Capítulo 02

Dylan O'Connell

Partimos para o Olympion Asty Hotel, Rebekah foi olhando pela janela do carro em silêncio durante todo o caminho do hospital até o hotel. Por sorte ela não me fez mais nenhuma pergunta sobre o quanto tempo estamos casados ou sobre como nos conhecemos, porque eu não saberia como lhe responder.

Ainda me custa a acreditar na estupidez que eu fiz. Como pude dizer a ela que sou o seu marido? Que merda me levou a dizer isso?

Quando chegamos no hotel, Michael desceu do carro e abriu a porta para que Rebekah desça do carro, enquanto ele apenas olhava para ela de forma impassível.

- "Iremos ficar aqui?" - Rebekah pergunta um pouco surpresa.

- "Sim." - me limito a dizer apenas isso.

Passamos pela recepção do hotel e caminhamos diretamente até o elevador, ele está vazio, as portas logo se fecharam, aperto o botão do andar onde fica o quarto e começamos a subir.

Nesse espaço tão reduzido, tenho plena consciência de sua presença perto de mim e sinto seu perfume invadir a minhas fossas nasais, me deixando louco... Percebo que a sua respiração se altera um pouco, ficando entrecortada e ela me olha com uma expressão luminosa e sedutora... antes de morder o lábio inferior em um sinal claro de nervosismo.

Por uma fração de segundo me perco em seus bonitos olhos, ela me olha de forma sensual. Isso me deixa duro instantaneamente, eu desejo tê-la aqui e agora, dentro desse elevador.

Como no hospital, mais uma vez volto a perder o controle... me lanço sobre ela e a empurro contra a parede do elevador. Seguro as suas duas mãos e as levanto para cima de sua cabeça para poder mantê-la sobre meu controle e a beijo, ela imediatamente começa a me corresponder. Sua língua acaricia a minha timidamente. Seu sabor é ainda mais delicioso do que prometia ser... Me lembra a uma época de plenitude. Oh Deus, eu a desejo tanto.

O elevador de repente se detém e eu me separei dela bruscamente.

Droga, eu não sou assim. O que essa garota está fazendo comigo? Isso tem que parar já!

Olho para Rebekah e ela sorri pra mim, seguramente ela deve acreditar que é normal nos beijarmos assim, já que nós somos "casados".

Saímos do elevador, caminhamos pelo corredor até chegarmos a suíte, quando entramos eu me viro para ela.

- "Você quer algo em especial para comer?"

- "O que você decidir está bom pra mim." - ela me responde com um brilho no olhar.

- "Ok." - respondo.

Rebekah me pergunta onde fica o banheiro, e eu apenas sinalizo a porta a nossa direita. Vejo ela entrar no banheiro e eu pego o telefone para pedir o nosso almoço.

Porra. Como foi que me meti nisso? Não posso levá-la comigo para Seattle, tenho minha vida pronta e nela não há lugar para namoradas, muito menos para uma esposa de mentira. Isso está errado. Muito errado. Essa garota deve ter uma família, que deve estar procurando por ela. Será melhor dizer toda a verdade pra ela...

Vejo Rebekah sair do banheiro, ela sorri pra mim e nesse momento, sinto o meu coração dar um salto.

- "Já vão trazer nossa comida." - digo um pouco nervoso. Como vou lhe dizer que eu menti pra ela?

- "Está bem."

Vejo ela caminhar na direção da mesa, ela se senta e eu simplesmente a sigo em silêncio.

- "Dylan... Por que você está nervoso?"

Merda, ela se deu conta!

- "É imaginação sua." - tento abrir um sorriso, mas apenas saiu uma careta.

- "Eu tenho uma mãe, um pai ou irmãos?"

- "Rebekah, tem algo que eu quero te dizer... antes quero saiba que não tive más intenções em mentir, é só que... não sei como explicar."

Por que estou tão nervoso?

- "O que você fez?" - ela perguntou curiosa.

- "Eu..." - quando vou começar a falar, o som do meu celular tocando me interrompe. - "Espera um minuto." - digo pegando o meu celular do bolso.

