bem na minha frente.
— Eu.. obrigada! Mais eu irei pegar um ônibus. Não estou afim de ter um acidente com você naquela moto..
E ele rir de canto.. E que sorriso Jesus..
— Hoje eu vim de carro..
Ele fala de um jeito sexy, ou simplesmente só eu que acho ele assim.. dos pés á cabeça.. argh, não caia na tentação Camilla.
— Ainda assim vou de ônibus..
— Para de birra garota! Eu te deixei até tarde aqui nessa empresa, então pelo menos não custa eu te levar em segurança para casa.
Ele fala grosso.. o efeito "bonzinho" já passou..
— Que bom que você reconhece que me deixou até tarde nessa empresa, fazendo aqueles relatórios desnecessário.
— Você quer mesmo que eu te demita né?
E eu engulo seco.
E ele olha para um dos seguranças.
— Bruno, tira o meu carro da garagem.
E ele joga a chave para ele.
— Eu já falei que eu não vou com você.
E quando ela ia me responder, o Laworran aparece.
— Será que você não se cansa de pertubar as mulheres Fernando? Não é não! E não se esqueça que você não está uma casa de prostituição.
— Oras, o cãozinho raivoso está bancando o bom moço? Não me devo esquecer que desde o momento que você sair por essa porta, irá direto para uma casa de prostituição. Esqueci, que você é casado até a metade do dia, e a metade da noite, é infiel á esposinha tola.
— Hahahahaha. Eu amo a minha esposa e a minha família! Ao contrário de você, que nem isso tem e sabe dá valor. O maior arrependimento do Alberto é ter você como filho. Um farrista, que não leva nada á sério. E pensa que a vida se resume, a festa, mulheres e bebidas.
E em um piscar de olhos meus, eu vejo o Fernando indo para cima dele todo cheio de ódio, e eu grito, pedindo para os dois pararem.
— Você e aquela interresseira da sua mãe, que sempre enganaram o bobo do meu pai! Mas á mim não.
E o Fernando dá um soco nele.
— Você que sempre estragou tudo Fernando! Se depender de mim, essa empresa nunca será sua.
E o Laworran desfere um soco nele.
E eu peço para os seguranças separaram.
— Por favor.. separam eles!
— Camilla..
E eu vejo a maary vindo com uma pasta, e eu nem sei o que ela estava fazendo essa hora aqui na empresa.. seu expediente já acabou a muito tempo. Ela sai mais cedo do que eu.
Mais não é hora de eu pensar nisso.
— Marry.. por favor.. me ajuda a separar eles.
Grito nervosa, pois os dois estão se matando. E os seguranças nem conseguem separa-los.
E eu agarro o braço do Fernando e a Maary do Laworran.
— Chegam vocês dois!
E eu separo os dois, com a ajuda da marry.
— Você sabe que pouco tempo lhe resta Laworran! Por isso que está assim.. com muita raiva de mim. Fazer o que, eu sei que sou o seu pior pesadelo e o único que bate de frente com esse seu lado pilantra.
E o Fernando provoca ele, e tenta sair dos meus domínios, porém eu fico na frente dele.
— Você é um patético! E irá se arrepender de ter feito isso comigo.
— Isso o que? Ter desfigurado esse seu rosto feio? Assim é bom, que todos veem como você é de verdade.
E ele tenta sair dos braços da maary. O Fernando está com o rosto todo machucado, mais não se compara ao Laworran.. que está sangrando muito e com cheio de hematomas.
(...)
— Aí Camilla.. assim você vai me machucar.
Fernando reclama pela décima vez, enquanto eu limpo os seus ferimentos com um pano molhado na sua sala.
— Você também não fica quieto. Na verdade, essa briga de vocês dois, foi desnecessária.
Falo, limpando o canto da sua boca, não tentando olhar muito para ele.
— Foi muito necessário! Você não conhece o Laworran! Ele sempre fez eu parecer um homem errado, farrista, mulherengo e principalmente o filho rebelde. Enquanto ele, o homem íntegro, de família, que ama a esposa e até se esconde por trás da religiosidade. Esse é o pior tipo de pessoa! Mais a mim ele nunca me enganou.
Ele fala com raiva.
— Mais você é tudo isso que ele fala né Fernando.. mais ao contrário de você, ele se esconde por trás de uma máscara. Você não, não tem medo de ser quem é.
E ele me olha por alguns segundos e eu fico sem entender.
— O que está olhando?
Falo um pouco nervosa.
— Obrigada Camilla por está cuidando de mim.
E minha garganta se fecha.
— Faria isso por qualquer pessoa..
E ele rir de canto..
E eu me levanto, mais ele me prende contra ele.
— Fernando.. para..
Falo um pouco tensa.
— Sabe, realmente.. concordo com o que você falou. Eu sou um mulherengo nato, mais nesse exato momento a única mulher que me interessa está bem aqui na minha frente.
Meus bochechas ficam muito vermelhas, e minha barriga começa a formigar
E ele envolve a minha boca para ele, e eu fico sem reação quando sinto o seus lábios tocarem no meus.
Eu nunca beijei.. E ele envolve o meu corpo contra o seu e sobe por cima de mim, e entra com a sua língua pedindo espaço e quando ela se encontra na minha, nosso beijo se torna quente e envolvente.
Sinto meu coração também querer sair pela boca.. ele beija o meu pescoço e começa a falar roucamente o meu nome.. depois volta a me beijar e eu sinto coisas estranhas pelo o meu corpo.. coisas que eu nunca senti.
E quando sinto suas mãos ir por baixo da minha saia, eu tiro forças da onde nem sei, e empurro ele, parando o beijo.
— Não..
E eu falo me levantando, toda ofegante e com o corpo pegando fogo.
— Camilla.. me desculpa! Eu acabei me descontrolando.
Ele se levanta e tenta caminhar até a mim, mais eu só me afasto.
— Esse beijo foi um erro Fernando.. eu não sou essas mulheres que você irá conseguir. levar para a cama.
— Foi um erro mesmo.. E você tem toda a razão! Olha... não conta nada para o meu pai! Se não ele irá achar que eu te assediei. Quer saber.. vamos fingir que nada aconteceu.
E ele pega a sua carteira e eu fico sem entender.
— Toma... esse dinheiro deve pagar todos esses doces que você trouxe hoje.
Ele fala tirando uma nota de 50 dólares e eu fico perplexa.
E eu caminho até ele e vejo um sorrisinho crescer pelo canto da sua boca.
— Sabe.. esse dinheiro vai mesmo me ajudar, inclusive para isso.
E eu dou uma joelhada por baixo das suas pernas e vejo ele ficar vermelho de dor e solta um grito de dor.
E eu coloco a nota por baixo das suas calças.
— Para você não se esquecer seu idiota.
Falo sorrindo sem mostrar os dentes, enquanto ele coloca as mãos na região da sua dor, ainda choramingando.
E eu saio da sua sala correndo eufórica, mesmo ele gritando e xigando o meu nome com muita raiva.
Com certeza depois dessa, sou uma mulher desempregada.
Primeiro beijo do nosso casal minhas lindas.. O que acharam?🤭😅❤😍
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Atualizado até capítulo 65
Comments
Fatima Gonçalves
traumatizei
2024-04-16
0
Prestes 😴
meu amor de Deus que livro top.... autora ta de parabéns uau
2023-10-25
1
mar
kkkkkkkkk tá ferrada mais foi ótimo 🤣
2023-08-17
1