Olho para tela e vejo que é meu irmão Nathaniel que está me ligando. Desligo a ligação sem nem mesmo atender, não quero falar com ele agora.

- "Não vai atender?" - Rebekah pergunta com curiosidade.

- "Não... era uma ligação de trabalho." - me limito a dizer, mesmo que seja mentira.

- "Ok...então, o que você queria me dizer?" - ela me olha atentamente.

- "Rebekah, eu não..."

O som de alguém batendo na porta me interrompe de dizer a verdade para Rebekah mais uma vez.

Me levanto para atender a porta e duas camareiras do hotel entra no quarto trazendo nossa comida, elas se aproximam da mesa e colocam nossa comida sobre ela para depois se retirarem do quarto.

Volto a me sentar na mesa e olho para ela.

- "Você quer vinho?"

- "Sim, por favor." - ela responde se acomodando em sua cadeira.

Sirvo o seu vinho e logo começamos a comer. Almoçamos em um silêncio confortável, cada vez que a olho, acabo encontrando seus belos e enfeitiçantes olhos verdes, que me observam de forma atenta.

- "Isso está delicioso." - ela diz e eu sorrio. Gosto de vê-la comer. - "Eu gostaria de tomar um banho antes de irmos pra casa."

- "Pode ir. Em cima da cama há algumas sacolas com roupas pra você."

Agradeço mentalmente por Michael ter comprado alguns vestidos, saias, blusas, calças e roupas íntimas. Foi uma sorte o médico me entregar as roupas que Rebekah usava quando eu a atropelei.

- "Obrigada." - ela agradece.

- "Não precisa me agradecer. Continue comendo sua comida."

- "Claro querido." - ela diz brincalhona, e eu me sinto um pouco incomodado com isso.

Quando terminamos de comer, Rebekah vai para o banheiro tomar banho e eu novamente fico no meu dilema: Dizer ou não dizer a verdade para Rebekah.

- "Dylan." - Rebekah entra no quarto enrolada na toalha e vê-la assim, faz meu membro imediatamente despertar.

- "Rebekah." - respondi em um ofego.

Meu coração se acelerou enquanto meus olhos percorriam o seu corpo, suas pernas longas, suas coxas torneadas, sua pele branca como a neve... Ela é uma verdadeira tentação.

Sem conseguir me segurar mais, eu me aproximo dela.

- "Você é linda." - digo deslizando as pontas dos meus dedos por seus ombros a fazendo estremecer.

Merda, vá que se fod@ isso tudo.

Aproximo os meus lábios dos seus e a beijo, ela imediatamente me corresponde, abre a boca e me dá acesso a sua língua. Nessa hora minha calça já estava me estorvando, pois meu membro estava duro, latejante, louco para ser liberto.

Puxo a sua toalha e a deixo cair aos seus pés. Me afasto um pouco dela, tanto eu quanto ela estamos com a respiração ofegante, vejo que suas pupilas estão dilatadas, cheia de excitação e desejo. Ela me quer tanto quanto eu a quero.

- "Te farei minha..." - minha voz sai um pouco rouca. - "Você é tão maravilhosa..."

Volto a beijá-la, caminho com ela em direção a cama e a faço se deitar sobre cama, antes de subir em cima dela.

Beijo os seus lábios, seu pescoço e mordisco o lóbulo da sua orelha. Ela geme e esse som teve efeito certeiro em meu membro, que está tão duro que chega a doer.

Sei perfeitamente que não estou pensando com a cabeça e perdi todo o meu auto-controle por causa dessa mulher.

Beijo o seu pescoço, seus ombros e continuo descendo até que chego em seus belos seios tamanhos médios, onde me dedico a brincar um pouco com eles. Rebekah geme e se contorce embaixo de mim, seus gemidos são magníficos e havia acabado de se tornar o meu som favorito.

Céus, o que essa mulher está fazendo comigo?

Depois de me divertir com seus seios, continuo descendo beijos por sua barriga, deixo pequenas mordidinhas ali e logo continuo meu caminho até chegar exatamente onde eu queria.

Desço da cama, abro suas pernas e beijo com delicadeza a parte interna das suas coxas. Abro bem as suas pernas, aproximo meu rosto de sua intimidade e contemplo por uns segundos seu sexo, ela tem um pouco de pelo em sua intimidade, normalmente gosto de que as mulheres com que me relaciono estejam depiladas.

Levanto um pouco minha cabeça, vejo que Rebekah está com seus olhos bem abertos assim como a sua boca. Volto a baixar meu rosto e cheiro sua feminilidade, seu aroma é tão embriagador que invade todos os meus sentidos. Beijo o seu clitóris e Rebekah solta um gemido alto de surpresa que ecoa por todo o quarto.

Minha língua é implacável. Percorro a minha língua em sua fenda... Oh, ela está no ponto. Lentamente introduzo um dedo em sua intimidade e faço leves movimentos. Ela está muito molhada. Na verdade encharcada, apenas esperando por mim.

- "Anjo, adoro que você esteja molhadinha pra mim..." - começo a introduzir mais um dedo em sua intimidade para deixá-la pronta pra me receber.

Minha língua segue torturando o seu clitóris, mais e mais. Percebo seu corpo ficar tenso, Rebekah começa a gemer com mais intensidade e por fim ela grita quando o orgasmo chega.

Agora sim. Me levanto rapidamente e começo a tirar cada peça de roupa do meu corpo.

Me posiciono entre as suas pernas e entro nela devagar, fazendo ela gritar. Porra, que sensação maravilhosa! Noto que ela está muito apertada e quando olho para o seu rosto, vejo sua expressão de dor.

- "Você está bem?" - pergunto ofegante.

- "Sim... é só que doeu um pouco, mas está passando." - ela responde com a respiração entrecortada.

- "Doeu?" - pergunto e ela assente.

Que estranho... Será que...? Não, não, não. Não pode ser.

- "Eu vou tirar." - digo já imaginando o pior.

- "Não tire, por favor..." - ela pede em um tom de súplica e eu já não posso me deter.

- "Vou me mover, tudo bem?" - ela assente com a cabeça e fecha os olhos.

Começo a entrar e sair lentamente dentro dela, a sensação é maravilhosa e muito prazerosa... Começo a me mover mais rápido me deleitando das sedosas e aveludadas paredes vaginais dessa mulher.

Me movimento mais rápido. Porra, isso é tão bom. Seus gemidos me enlouquecem, seguro seus punhos no alto da sua cabeça e a invisto com mais força. Oh, isso é a glória.

- "Oh...sim!"

Sinto Rebekah ficar tensa e sei que ela está a pondo de chegar em seu clímax novamente.

- "Goza pra mim, querida!" - digo apertando os dentes.

Rebekah se derrama em volta de mim e grita do quando chega em seu orgasmo.

Nossas testas se tocam e fecho os meus olhos. Invisto mais duas vezes e gozo gritando.

- "Você é minha!"

Chego a um glorioso orgasmo enquanto me derramo em seu interior.

- "Sim, sou toda sua." - ela responde com a respiração agitada.

Porra, essa foi uma das melhores fodas que eu tivesse em muito tempo.

Saio de dentro dela, me jogo ao seu lado na cama me sentindo moído mas estou feliz...

(...)

Acordo e escuto o som de água vindo do banheiro, Rebekah deve estar tomando banho. Decido ir me unir a ela nesse banho.

Quando me levanto da cama, fico horrorizado ao ver uma mancha de sangue nas cobertas.

Que merda significa isso?

Porr@, isso não é possível.

Rebekah era virgem!

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Comments

Katia Cilene

Katia Cilene

ela quis então não é estupro.

2025-02-27

0

Elza Maria

Elza Maria

O cara muito doido, sabendo que a mulher tá sem memória vai pra cama e agora virou um estrupador

2024-08-23

2

Munguete Silva

Munguete Silva

se ferrou de vês 😁😅😅

2024-07-26

3

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